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quarta-feira, 1 de julho de 2009

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O exame de acervos ufológicos conceituados, embasados em análises técnicas, científicas e autônomas, revela uma crescente tensão no cenário da pesquisa mundial. Grupos restritos vêm tentando direcionar a cultura ufológica, historicamente pautada pela cooperação e pelo livre acesso à informação, para finalidades comerciais e de controle narrativo. A automação de conteúdos e a busca por retornos financeiros imediatos desviam os propósitos éticos defendidos por pesquisadores independentes há décadas.

A condução de estudos sérios exige responsabilidade com a verdade e respeito ao discernimento do público. A propagação de cenários ambíguos ou narrativas sem comprovação com o objetivo de expandir audiências compromete a credibilidade do setor. Quando a análise científica cumpre seu papel de classificar e validar ocorrências reais, não se justifica que minorias reivindiquem exclusividade sobre descobertas, retenham evidências de campo ou condicionem o acesso a dados a interesses corporativos. Essa tentativa de monopolizar a formalização científica busca, em última análise, controlar a própria interpretação dos fatos.

A investigação de fenômenos aéreos não identificados depende do acesso irrestrito a documentos, fotografias, relatórios e vestígios materiais. Paralelamente aos esforços pela transparência governamental e ao trabalho coletivo de redes civis, consolidou-se ao longo das últimas décadas um circuito informal de negociação e vazamento de acervos. Conhecido como o câmbio negro da informação ufológica, esse mercado paralelo envolve a compra, a venda e o represamento pago de materiais sob a promessa de revelações inéditas.

A atuação independente reafirma seu compromisso com a transparência integral, a cooperação sem discriminação e o apoio irrestrito aos pesquisadores dedicados à apuração rigorosa. Diante das distorções observadas nos âmbitos nacional e internacional, torna-se fundamental rejeitar o comércio de evidências e o monopólio da informação, preservando o compromisso primordial de esclarecer a sociedade com base em dados verificáveis e de interesse público global.





Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

"Básico: O que é Ufologia ?"(R).






Ufologia (no Brasil) ou Ovnilogia (em Portugal e demais países de Língua Portuguesa) é o estudo de relatos, registros visuais, evidências físicas e demais fenômenos relacionados aos objetos voadores não identificados, ou OVNIs.

Devido às dificuldades de obtenção de dados confiáveis e de fácil acesso para pesquisadores e curiosos, não constitui uma pesquisa de reconhecido caráter científico, constituindo-se num ramo do conhecimento no qual o exercício de vários ramos científicos se conjuga de forma multidisciplinar.
Nada impede que estes fenômenos sejam explicados como eventos provocados por perturbações na atmosfera, impulsos eletromagnéticos ou relativos ao campo terrestre, entre outras tantas justificativas, mas ainda resta uma mínima fração de fatos ainda envoltos em mistério, aguardando uma definição científica. 

Documentos tentando comprovar estas aparições não faltam, principalmente fotos e vídeos das supostas naves. Também não se carece de depoimentos das mais diversas pessoas, relatando casos de encontros com alienígenas, ou até mesmo prováveis abduções.

Em sua fase moderna, a Ufologia foi inaugurada em 24 de junho de 1947 com o registo visual do piloto particular Kenneth Arnold em Washington, EUA. Arnold descreveu o movimento dos objetos como os de "um disco lançado sobre a água", descrição que foi erroneamente tomada como referência ao formato dos objetos, dando origem ao termo disco voador.



Fonte: Wikipédia.








Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia.