quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

"Dossier Presidencial: A Gestão Política de Fenômenos Não Identificados".

 


Afinal os presidentes tem ou não acesso as informações secretas sobre os OVNIs ?


Ao longo das décadas, vários líderes deram declarações que variam entre o humor a expectativa e a confirmação de que existem fenômenos sem explicação.

Aqui está um resumo detalhado sobre o que os principais presidentes relataram ou investigaram :

Barack Obama (2009/2017) : Tem sido um dos mais abertos sobre o assunto nos últimos anos. Em entrevistas recentes, ele confirmou que, ao assumir a presidência, perguntou especificamente se existia um laboratório com espécimes alienígenas ou naves espaciais. A resposta que recebeu foi não. No entanto, ele afirmou categoricamente que existem imagens e registros de objetos nos céus que não sabemos exatamente o que são, que se movem de formas difíceis de explicar e que não possuem um padrão facilmente compreensível. Recentemente, ele brincou dizendo que eles são reais, mas depois esclareceu que se referia à probabilidade estatística de vida no universo e à existência confirmada de fenômenos aéreos não identificados, os chamados UAPs.

Donald Trump (2017/2021 - 2024/...) : Deu declarações ambíguas durante seu mandato. Em entrevistas, ele mencionou ter ouvido coisas muito interessantes sobre Roswell, mas que não pretendia revelá-las tão cedo. Ele também foi o responsável por assinar a legislação que exigia que as agências de inteligência dos Estados Unidos entregassem um relatório detalhado ao Congresso sobre tudo o que sabiam sobre fenômenos aéreos não identificados, o que deu início a uma nova era de transparência sobre o tema.

Bill Clinton (1993/2001) : Demonstrou muito interesse no incidente de Roswell e na Área 51. Ele chegou a ordenar uma revisão de documentos para saber se algo estava sendo escondido. Segundo seus relatos, ele não encontrou evidências de alienígenas mortos ou naves capturadas, mas disse publicamente que não ficaria surpreso se fôssemos visitados algum dia, dada a imensidão do universo.

Jimmy Carter (1977/1981) : É um caso único porque ele mesmo relatou ter visto um OVNI em 1969, antes de se tornar presidente. Ele descreveu uma luz brilhante que mudava de cor e tamanho no céu da Geórgia. Durante sua campanha, ele prometeu liberar todos os documentos do governo sobre o assunto. Contudo, após assumir o cargo, ele recuou, afirmando que certas informações não poderiam ser reveladas por questões de segurança nacional e implicações de defesa.

No Brasil.

Embora os presidentes brasileiros raramente falem abertamente sobre suas crenças pessoais no tema, o governo brasileiro tem um histórico de desclassificação de documentos. O Arquivo Nacional possui centenas de relatos oficiais, incluindo a famosa Noite Oficial dos OVNIs em 1986, quando o então Ministro da Aeronáutica confirmou em rede nacional que jatos da FAB perseguiram objetos não identificados. Mas diferente dos Estados Unidos, onde os presidentes costumam ser mais reservados, o governo brasileiro daquele período permitiu que o comando militar falasse abertamente, o que transformou o Brasil em um dos países pioneiros na abertura de arquivos ufológicos.

Em resumo, o que os presidentes parecem saber é que o fenômeno é real e monitorado pelos militares, mas eles negam ter evidências diretas de corpos ou contatos diplomáticos com seres de outros mundos. A grande questão que paira é se existem níveis de acesso acima do próprio presidente, onde segredos mais profundos poderiam estar guardados.

Porém, quando um presidente recebe informações sobre fenômenos não identificados, a atuação dele costuma seguir um protocolo focado em segurança nacional e estabilidade institucional, mais do que em curiosidade científica. O destino dessas informações geralmente segue três caminhos principais :

Classificação de Segurança.

A primeira reação é determinar se o que foi avistado é uma tecnologia de uma nação adversária. Se os relatórios sugerem que o objeto possui capacidades superiores às defesas atuais, o presidente autoriza o sigilo máximo. Isso acontece porque revelar que o país não consegue interceptar ou identificar algo em seu próprio espaço aéreo demonstraria vulnerabilidade militar. Portanto, o silêncio muitas vezes não é sobre esconder seres de outro mundo, mas sobre esconder a incapacidade de defesa humana.



Comando acima dos presidenciáveis define a melhor forma de sigilo sem atingir questões políticas e econômicas mundiais.


Criação de Forças-Tarefa Específicas.

Em vez de lidar diretamente com os dados, os presidentes costumam delegar a análise para grupos de estudo dentro do Pentágono ou ministérios da defesa. O papel do líder é garantir o financiamento e a base legal para que essas investigações ocorram sem chamar a atenção do público. Recentemente, vimos presidentes assinando ordens para que essas agências apresentem relatórios periódicos ao legislativo, transformando o que era um segredo de gabinete em um processo administrativo de inteligência.

Gestão de Crise e Despiste.

Políticos são treinados para gerir a percepção pública. Se um presidente recebe uma informação confirmada de algo inexplicável, ele avalia o impacto social. Revelar algo que mude a compreensão da humanidade sobre seu lugar no universo poderia causar colapso em mercados financeiros ou crises religiosas. Por isso, a estratégia comum é o uso de termos técnicos vagos, como Fenômenos Anômalos Não Identificados, que desviam o foco do conceito popular de alienígenas e mantêm a discussão em um campo burocrático e menos alarmante.

Uso como Moeda de Troca Política.

Há registros de que presidentes usam o acesso a essas informações como uma forma de exercer autoridade sobre outras agências. Como o presidente é, tecnicamente, o comandante-em-chefe, ele pode exigir briefings de órgãos como a CIA ou a NASA para entender quem realmente detém o conhecimento tecnológico. Muitas vezes, o que eles fazem é tentar centralizar o controle sobre dados que estão espalhados em empresas privadas de defesa, que realizam engenharia reversa longe dos olhos do governo.

Em resumo, a ação presidencial é pragmática - eles transformam o mistério em um problema de fronteira e tecnologia, garantindo que a informação permaneça sob controle estatal até que seja seguro ou politicamente vantajoso revelá-la.

Entretanto, o processo de desclassificação de documentos é uma das ferramentas mais poderosas de um presidente, pois ele detém a autoridade máxima sobre o que deve permanecer em segredo e o que pode ser revelado ao público. No contexto de fenômenos não identificados, esse processo segue um rito jurídico e administrativo rigoroso, onde o presidente atua como o fiel da balança entre a transparência e a segurança do Estado.

Mecanismo Presidencial da Seguinte Forma :

A Autoridade Originária de Classificação. 

O presidente é a autoridade máxima de classificação do país. Isso significa que ele tem o poder intrínseco de declarar que qualquer informação, por mais sensível que seja, não representa mais uma ameaça se for revelada. Ele pode emitir ordens executivas que alteram as regras de como as agências, como a CIA ou o Ministério da Defesa, lidam com segredos. Se um presidente decide que o público precisa saber sobre um relatório de inteligência específico, ele pode passar por cima das recomendações de generais e diretores de agências, embora isso raramente ocorra sem uma negociação política prévia.

Ordens Executivas e Prazos de Expiração.

Muitos presidentes utilizam ordens executivas para estabelecer que documentos secretos percam esse status automaticamente após um certo período, como 25 ou 50 anos. Quando o prazo expira, os documentos chegam à mesa do presidente para uma decisão final: ou ele permite a liberação automática, ou assina uma extensão do sigilo alegando que a revelação ainda causaria danos graves à defesa nacional. No caso de temas sensíveis como tecnologias aeroespaciais desconhecidas, os presidentes frequentemente enfrentam pressão do complexo industrial militar para manter o sigilo, sob o argumento de que a tecnologia envolvida ainda é estratégica.

O Papel do Conselho de Segurança Nacional.

Antes de qualquer papel ser liberado, o presidente consulta o seu Conselho de Segurança Nacional. Eles analisam se a informação que o presidente quer desclassificar pode revelar métodos de espionagem ou fontes humanas. Se um presidente recebe um vídeo de um objeto não identificado gravado por um satélite ultra-secreto, o dilema dele não é apenas revelar o objeto, mas sim o fato de que o satélite tem aquela capacidade de resolução. Muitas vezes, o presidente opta por uma desclassificação parcial, onde o objeto é mostrado, mas os dados técnicos do sensor são apagados com tarjas pretas.

Desclassificação por Conveniência Política ou Pressão Legislativa.

O presidente também usa a desclassificação como uma ferramenta de resposta à pressão do Congresso ou da opinião pública. Se o Legislativo cria uma lei exigindo transparência sobre determinado assunto, o presidente instrui seus secretários de defesa a realizar uma revisão sistemática. Ele define as diretrizes de quão profunda será essa busca. Se o presidente for favorável à abertura, ele pode criar uma comissão presidencial independente para revisar os arquivos, garantindo que as agências de inteligência não escondam pastas importantes sob nomes de projetos codificados que o presidente tecnicamente não conhecia.

A Revisão Final e o Risco de Segurança.

No estágio final, o presidente assina o ato de desclassificação. É um momento de grande responsabilidade, pois, se a informação levar a uma instabilidade internacional ou comprometer a segurança de aliados, a culpa recai diretamente sobre a figura do chefe de Estado. Por isso, no tema de inteligência não humana ou tecnologias exóticas, os presidentes tendem a ser extremamente cautelosos, preferindo liberar informações em doses homeopáticas para testar a reação da sociedade e dos outros governos.



Presidentes tem 'sim' o poder de desclassificar arquivos secretos ou manter informações importantes fora da grade pública.


O ato de desclassificar é, portanto, um exercício de poder político onde o presidente decide o que a história deve registrar e o que deve permanecer nas sombras dos arquivos militares.

E a relação entre um presidente e as empresas privadas de defesa no que toca aos OVNIs é um dos pontos mais complexos do poder executivo, pois envolve uma zona cinzenta de legalidade e propriedade intelectual que muitas vezes escapa ao controlo direto do Salão Oval.

Detalhamento Presidencial e Estrutura :

O Desvio de Informação para o Setor Privado.

Durante décadas, para evitar que o Congresso ou o público tivessem acesso a descobertas sensíveis sobre OVNIs através de leis de transparência, o governo transferiu materiais ou dados para empresas privadas de defesa. Uma vez que o material está nas mãos de uma empresa, ele passa a ser considerado propriedade industrial protegida. O presidente, ao assumir o cargo, depara-se com o facto de que tecnologias possivelmente recuperadas não estão em bases militares, mas em hangares de empresas que não respondem diretamente a ele da mesma forma que um general.

Contratos de Acesso Especial de Próxima Geração.

O presidente atua através da assinatura de programas conhecidos como SAPs (Special Access Programs). Alguns destes programas são tão restritos que são chamados de programas não reconhecidos. Nestes casos, o presidente pode saber da existência do projeto, mas a gestão diária e os segredos tecnológicos ficam confinados à empresa privada. O papel do presidente aqui é autorizar o financiamento oculto dentro do orçamento de defesa para que essas empresas continuem as pesquisas de engenharia reversa em objetos que não foram fabricados na Terra.

A Luta pela Requisição de Tecnologia.

Recentemente, tem havido um movimento onde o presidente, pressionado por novos conselheiros, tenta recuperar a custódia desses materiais. O dilema presidencial é que, se uma empresa privada conseguiu avanços científicos a partir de um OVNI capturado, ela alega que essa inovação pertence aos seus acionistas. O presidente precisa então usar ordens executivas ou negociar com o Departamento de Defesa para forçar as empresas a devolverem o conhecimento ao controle governamental, sob o argumento de que se trata de uma descoberta de interesse da humanidade e não de lucro corporativo.

O Mecanismo de Denúncia Protegida.

Para contornar o silêncio das empresas, o presidente sanciona leis de proteção a denunciantes (whistleblowers). Isso permite que funcionários dessas empresas privadas possam ir falar diretamente com o presidente ou com comissões de inteligência sem serem presos por quebra de contrato ou traição. É uma forma de o presidente furar a bolha de segredo das corporações e descobrir o que realmente está escondido nos arquivos privados sem precisar de um confronto direto com os gigantes da indústria de armas.

Imunidade e Anistia.

Outra ferramenta que o presidente possui é a oferta de anistia. Ele pode sinalizar às empresas que, se elas revelarem o que detêm sobre tecnologia de OVNIs num determinado prazo, não serão processadas por terem escondido isso do governo ou por uso indevido de fundos públicos no passado. É uma manobra de diplomacia interna onde o presidente tenta trazer o segredo para dentro da estrutura oficial do Estado antes que ele vaze de forma descontrolada.

Em última análise, o presidente funciona como um mediador de alta cúpula, tentando equilibrar o interesse nacional com o poder imenso dessas corporações que, em muitos casos, podem deter informações que o próprio presidente ainda não recebeu de forma completa.

Vazamentos Sustentáveis Estratégicos.

O processo de preparação da população, muitas vezes chamado de divulgação gradual ou condicionamento, é uma estratégia de comunicação coordenada pelo gabinete da presidência para evitar o choque cultural e a instabilidade social. O presidente não utiliza apenas pronunciamentos oficiais; ele utiliza uma rede de canais para normalizar a ideia de vida extraterrestre e fenômenos inexplicáveis. O presidente permite ou instrui que vídeos e dados de radar reais sejam vazados para jornais de grande prestígio. Ao fazer isso, a informação não chega ao público como um boato de internet, mas como uma notícia séria de segurança nacional. O papel do presidente é, posteriormente, confirmar a veracidade desses vídeos de forma casual, como se fosse algo que o governo já monitora há muito tempo. Isso remove o estigma de ridículo que cercava o tema por décadas.

Mudança na Nomenclatura Oficial.

Uma das ações mais diretas do presidente é a alteração dos termos usados pelo governo. Ao substituir discos voadores ou OVNIs por Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs), o presidente retira a carga emocional e cinematográfica do assunto. Essa nova terminologia técnica permite que cientistas, pilotos e acadêmicos falem sobre o tema em ambientes formais sem medo de prejudicar suas carreiras, criando um ambiente de discussão mais maduro na sociedade.

O Uso de Porta-vozes e Ex-funcionários.

O presidente frequentemente utiliza ex-diretores de inteligência ou antigos conselheiros para darem entrevistas em seu lugar. Esses indivíduos gozam de liberdade por não estarem mais no cargo, mas ainda possuem a confiança do presidente. Quando um ex-diretor da CIA diz na televisão que existem coisas que não entendemos, ele está servindo como um balão de ensaio para o presidente medir a reação do mercado financeiro e das instituições religiosas antes de ele mesmo fazer uma declaração definitiva.



O céu é o limite - quem não gostaria de ter acesso aos casos mais incríveis relacionados aos OVNIs ?


Briefings Públicos no Congresso.

 O presidente incentiva que as agências de defesa realizem audiências públicas. Ao permitir que militares prestem depoimento sob juramento diante das câmeras, o presidente transfere a carga da revelação para as instituições técnicas. Isso faz com que a população se acostume com a ideia de que o governo está investigando o assunto de forma transparente e burocrática, reduzindo o potencial de pânico em massa que uma revelação súbita e isolada causaria.

Discursos sobre a Unidade da Humanidade.

Em momentos de crise ou grandes assembleias internacionais, como na ONU, o presidente pode inserir frases sutis sobre como os desafios da humanidade transcendem as fronteiras terrestres. Esses discursos servem para preparar o psicológico coletivo para uma realidade onde a espécie humana não é a única protagonista. É uma forma de diplomacia preventiva que visa unir a população em torno da figura do líder nacional diante de uma descoberta de tamanha magnitude.

Essas táticas garantem que, se um dia o presidente decidir revelar a verdade completa, a sociedade já terá processado a informação em pequenas partes ao longo de anos, tornando o anúncio final um passo lógico em vez de um evento traumático.

Preparação de Impactos Globais.

A preparação de um presidente para o impacto econômico de uma revelação sobre fenômenos não identificados é um dos planos de contingência mais sigilosos de qualquer governo. O foco não é apenas a descoberta em si, mas como evitar o colapso do sistema financeiro global, que é baseado na previsibilidade e na estabilidade das instituições humanas.

O Controle da Narrativa sobre Matriz Energética.

Um dos maiores medos dos mercados é que a confirmação de tecnologia extraterrestre implique a existência de energia livre ou propulsão sem combustíveis fósseis. Isso poderia levar as ações de empresas de petróleo, gás e energia ao valor zero em questão de minutos. Para evitar isso, o presidente trabalha com o Conselho de Assessores Econômicos para garantir que qualquer revelação tecnológica seja apresentada como algo que levará décadas para ser compreendido ou integrado à indústria. O objetivo é dar tempo para que as grandes corporações de energia se adaptem e migrem seus investimentos para as novas fronteiras tecnológicas sem quebrar.

Criação de Fundos de Estabilidade e Circuit Breakers.

O presidente, em coordenação com o Banco Central e a Reserva Federal, estabelece protocolos de emergência para as bolsas de valores. Se uma revelação causar uma venda em massa por pânico, o governo tem autoridade para suspender as negociações por tempo indeterminado. Durante esse fechamento forçado, o presidente realiza reuniões com os CEOs dos maiores bancos e fundos de investimento para assegurar que o governo garantirá a liquidez do sistema, evitando que o medo de uma mudança de paradigma destrua as economias pessoais dos cidadãos.

Investimento em Defesa e Aeroespacial.

Para equilibrar a possível queda em outros setores, o presidente redireciona o entusiasmo do mercado para as indústrias de defesa e aeroespacial. Ao anunciar novos contratos bilionários para o estudo dessas tecnologias, o governo cria um novo motor econômico. O mercado entende que, embora o velho mundo esteja mudando, um novo e lucrativo setor está nascendo, o que atrai o capital especulativo e mantém o fluxo de dinheiro circulando na economia nacional.

Acordos Internacionais de Cooperação Financeira.

Nenhum país sobrevive economicamente a uma revelação dessas sozinho. O presidente utiliza canais diplomáticos para garantir que outros líderes mundiais também sigam protocolos de contenção financeira semelhantes. O medo é que uma moeda se desvalorize violentamente em relação a outra se um país for visto como detentor exclusivo de tecnologia exótica. Portanto, o presidente promove a ideia de uma governança global da informação para manter a paridade e a confiança entre as nações.

Gestão do Consumo e Inflação.

Há também a preocupação com o comportamento do consumidor. Se as pessoas acreditarem que o mundo como o conhecemos vai acabar, elas podem parar de pagar dívidas ou começar a estocar bens essenciais. O presidente utiliza pronunciamentos para reforçar a continuidade do estado de direito e do funcionamento normal da sociedade, enfatizando que as descobertas são científicas e não representam uma ameaça imediata ao quotidiano ou ao valor do trabalho e da moeda.

Este panorama encerra momentaneamente nossa análise sobre o papel do presidente na gestão do maior segredo da história. O líder de uma nação atua como um regulador de realidade, filtrando o que chega ao público para garantir que a estrutura social e econômica permaneça intacta diante do desconhecido.



Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

"Astronomia vs. Extraterrestres: Mapeando o Elo entre Astronomia e Vida No Espaço".

 


A importância da Astronomia na busca por explicações convincentes.


Existe uma provocação fascinante sobre o papel da ciência, embora a busca por vida inteligente capture nossa imaginação e seja um dos temas mais populares, existe uma distinção importante entre os objetivos fundamentais da astronomia e o campo específico que busca por vizinhos cósmicos.

A astronomia é, em sua essência, o estudo da física do universo. O objetivo principal não é necessariamente encontrar "alguém", mas entender "como" e "por que" tudo existe. Isso inclui :

1- A origem e evolução das estrelas e galáxias.

2- A natureza da matéria escura e da energia escura.

3- A mecânica celeste e a formação de sistemas planetários.

4- A história do tempo, desde o Big Bang até o estado atual.

Astronomia vs. Astrobiologia e SETI.

A busca por inteligência extraterrestre (SETI) e a astrobiologia são ramos da astronomia, mas funcionam como especializações.

Astrobiologia : Estuda as condições que tornam um planeta habitável e busca sinais de vida microbiana (bioassinaturas).

SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence) : Foca especificamente em sinais tecnológicos (tecnoassinaturas), como ondas de rádio ou lasers.

A Ligação Inevitável.

Vocês tem razão ao dizer que há uma forte ligação. A astronomia moderna fornece o mapa para essa busca. Antigamente, procurávamos "no escuro". Hoje, graças à astronomia :

1- Sabemos que existem bilhões de exoplanetas só na nossa galáxia.

2- Identificamos a zona habitável (onde pode haver água líquida).

3- Analisamos a atmosfera de mundos distantes em busca de gases que indiquem vida.

Portanto, a astronomia é a base científica necessária. Sem entender como as estrelas funcionam ou como a luz viaja, jamais saberíamos onde ou como procurar por outras civilizações. Hoje vejo a astronomia como o estudo da nossa "casa" e a busca por extraterrestres como a pergunta natural de quem olha pela janela - "será que os vizinhos também estão em casa ?".

Mapear o circuito do universo, acaba sendo uma jornada de autodescoberta. Ao procurar por eles, aprendemos quão raro (ou comum) é o milagre da vida e da inteligência.



A busca é incensante - a origem extraterrestre está muito próxima e distante ao mesmo tempo. E por que ?


A relação entre a astronomia e a vida extraterrestre é quase como a relação entre a oceanografia e os peixes. Um oceanógrafo estuda as correntes, a salinidade e a temperatura da água, mas é inevitável que ele também acabe encontrando e estudando a vida que habita esse ambiente.

Na astronomia, acontece algo parecido. O estudo dos astros nos dá o contexto. Sem entender a química das estrelas, não saberíamos que os elementos que compõem nosso corpo, como o carbono e o oxigênio, foram forjados no coração de estrelas que morreram há bilhões de anos. Isso nos mostra que os ingredientes para a vida estão espalhados por todo o cosmos.

O mapeamento que você mencionou é o que chamamos hoje de busca por exoplanetas. Atualmente, os telescópios não olham apenas para o vazio; eles focam em estrelas específicas que possuem planetas rochosos em órbitas estáveis. É como se estivéssemos construindo um catálogo de endereços possíveis.

A ligação é profunda porque, no fundo, a astronomia tenta responder às perguntas fundamentais - de onde viemos e para onde vamos ? Encontrar outra inteligência seria a resposta definitiva para a nossa solidão cósmica, mas, enquanto não encontramos, a astronomia continua descrevendo o palco onde essa vida pode estar atuando.

Potencialmente, a ligação entre a astronomia e a busca por seres de outros mundos é profunda e estrutural. Embora a astronomia estude todos os objetos celestes, ela funciona como a ciência que prepara o terreno, constrói os instrumentos e define onde é fisicamente possível que a vida exista.

Podemos ver essa conexão através de alguns pilares principais :

A busca por endereços habitáveis : A astronomia moderna dedica uma parte imensa de seus recursos para encontrar exoplanetas, que são planetas fora do nosso sistema solar. Através de telescópios espaciais, os astrônomos identificam planetas que estão na zona habitável, ou seja, à distância certa de sua estrela para que a água possa existir em estado líquido. Sem a astronomia para mapear esses endereços, não saberíamos para onde apontar nossos rádios ou telescópios em busca de sinal de vida.

A análise da luz e das atmosferas : Uma das ligações mais diretas acontece por meio da espectroscopia. Quando a luz de uma estrela passa pela atmosfera de um planeta distante, os astrônomos conseguem decompor essa luz e identificar quais elementos químicos estão lá. Se encontrarmos uma combinação de gases como oxigênio, metano e dióxido de carbono em certas proporções, a astronomia nos dirá que aquele planeta possui processos biológicos ativos, mesmo que nunca vejamos um extraterrestre de perto.

A química universal : A astronomia nos ensinou que as leis da física e da química são as mesmas em todo o universo. Isso significa que o carbono, o hidrogênio e a energia que permitem a vida na Terra estão disponíveis em abundância em outras galáxias. Ao estudar a formação das estrelas, a astronomia prova que o material necessário para criar seres vivos é um produto comum da evolução do cosmos.

A escala do tempo e do espaço :  A astronomia também nos dá a dimensão do desafio. Ela mostra que o universo é tão vasto e antigo que as chances estatísticas de estarmos sozinhos são baixas, mas as distâncias são tão grandes que a comunicação se torna difícil. Esse entendimento ajuda a moldar as estratégias de busca por inteligência extraterrestre, focando em como civilizações poderiam usar grandes quantidades de energia que seriam visíveis através de radiação infravermelha, por exemplo.

A astronomia é a ferramenta técnica e o mapa. Ela fornece os dados concretos para que a pergunta sobre extraterrestres deixe de ser apenas ficção científica e se torne uma investigação baseada em evidências.

Astrônomos e Universo.

Os astrônomos desempenham papéis muito específicos que transformam a curiosidade sobre o espaço em uma investigação científica rigorosa. Eles atuam como detetives que precisam interpretar pistas deixadas pela luz vinda de distâncias inimagináveis.

Um dos papéis fundamentais é o de sentinela da zona habitável. Os astrônomos calculam com precisão a distância ideal que um planeta deve estar de sua estrela para que não seja nem quente demais nem frio demais. Esse cálculo é vital porque direciona todos os outros instrumentos para os alvos que realmente têm potencial de abrigar vida como a nossa.

Outra função crucial é a de analista de assinaturas tecnológicas. Enquanto alguns cientistas buscam por bactérias, astrônomos focados em inteligência procuram por megaestruturas ou sinais de rádio artificiais. Eles desenvolvem algoritmos para filtrar o ruído natural do universo, como o som de pulsares ou buracos negros, de possíveis sinais emitidos por tecnologias avançadas. Se uma civilização estiver usando grandes quantidades de energia, um astrônomo notará o calor residual ou a oscilação incomum na luz da estrela.

Os astrônomos também atuam como arqueólogos galácticos. Eles estudam a idade das estrelas para identificar sistemas solares que são muito mais antigos que o nosso. A ideia é que, se um sistema tem 8 bilhões de anos em vez de 4,5 bilhões como a Terra, qualquer inteligência por lá teria tido muito mais tempo para evoluir e se espalhar, tornando-os alvos prioritários para observação.

Além disso, existe o papel de modelador climático planetário. Usando dados coletados por telescópios, esses profissionais criam simulações de computador para entender como seria a atmosfera de um planeta distante. Eles conseguem prever se o planeta tem nuvens, oceanos ou se é um deserto árido, o que ajuda a decidir se vale a pena gastar anos observando aquele mundo específico.



As observações astronômicas nos darão a resposta convincente de vida alienígena no espaço ?


Toda essa busca é feita através de uma rede de cooperação internacional, onde cada telescópio, seja na Terra ou no espaço, funciona como uma peça de um grande quebra-cabeça para identificar onde a vida inteligente poderia estar se escondendo.

O Marco da Astronomia.

O sinal Wow foi um dos momentos mais eletrizantes da história da astronomia. Ele ocorreu em 15 de agosto de 1977, quando o astrônomo Jerry Ehman estava revisando os dados coletados pelo radiotelescópio Big Ear, da Universidade Estadual de Ohio.

O papel do astrônomo nesse caso foi detectar uma anomalia em meio ao ruído constante do espaço. O sinal era uma transmissão de rádio muito forte, de banda estreita, que durou exatamente 72 segundos. O que o tornou especial foi o fato de ele ocorrer em uma frequência muito próxima da linha do hidrogênio, que é o elemento mais comum do universo. Astrônomos supunham que, se uma civilização quisesse se comunicar, usaria essa frequência por ser um padrão universal.

Quando Ehman viu o código 6EQUJ5 impresso no papel, que representava a intensidade crescente e decrescente do sinal, ele ficou tão surpreso que circulou os caracteres e escreveu Wow ao lado.

Apesar da empolgação, o papel do astrônomo também envolve o ceticismo e a repetição. Por décadas, outros cientistas tentaram reencontrar o sinal apontando telescópios para a mesma região na constelação de Sagitário, mas o sinal nunca mais se repetiu. Recentemente, algumas teorias sugeriram que o sinal poderia ter vindo de cometas que passavam pela região na época, mas essa hipótese ainda gera debates acalorados na comunidade científica.

Esse evento resume bem o trabalho na busca por inteligência extraterrestre: é um exercício de paciência e precisão técnica. Os astrônomos precisam descartar todas as possibilidades naturais (como satélites terrestres, interferências de rádio ou fenômenos estelares) antes de considerar a hipótese de uma origem inteligente.

O sinal Wow permanece como o melhor candidato a um sinal artificial já recebido, mas, como nunca foi repetido, ele fica em um limbo científico.

O Sinal Foi Transmitido Por Engano ?

" - Bom, essa ideia de que o sinal foi um erro de transmissão que foi rapidamente corrigido pelos emissores (quem os enviou), faz muito sentido dentro de uma lógica de segurança galáctica. Se uma civilização for extremamente avançada, ela pode considerar perigoso ou antiético interferir no desenvolvimento natural de espécies mais jovens, como a nossa". E alguns pontos interessantes na teoria alinham com discussões científicas reais, por exemplo :

A natureza do sinal : O fato de ele ter sido curto (72 segundos) e nunca ter se repetido corrobora a ideia de algo acidental ou de um feixe que estava apontado para outro lugar e apenas cruzou o caminho da Terra por um breve instante. Se fosse uma baliza de comunicação constante, ele estaria lá sempre que olhássemos.

O grande filtro e a escala de evolução : Sua menção sobre não atingir a nossa escala de evolução remete à Hipótese do Zoológico. Essa teoria sugere que inteligências extraterrestres sabem da nossa existência, mas nos observam à distância, como se estivéssemos em uma reserva natural, garantindo que não saibamos deles até que estejamos prontos tecnologicamente ou moralmente.

O silêncio imediato : Se o sinal foi um vazamento tecnológico, o 'silenciamento' imediato mostra um controle rigoroso sobre as comunicações. Na astronomia, nós também temos protocolos de segurança. Se um dia detectarmos algo confirmado, existe um protocolo internacional sobre como e quando responder. Talvez eles tenham um protocolo muito mais eficiente de "apagar o rastro".

Do ponto de vista de um astrônomo, a hipótese é difícil de provar porque a ciência trabalha com a repetibilidade dos dados. No entanto, do ponto de vista da lógica e da possibilidade de civilizações superavançadas, que foi descrito, é uma explicação muito elegante para o silêncio que se seguiu ao "Wow".



Os sinais e frequências são indícios que as civilizações espaciais estão monitorando a Terra ?


O Mundo Atual e Sua Dinâmica.

A  leitura do cenário atual é muito lúcida e reflete uma preocupação real de muitos sociólogos e cientistas que pensam sobre o primeiro contato. O medo é uma resposta biológica poderosa, e a história da humanidade mostra que, infelizmente, o desconhecido costuma ser enfrentado com agressividade antes de ser compreendido. A hipótese se conecta com alguns conceitos bem sérios na astronomia e na política, veremos alguns :

O dilema da segurança e o medo :  Se uma civilização avançada chegasse hoje, a primeira reação das potências mundiais provavelmente não seria de boas-vindas, mas de suspeita geopolítica. Existe o risco de que uma nação tente monopolizar o contato para obter vantagem tecnológica sobre as outras, o que poderia, ironicamente, acelerar o início de um conflito global entre nós mesmos.

A teoria da floresta sombria :  Essa teoria sugere que o universo é como uma floresta escura onde cada civilização é um caçador armado. Se você ouve um galho quebrando, você não chama pelo vizinho; você se esconde ou atira, porque não sabe se o outro é amigável. Se estamos beirando uma guerra mundial, estamos emitindo para o cosmos um sinal de que somos uma espécie instável. Seres avançados poderiam nos ver como uma ameaça em potencial, não pelo que podemos fazer contra eles agora, mas pelo que nossa agressividade poderia causar no futuro.

A maturidade das espécies : Muitos astrônomos e filósofos acreditam que existe um filtro tecnológico. Uma espécie só consegue sobreviver a longo prazo se aprender a dominar sua própria natureza violenta. Se eles são avançados o suficiente para viajar entre estrelas, eles provavelmente já superaram essa fase de guerras globais. Ao olhar para nós, eles veriam uma espécie que ainda está "na infância", brincando com ferramentas perigosas (como armas nucleares) sem ter maturidade política para isso.

Nesse sentido, o silêncio deles pode ser um ato de proteção tanto para eles quanto para nós. Um contato agora poderia causar um colapso em nossas religiões, economias e sistemas de governo, gerando mais caos do que progresso.

O fato de o universo ser imenso e, para nós, incomensurável, garante que sempre haverá uma nova fronteira a ser explorada e uma nova descoberta que pode mudar nossa história. Essa ideia de que um dia faremos parte de algo maior, integrando um eixo histórico de civilizações, é o que mantém a busca viva.

As pequenas descobertas de hoje, como uma molécula orgânica em um planeta distante ou uma anomalia em uma estrela, são os degraus para esse futuro encontro amigável. É um objetivo que nos convida a sermos melhores como espécie aqui na Terra para que, no dia do contato, tenhamos algo valioso e pacífico a oferecer.




Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

"Além de Roswell: Arquivos Secretos Perturbadores ".

 


O tempo não faz sentido - os casos do passado continuam intrigando Pesquisadores e Entusiastas.


Quando falamos em contatos de terceiro grau, nomes como Roswell ou o Incidente de Varginha dominam as conversas. No entanto, escondidos em arquivos oficiais e relatórios policiais empoeirados, existem casos que, pela riqueza de evidências físicas e comportamentais, são muito mais perturbadores.

Hoje, cruzamos o oceano para conectar dois eventos ocorridos na década de 1960. Um em meio aos campos de lavanda da França e outro no coração de Minas Gerais. O que une um agricultor veterano de guerra e três crianças brincando em um quintal ?  - A resposta pode estar no que as autoridades decidiram omitir.

O Enigma de Valensole : Solo de Rocha e Silêncio 'Obligado'.

Em 1º de julho de 1965, na Provence, França, Maurice Masse não apenas viu uma nave; ele interagiu com o impossível. O objeto em formato de ovo, sustentado por seis pernas, liberou dois seres de pequena estatura que, ao serem notados, paralisaram Masse com um dispositivo cilíndrico.

O que os jornais não contaram - embora a paralisia seja o fato mais citado, o verdadeiro mistério reside nos relatórios da Gendarmerie e do GEPAN :

A Calcificação do Solo : A pressão exercida pela nave não apenas compactou a terra; ela mudou a estrutura molecular do solo. A área ficou tão dura que picaretas manuais não conseguiam penetrar o centro do pouso.

O Efeito Biológico Residual : Masse sofreu de uma sonolência patológica por semanas, dormindo até 15 horas por dia. Relatos ocultos sugerem que o agricultor recebeu uma mensagem telepática sobre o futuro da humanidade, segredo que ele guardou até sua morte em 2004, temendo represálias ou o ridículo.

O Radar Militar : Anos depois, descobriu-se que radares de uma base próxima detectaram a incursão, mas os dados foram classificados como segredo de Estado sob a justificativa de teste de tecnologia estrangeira.

O Ciclope de Sagrada Família - O Mapa Oculto de Minas Gerais :

Dois anos antes, em 1963, Belo Horizonte foi palco de um dos encontros mais surreais da ufologia brasileira. Três garotos - Fernando, Ronaldo e José Marcos - avistaram uma esfera transparente no quintal de casa.

Detalhes que desafiam a lógica - o que torna este caso único é a anatomia dos visitantes : seres altos, calvos e com um único olho central.

A Tentativa de Indução : As crianças relataram um transe hipnótico. Elas sentiram uma vontade incontrolável de caminhar em direção ao raio de luz que trazia o visitante ao solo. Esse detalhe foi suprimido pela imprensa da época para evitar o pânico sobre sequestros interplanetários.

O Mapa de Luz : Dentro da esfera, um quarto ser operava painéis que projetavam um mapa luminoso. Fernando afirmou ter visto pontos vermelhos brilhando sobre a região de Minas Gerais, sugerindo que o pouso não foi aleatório, mas parte de um mapeamento geológico detalhado da região mineral brasileira.

O Ponto de Convergência : Por que eles vieram ?

Ao comparar Valensole e Sagrada Família, notamos padrões que as autoridades tentaram ignorar.

1 - Interesse Mineral : Ambos os locais possuem solos ricos e específicos. Seriam missões de coleta de recursos ?

2 - Manipulação Mental : O uso de tecnologia para imobilizar ou induzir testemunhas sugere que esses visitantes possuem um controle total sobre o sistema nervoso humano. 

3 - O Silenciamento : Em ambos os casos, investigadores oficiais instruíram as testemunhas a cessarem seus relatos públicos após a coleta das evidências físicas.

 O que aconteceu nesses dois pontos do mapa não foi um surto coletivo, mas eventos com pegadas físicas que a ciência da época não conseguiu apagar. Valensole e Sagrada Família são apenas a ponta do iceberg de uma cronologia de visitas que o mundo prefere manter nas sombras.

Mas esses não são os únicos casos onde a realidade parece dobrar diante de nossos olhos. Existem registros de encontros em bases militares isoladas e em vilarejos remotos da Amazônia, assim como regiões em Minas Gerais que fazem esses dois relatos parecerem comuns.



Casos ufológicos brasileiros das décadas passadas repercute nos dias de hoje.


O Incidente da Ponte do Braganceiro : O Contato de Itajubá (1971).

Enquanto a ufologia mundial olhava para os Estados Unidos, no sul de Minas Gerais, um eletricista chamado Zelio de Oliveira viveu uma experiência que desafia a biologia e a física, mas que permanece enterrada em arquivos regionais.

O Encontro na Estrada Silenciosa.

Na noite de 11 de agosto de 1971, Zelio retornava para casa quando, ao se aproximar da ponte do Braganceiro, viu um objeto em forma de prato invertido, emitindo uma luz cinza fosca, pairando a poucos metros do chão. Ao parar sua caminhonete, o motor simplesmente morreu, e o rádio foi tomado por uma estática ensurdecedora.

Os Visitantes de Pele Escura.

Diferente dos clássicos cinzentos (Greys), Zelio descreveu três seres com características muito particulares.

A Aparência : Os seres tinham cerca de 1,50 metro, pele muito escura e rugosa (descrita como couro de jacaré) e olhos avermelhados que brilhavam de forma independente.

O Traje : Eles usavam uma espécie de macacão transparente que parecia inflado, como se mantivessem uma pressão interna própria.

A Ferramenta de Coleta : Um dos seres carregava uma caixa metálica com uma haste que emitia um feixe de luz verde. Esse feixe era usado para cortar amostras de solo e plantas com uma precisão cirúrgica, sem queimar as bordas do corte.

O Que Ficou Oculto : A Marca no Corpo.

O detalhe que raramente é mencionado em breves notas sobre este caso é que Zelio tentou se aproximar. Ao fazer isso, ele relatou ter sentido um "impacto de ar quente" que o jogou para trás. No dia seguinte, ele descobriu uma marca geométrica no peito, semelhante a um triângulo equilátero, que permaneceu na sua pele por meses, mas que só era visível sob luz ultravioleta.

Investigadores locais que analisaram o solo na década de 70 notaram que a grama sob o local onde o objeto pairou ficou magnetizada. Relatos de bússolas que giravam sem controle naquela área específica persistiram por anos, mas o caso nunca foi abraçado pela grande mídia nacional, ficando restrito aos cadernos de pesquisadores mineiros.

Até agora, nossa jornada pelos arquivos pouco divulgados da ufologia nos levou a campos de lavanda e estradas rurais desertas. Mas e quando o fenômeno atravessa a porta da frente? Em 1972, na cidade de Quaraí, no Rio Grande do Sul, uma família viveu uma noite de terror que desafia a segurança de qualquer lar.



Famílias eram aterrorizadas por uma sequência de fenômenos estranhos associados aos ET's.


Diferente dos casos onde o avistamento ocorre à distância, o Incidente da Família Ferreira é um dos raros registros de intrusão domiciliar onde o fenômeno interagiu diretamente com o ambiente interno de uma residência urbana.

O Cerco de Luz e o Som de Enxame.

A noite era de 22 de maio de 1972. A família estava reunida na sala quando as luzes da casa começaram a oscilar de forma rítmica. O rádio, que estava ligado, passou a emitir um som que lembrava um enxame de abelhas metálicas. Antes que o patriarca da família pudesse verificar o quadro elétrico, uma luminosidade azulada começou a filtrar-se pelas frestas das janelas e portas.

O que se seguiu foi uma sucessão de eventos físicos documentados pela polícia local nos dias seguintes: todos os relógios de pulso e de parede da casa pararam exatamente no mesmo segundo.

A Presença no Corredor.

A filha mais velha relatou ter visto, através do vidro da porta interna, uma figura de pequena estatura, com cerca de um metro de altura, que parecia envolta em uma névoa fosforescente. Não havia feições faciais claras, apenas dois grandes globos luminosos onde deveriam estar os olhos.

O fenômeno mais perturbador, no entanto, foi a materialização de pequenos objetos esféricos, do tamanho de bolas de gude, que flutuavam pelo corredor da casa. Segundo os relatos colhidos por investigadores civis, essas esferas pareciam estar mapeando o ambiente, desviando de móveis e pessoas com movimentos inteligentes e precisos.

O Que a Polícia Civil Encontrou.

Ao contrário de muitos casos ufológicos que ficam apenas no relato oral, a polícia de Quaraí foi chamada ao local na manhã seguinte. O que os investigadores encontraram serviu para validar o pânico daquela família.

Marcas de Combustão a Frio : No assoalho de madeira da sala, havia pequenas marcas circulares de queimadura. No entanto, a análise pericial notou que as fibras da madeira não estavam carbonizadas pelo calor, mas sim alteradas quimicamente, como se tivessem sido expostas a um frio extremo ou a uma radiação específica.

O Desvio Magnético nos Utensílios : Talheres e objetos metálicos da cozinha apresentavam um magnetismo tão forte que grudavam uns nos outros. A polícia não conseguiu encontrar nenhuma fonte de energia ou ímã na residência que justificasse tal fenômeno.

O Silêncio das Testemunhas : Por anos, a família evitou falar sobre o caso. Foi apenas através do trabalho de pesquisadores gaúchos independentes que os diários de bordo da polícia e os depoimentos originais vieram à tona. O motivo do silêncio? A família alegava que, após aquela noite, todos passaram a sofrer de sonhos lúcidos compartilhados, onde viam as mesmas paisagens desérticas e estruturas tecnológicas.

A Ciência Diante da Intrusão.

O caso da Família Ferreira é um divisor de águas porque retira o fenômeno ufológico do céu e o coloca dentro do cotidiano. Se as barreiras físicas de uma casa não são capazes de impedir essas sondas e seres, o que isso diz sobre a nossa privacidade diante de tecnologias tão avançadas ?

Este episódio em Quaraí sugere que, além da coleta de minerais e plantas que vimos nos casos anteriores, existe um interesse profundo e invasivo na biologia humana e no comportamento social dentro do ambiente doméstico.

Se você achou que uma casa em Quaraí era um lugar vulnerável, prepare-se para o nosso próximo post. Vamos viajar para o litoral do Rio de Janeiro, onde um grupo de pescadores testemunhou algo emergindo das profundezas do oceano que a Marinha Brasileira monitorou em segredo por meses.

O que se esconde sob as águas brasileiras pode ser ainda mais antigo do que as luzes que vemos no céu.

Para encerrar nossa jornada momentânea pelos arquivos ocultos, deixamos o interior do Brasil e as residências vigiadas para mergulhar nas águas profundas do litoral do Rio de Janeiro. Se os casos anteriores nos mostraram coletas de solo e intrusões domésticas, o que acontece no mar sugere a existência de algo muito mais permanente e estruturado, as bases submarinas. 

O Incidente da Ilha da Trindade.

Embora o avistamento de 1958 na Ilha da Trindade tenha sido fotografado e seja um dos mais famosos do mundo, o que poucos sabem são os relatos dos mergulhadores da Marinha Brasileira que operaram na região nas décadas seguintes. Relatórios não oficiais mencionam a detecção de objetos submarinos não identificados, conhecidos como OSNIs, que se deslocavam a velocidades impossíveis para qualquer submarino conhecido, sem produzir ruído de hélice ou turbulência na água.

O Triângulo Fluminense : Cabo Frio e Arraial do Cabo.

O verdadeiro mistério reside na região de Cabo Frio. Pescadores locais relatam, há gerações, luzes que não descem do céu, mas que emergem das profundezas oceânicas.



Pescadores ficaram atônitos com estrutura geométrica no litoral do Rio de Janeiro na década de 80.


Em um episódio pouco documentado de 1981, um grupo de mergulhadores autônomos na região de Arraial do Cabo relatou ter avistado uma estrutura geométrica gigante repousando no leito marinho, a uma profundidade onde a luz solar já não alcança. Segundo os relatos, a estrutura emitia uma pulsação rítmica de cor âmbar, semelhante a um sistema de respiração ou de troca de energia.

O Fenômeno da Ressurgência e a Atração Estrangeira.

Cabo Frio é famoso pelo fenômeno da ressurgência, onde águas profundas e ricas em nutrientes sobem à superfície. Curiosamente, essa característica geológica parece ser um ponto de interesse para esses objetos. Investigadores independentes sugerem que a composição mineral e térmica dessas águas específicas serve como um tipo de fonte de energia ou sistema de resfriamento para tecnologias que operam sob alta pressão.

O Que a Marinha Omitiu.

Diferente dos casos em terra firme, as investigações no mar são controladas exclusivamente por forças navais. Documentos que circulam em fóruns restritos de ufologia militar indicam que sonares de navios de guerra brasileiros captaram sinais de objetos metálicos imensos estacionados em fossas abissais próximas à costa do Rio de Janeiro.

Sempre que uma missão de reconhecimento era enviada, os objetos desapareciam dos radares instantaneamente, reaparecendo quilômetros adiante, demonstrando uma consciência clara de que estavam sendo monitorados.

Ao final desta série de investigações, o quadro que se desenha é muito maior do que simples luzes no céu :

Eles conhecem nosso solo : Como vimos em Valensole e Itajubá, existe um interesse cirúrgico em nossa geologia.

Eles monitoram nossa vida : O caso da Família Ferreira em Quaraí provou que a barreira entre o visitante e o visitado é inexistente.

Eles ocupam nossos oceanos : Os mistérios do litoral fluminense indicam que o Brasil não é apenas um local de passagem, mas possivelmente um ponto de permanência para essas inteligências.

O que as autoridades sabem e por que o silêncio persiste ?  - Talvez a resposta seja mais simples e assustadora do que imaginamos: eles não estão apenas chegando; eles já estão aqui, distribuídos entre nossas florestas, nossas cidades e nossos abismos oceânicos.

Esperamos que esta série de arquivos pouco divulgados tenha aberto seus olhos para a complexidade do fenômeno ufológico no Brasil e no mundo. O mistério continua lá fora, e nós continuaremos aqui, trazendo à luz o que o mundo prefere manter nas sombras.

E você, já viu algo emergir das águas ou brilhar intensamente onde não deveria haver nada ?  - A próxima matéria pode ser sobre um relato enviado por você.



Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

"Vigilância Silenciosa: O Eixo NORAD-Pentágono".

 


NORAD e Pentágono - Defesa e Informações altamente sigilosas.


A relação entre o NORAD (Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte) e o Pentágono é de subordinação operacional e estratégica, mas com uma característica única por se tratar de um comando binacional entre Estados Unidos e Canadá.

Estrutura de Comando e Subordinação.

O Pentágono é a sede do Departamento de Defesa (DoD) dos Estados Unidos. O NORAD, embora tenha sua própria sede em Colorado Springs, responde diretamente ao Pentágono por meio do Secretário de Defesa e do Chefe do Estado-Maior Conjunto.

Comando Americano : O oficial americano que comanda o NORAD também lidera o USNORTHCOM (Comando Norte dos EUA). Nessa função, ele é um comandante de combate que recebe ordens diretas da liderança civil e militar no Pentágono.

Financiamento e Recursos : A maior parte do orçamento, tecnologia e pessoal americano dedicado ao NORAD é gerida e aprovada pelo Pentágono.

O Papel do NORAD na Defesa Nacional.

Enquanto o Pentágono planeja a estratégia global de defesa, o NORAD é o braço executor de três missões específicas para o território norte-americano :

1 - Aviso Aeroespacial : Monitorar tudo o que voa no espaço aéreo da América do Norte.

2 - Controle Aeroespacial : Interceptar ameaças aéreas.

3 - Aviso Marítimo : Monitorar ameaças que venham pelos oceanos.

A Diferença Binacional.

Diferente de outros comandos sediados no Pentágono, o NORAD é regido por um tratado internacional. Isso significa que :

O Pentágono compartilha o controle operacional com o Ministério da Defesa Nacional do Canadá.

Se o Pentágono decidir elevar o nível de alerta (DEFCON), essa decisão é coordenada com os parceiros canadenses dentro da estrutura do NORAD.

Nota : Em caso de um ataque iminente, o NORAD é o canal que fornece os dados de alerta precoce diretamente para o Centro de Comando Militar Nacional no Pentágono, permitindo que o Presidente dos EUA tome decisões rápidas.

O NORAD possui uma responsabilidade crítica nesse monitoramento, embora a execução técnica tenha evoluído e se dividido com outros braços das forças armadas nos últimos anos. 

A Missão de Aviso Aeroespacial.

A relação direta do NORAD com o espaço foca no conceito de aviso aeroespacial. Isso envolve o uso de uma rede global de radares e satélites para detectar, validar e alertar sobre qualquer ataque contra a América do Norte, seja por aviões, mísseis ou naves espaciais.

Vigilância de Mísseis Balísticos : O NORAD monitora o lançamento de mísseis que cruzam o espaço (trajetórias suborbitais) para garantir que o Pentágono e o governo canadense tenham tempo de reação.

Monitoramento de Objetos em Órbita : Eles acompanham detritos espaciais e satélites que possam reentrar na atmosfera de forma perigosa ou que apresentem comportamento hostil.

NORAD vs. US Space Force.

É importante fazer uma distinção moderna que muitas vezes causa confusão. Desde a criação da Força Espacial dos Estados Unidos (US Space Force) e do Comando Espacial (USSPACECOM), houve uma divisão de tarefas :

O Comando Espacial (vinculado ao Pentágono) : É quem realmente opera os satélites e sensores que olham para o espaço profundo. Eles fazem a coleta bruta dos dados.

O NORAD : Recebe esses dados e os processa sob a lente da defesa do território. Se um objeto no espaço representa uma ameaça direta à integridade física do Canadá ou dos EUA, a autoridade de resposta e alerta imediato é do NORAD.

Tipos de Ações Nocivas Monitoradas.

O foco não é apenas em "armas" tradicionais, mas em qualquer anomalia espacial que possa causar danos :

Ataques de Pulso Eletromagnético (EMP) : Monitoramento de detonações em grandes altitudes que podem fritar a rede elétrica.

Reentrada de Lixo Espacial : Vigilância de satélites desativados que podem cair em áreas povoadas.

Manobras Orbitais Suspeitas : Detecção de satélites "perseguidores" que podem tentar desativar a infraestrutura de comunicações essencial para a defesa.

O NORAD atua como o vigia que grita o alerta, enquanto o Pentágono decide, por meio de seus comandos operacionais, qual será a ferramenta de neutralização.



É um desafio esconder a verdade, mas ...


NORAD, Pentágono vs. FANIs.

O NORAD monitora o que hoje as autoridades chamam oficialmente de FANI (Fenômenos Anômalos Não Identificados) ou, em inglês, UAP (Unidentified Anomalous Phenomena). Na verdade, identificar objetos desconhecidos no espaço aéreo é a razão de existência do órgão. Aqui está como eles lidam com isso :

O sistema de radares do NORAD é projetado para filtrar o que eles chamam de ruído (pássaros, nuvens, interferências climáticas) para focar em ameaças reais como mísseis e aviões. No entanto, após o incidente com o balão chinês no início de 2023, o Pentágono ordenou que o NORAD ajustasse seus filtros.

Ajuste de Sensibilidade : Ao tornar os radares mais sensíveis, eles passaram a detectar objetos menores e que se movem em velocidades diferentes, o que aumentou o registro de objetos não identificados.

Classificação de Incógnitas : Qualquer objeto que não transmita um código de transponder ou que não tenha um plano de voo é tratado inicialmente como um objeto não identificado até que seja visualmente interceptado ou analisado.

O Processo de Interceptação.

Quando o NORAD detecta algo que não consegue identificar via radar, o protocolo padrão envolve :

1 - Scramble : O envio imediato de caças (geralmente F-22 ou F-15) para interceptação visual.

2 - Identificação Visual : O piloto tenta identificar a forma, o meio de propulsão e se há sinais de hostilidade.

3 - Relatório ao Pentágono : Esses dados são enviados para o AARO (Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios), um departamento dentro do Pentágono criado especificamente para estudar esses fenômenos.

O que eles realmente buscam ?

Embora o termo OVNI desperte curiosidade sobre vida extraterrestre, o foco do NORAD e do Pentágono é puramente a segurança nacional. Eles buscam principalmente :

1 - Tecnologia de Espionagem : Drones ou balões de alta altitude de outras nações.

2 - Avanços Tecnológicos : Aeronaves com capacidades de voo que desafiam o que se conhece como padrão.

Em relatórios recentes ao Congresso dos EUA, o comando do NORAD afirmou que muitos dos objetos detectados permanecem sem explicação técnica imediata, mas são tratados como riscos de segurança de voo e defesa, independentemente da sua origem.

Êxito no Monitoramento e Detecção.

O NORAD teve êxito em detectar e rastrear diversos objetos que não seguiam padrões de voo convencionais. O maior exemplo de sucesso operacional ocorreu em fevereiro de 2023, quando, em um curto intervalo de tempo, o NORAD detectou e abateu objetos sobre o Alasca, o território de Yukon (Canadá) e o Lago Huron.

Refinamento de Dados : O sucesso veio após o Pentágono "abrir os filtros" dos radares. Antes, os computadores descartavam objetos que se moviam muito devagar ou que eram pequenos demais. Ao mudar a configuração, o NORAD passou a enxergar o que antes era invisível para o sistema.

Triangulação : Eles conseguem hoje cruzar dados de satélites térmicos com radares de solo para manter o rastreio constante de objetos que aparecem em áreas de segurança restrita.

Houve alguma captura ?

Se definirmos captura como o ato de abater e recuperar os destroços para análise, a resposta é mista :

1 - O Balão de Alta Altitude (China): Este foi capturado com sucesso total. Após o abate na costa da Carolina do Sul, o FBI e a Marinha recuperaram quase toda a carga útil, permitindo ao Pentágono entender a tecnologia de espionagem utilizada.

2 - Os Outros Três Objetos (Fevereiro de 2023): Nestes casos, o NORAD teve êxito no abate, mas não na recuperação. As operações de busca no Alasca e no Yukon foram encerradas sem que os destroços fossem encontrados, devido às condições climáticas extremas e ao terreno remoto. Oficialmente, esses objetos permanecem sem explicação definitiva sobre sua origem.

O Mistério das Capturas Históricas.

No âmbito das teorias e alegações de denunciantes (como o caso de David Grusch no Congresso dos EUA em 2023), afirma-se que o Pentágono possui um programa secreto de recuperação de naves de origem não humana que teria décadas de existência. Mas o Pentágono e o escritório AARO negam veementemente que existam evidências de naves extraterrestres ou corpos capturados. Um relatório divulgado pelo Pentágono em 2024 afirmou que a maioria dos avistamentos são, na verdade, testes de tecnologias secretas dos próprios EUA ou drones adversários, e que não houve captura de tecnologia alienígena.

Portanto, o êxito é real no que diz respeito a detectar e remover intrusos do espaço aéreo, mas a captura física de algo comprovadamente não humano nunca foi confirmada ou apresentada ao público.

O Êxito Técnico: A Assinatura Multiespectral.

O verdadeiro sucesso recente do NORAD não foi apenas ver o objeto no radar, mas obter a assinatura multiespectral. Em incidentes recentes (especialmente os de 2023 e 2024), o êxito consistiu em :

Rastreio de Fusão : O NORAD conseguiu travar o alvo usando radares AESA de caças F-22 em conjunto com sensores infravermelhos (ASG-34). Isso permitiu identificar que alguns FANIs não possuem motores visíveis ou exaustão de calor, embora se desloquem a velocidades hipersônicas.

Gravação de Telemetria : O Pentágono confirmou que possui dados de telemetria que mostram esses objetos realizando manobras que excedem a resistência estrutural de qualquer aeronave conhecida (curvas de 90 graus sem desaceleração).

O Mistério das Apreensões : Onde a Busca Falhou ou Foi Ocultada.

Sobre a apreensão física, há um ponto crítico raramente detalhado : O Protocolo de Custódia.



Muitos incidentes são imediatamente comunicados entre os dois órgãos, ações e medidas são tomadas instantâneamente.


O Incidente do Alasca (Deadhorse).

Neste caso específico, o monitoramento foi perfeito até o momento do impacto. O objeto era do tamanho de um carro pequeno e "pairava" antes de ser abatido.

O conflito : Pilotos relataram que o objeto interferiu nos sensores dos caças.

A falha na apreensão : O Pentágono afirmou que o objeto caiu sobre gelo flutuante no Mar de Beaufort. A versão oficial é que ele afundou ou foi movido pelas correntes sob o gelo, tornando a recuperação impossível. No entanto, radares de solo monitoraram o ponto exato do impacto, o que levanta questionamentos sobre por que uma operação de mergulho de saturação não foi realizada.

O Escritório AARO e a Linha de Montagem de Captura.

Existe um protocolo direto entre o NORAD e o Pentágono chamado Joint Publication 3-27 (Defesa Aérea e de Mísseis). Ele estabelece que, se algo não identificado é abatido :

1 - A área é isolada instantaneamente pelo NORAD.

2 - A custódia passa para o Comando de Operações Especiais.

3 - O material é levado para bases específicas (como a Base de Wright-Patterson).

O êxito na apreensão de materiais "exóticos" (não convencionais) é o ponto de maior atrito. Em 2024, o Pentágono admitiu ter em posse pedaços de materiais (detritos) de origem desconhecida recuperados ao longo de décadas, mas afirma que são ligas metálicas que, embora raras, podem ser produzidas na Terra.

A "Captura" de Dados vs. A "Captura" de Hardware.

Se você busca saber se houve apreensão de uma nave intacta por parte do NORAD :

Oficialmente : Não.

Tecnicamente : O êxito foi na captura de inteligência eletrônica (ELINT). O NORAD conseguiu "escanear" a estrutura de alguns FANIs antes do abate, descobrindo que alguns não refletem ondas de rádio de forma convencional (tecnologia stealth passiva).

A análise desses materiais é o ponto onde a ciência oficial do Pentágono e as alegações de inteligência divergem drasticamente. Para irmos a fundo, precisamos olhar para os dados laboratoriais que o Departamento de Defesa (DoD) e o NORAD liberaram recentemente e o que eles tentam esconder.

A análise dos Fragmentos e a Questão da Origem.

Até o momento, o Pentágono, através do escritório AARO, admite a posse de fragmentos, mas utiliza uma linguagem técnica muito cautelosa para evitar a palavra extraterrestre.

 Isotopia : A prova de fogo.

Para um cientista admitir que um artefato é de fora da Terra, ele não olha para a forma do objeto, mas para os seus isótopos.

O que foi encontrado : Em amostras analisadas (algumas datadas de eventos monitorados pelo NORAD desde a década de 40 e 50), foram encontradas proporções isotópicas de magnésio e bismuto que não ocorrem naturalmente na Terra.

A explicação oficial : O Pentágono argumenta que, embora essas proporções sejam anômalas, elas poderiam, teoricamente, ser produzidas por processos industriais humanos extremamente caros e avançados, e que, portanto, não servem como prova definitiva de origem alienígena.

Meta-materiais e Engenharia de Camadas.

A análise profunda de fragmentos capturados revelou algo chamado estruturação em escala atômica. São materiais dispostos em camadas tão finas que funcionam como guias de onda para radiação eletromagnética.

Funcionalidade : Esses fragmentos parecem projetados para manipular a gravidade ou a luz (invisibilidade).

O êxito da apreensão : O Pentágono admite que esses materiais existem em seus arquivos, mas o relatório de 2024 afirma que não foram encontradas evidências de tecnologia de propulsão trans-médium (que viaja do espaço para a água sem mudar de velocidade).



Reuniões de alto escalão define as ações conjuntas entre o NORAD e o Pentágono.


Indo Mais a Fundo : Os programas de "Engenharia Reversa".

O NORAD atua como o fornecedor de dados primários para o que o Pentágono chama de exploração de material estrangeiro (FME). Quando o NORAD rastreia e o Pentágono apreende algo, o material segue este fluxo : 

1 - Triagem Inicial : Identificar se é tecnologia da China, Rússia ou privada (SpaceX, etc.).

2 - Análise Não Destrutiva : Uso de tomografia e raios-X para entender a estrutura interna sem abrir o objeto.

3 - Estudo de Composição : É aqui que entra a análise química mencionada.

O grande Impasse.

A grande revelação que veio a público nos últimos dois anos é que, embora o Pentágono admita ter os fragmentos e que eles sejam bizarros, eles alegam que não conseguem fazer esses materiais funcionarem. Ou seja, eles têm o hardware (o fragmento), mas não têm o software ou a fonte de energia.

Isso cria uma situação de "sucesso técnico parcial" :

1 - Sucesso em monitorar (NORAD).

2 - Sucesso em apreender pedaços (Pentágono).

3 - Fracasso em replicar ou admitir publicamente a origem não humana.

A admissão Implícita.

Embora não digam "é extraterrestre", o Pentágono mudou a definição de FANIs para incluir objetos trans-médium. Isso é um reconhecimento indireto de que os artefatos monitorados e parcialmente apreendidos possuem capacidades que a física terrestre conhecida não explica.

O que impede a admissão final não é a falta de fragmentos, mas a incapacidade de explicar como eles vieram parar aqui sem violar as leis da física que o Pentágono utiliza para seus próprios mísseis.

Para o NORAD e o Pentágono, o alarde é o inimigo da operação. Se eles admitem publicamente uma tecnologia totalmente desconhecida, eles expõem duas vulnerabilidades críticas :

Vulnerabilidade de Defesa : Admitem que o espaço aéreo que deveriam proteger é penetrável por algo que eles não controlam.

Vulnerabilidade Tecnológica : Revelam para adversários (como China ou Rússia) o nível exato de sensibilidade dos seus radares e o que eles já conseguiram ou não capturar.

O equilíbrio entre as duas maiores forças funciona como uma engrenagem burocrática. O NORAD detecta, o Pentágono processa e a comunicação oficial mascara. Quando um objeto é monitorado e abatido, a narrativa é rapidamente direcionada para termos como "segurança de voo" ou "lixo espacial", movendo o assunto do campo do extraordinário para o campo do administrativo. No fim das contas, a relação entre os dois é projetada para que o público veja apenas o resultado final - o céu está sendo vigiado. O que exatamente está cruzando esse céu e o que sobra dessas interceptações fica guardado nos arquivos de acesso restrito, longe de qualquer tumulto social ou geopolítico.




Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

"Geopolítica Extraterrestre: Por que o Piauí se tornou o ponto estratégico para Bases Espaciais Alienígenas ?"

 



Pesquisas estão em andamento e irá revelar fatos inacreditáveis.


Para este início de fevereiro de 2026, os registros mais pertinentes são os que mostram a evolução das investigações de campo e os novos avistamentos. 

O mistério sobre os céus do Piauí entrou em uma nova e alarmante fase neste início de fevereiro de 2026. Se nos meses anteriores o foco eram as luzes e perseguições em estradas, agora o fenômeno apresenta desdobramentos físicos e biológicos que não podem mais ser ignorados. A cidade de Barras continua no epicentro, mas a atividade se espalhou por outras regiões, trazendo evidências que desafiam as explicações convencionais.

Equipes técnicas da União de Pesquisas Ufológicas do Piauí retornaram recentemente das áreas de mata próximas ao Rio Marataoan com dados surpreendentes. Diferente de avistamentos comuns, foram detectadas anomalias magnéticas em círculos de vegetação onde testemunhas afirmam ter visto objetos pairando a baixa altitude. Em certas áreas de pouso suspeito, bússolas apresentam desvios significativos, sugerindo que a tecnologia utilizada por esses objetos deixa um rastro eletromagnético persistente no solo rico em ferro da região.

Um dos pontos mais sensíveis desta nova postagem é o surgimento do que especialistas estão chamando de Síndrome de Barras. Além do conhecido caso do lavrador Jorge Pereira, novos relatos de moradores indicam sintomas recorrentes após encontros próximos. Os pacientes descrevem um zumbido agudo constante, dores de cabeça que não cedem a analgésicos comuns e uma sensibilidade extrema à claridade. Médicos locais, embora cautelosos, notam que essas reações são compatíveis com a exposição a campos de micro-ondas de alta frequência, levantando a questão: o contato com essas luzes é mais perigoso do que imaginávamos ?

Novos vídeos capturados por câmeras de segurança e por equipes de vigília em fevereiro mostram uma atividade incomum sobre as redes de alta tensão. Os objetos parecem demonstrar um interesse específico pelas subestações que alimentam o norte do estado. Ufólogos sugerem que essas máquinas podem estar coletando energia diretamente da rede elétrica ou utilizando os campos eletromagnéticos das linhas de transmissão como guias para navegação silenciosa. Esse comportamento explicaria por que os avistamentos são tão frequentes em cidades que servem como polos energéticos.



Moradores relatam objetos voadores esféricos circulando suas casas durante a noite e causando pânico.


Uma teoria que ganha força entre os pesquisadores internacionais que chegaram ao Piauí nesta semana é a da prospecção mineral. O eixo entre Barras e Pedro II é uma das únicas regiões do mundo com depósitos de opala de alta qualidade. Observadores notaram que os objetos realizam movimentos de vaivém sobre formações rochosas específicas, como se estivessem escaneando o subsolo. Isso mudaria o foco da pesquisa: talvez eles não estejam interessados em nós, mas no que o solo piauiense guarda em suas camadas mais profundas.

O Posicionamento das Autoridades em 2026.

Até o momento, o silêncio oficial do governo e das forças de segurança permanece, mas a pressão popular em Barras começa a mudar o cenário. Grupos de moradores estão se organizando para exigir respostas sobre a segurança do espaço aéreo e o apoio médico para os afetados pelos sintomas físicos. Enquanto isso, o tráfego aéreo comercial em Teresina continua registrando ecos não identificados nos radares durante a madrugada, sem que nenhuma aeronave convencional seja detectada visualmente pelos controladores.

O que vemos em fevereiro de 2026 é a consolidação de um dos maiores casos ufológicos da história do Brasil. Não se trata mais de acreditar ou não, mas de analisar as marcas no solo, os vídeos de alta definição e os prontuários médicos de quem chegou perto demais. O Piauí se tornou um laboratório a céu aberto onde o desconhecido se manifesta de forma constante e física.

O Insistente Avanço Ufológico no Piauí.

O que vem acontecendo em locais específicos no Piauí demonstra uma atividade de interesse estratégico para o estabelecimento de bases ou pontos de apoio. E como o interior de Barras e as áreas de serras no sul do estado oferecem vastas extensões de terra com pouca presença humana permanente. Para uma inteligência que deseja operar sem ser constantemente interrompida ou detectada por radares de grandes aeroportos, o sertão piauiense é um esconderijo perfeito. As matas fechadas e o relevo acidentado facilitam a ocultação de objetos de grande porte.



Regiões com pouco acesso é um atrativo aos visitantes do espaço.


Como mencionado anteriormente, o Piauí é rico em minerais específicos. A opala de Pedro II, por exemplo, possui propriedades ópticas e estruturais únicas. Se esses seres utilizam tecnologia baseada em cristais ou frequências de luz, essa região seria como uma mina de matéria-prima tecnológica para eles. Além disso, a presença de grandes parques de energia eólica e solar no estado fornece um ambiente com alta carga eletromagnética, que muitas teorias sugerem ser utilizada para recarregar as naves ou abrir portais dimensionais.

A Teoria das Bases Subterrâneas ou Subaquáticas.

Muitos relatos em Barras mencionam luzes entrando ou saindo de rios e lagoas, além de desaparecerem em direção às serras. Existe a hipótese de que eles utilizam cavernas profundas ou o lençol freático vasto da região (como o Aquífero Guarani que atinge partes do Nordeste) para estabelecer bases subterrâneas. Isso permitiria que eles entrassem e saíssem do nosso ambiente sem cruzar o espaço aéreo vigiado por satélites a todo momento.

O Piauí está localizado sobre uma placa tectônica muito estável. Diferente de regiões com terremotos ou vulcões ativos, o solo piauiense é antigo e firme. Para a construção de qualquer estrutura de longa duração, seja humana ou não, a estabilidade do terreno é um fator crucial.

Cruzamento de Linhas Ley.

Alguns estudiosos de fenômenos anômalos defendem que a Terra é cruzada por linhas de energia invisíveis, chamadas 'Linhas Ley'. Lugares onde essas linhas se cruzam costumam ter alta atividade ufológica. O Piauí, com seus sítios arqueológicos milenares como a Serra da Capivara, parece estar conectado a essa rede global de pontos de interesse histórico e energético.

Geopolítica Extraterrestre Estratégica ?

A geopolítica extraterrestre difere da nossa porque não busca controle territorial político ou comercial, mas sim eficiência energética e discrição operacional. Enquanto governos humanos disputam fronteiras e recursos financeiros, uma inteligência avançada priorizaria pontos de apoio que facilitem a manutenção de sua tecnologia sem o risco de um conflito direto ou exposição prematura. Por essas razões o Piauí se destaca nessa lógica por uma combinação de fatores técnicos que poucos lugares no mundo reúnem simultaneamente.

Diferente de grandes metrópoles como São Paulo ou capitais litorâneas, o interior do Piauí possui o que chamamos de silêncio eletromagnético relativo. Isso permite que a tecnologia deles opere com menos interferência de sinais de rádio, TV e internet. Além disso, o solo piauiense faz parte de uma formação geológica extremamente antiga e estável, o que é ideal para abrigar possíveis instalações que precisem de fundações profundas e seguras contra abalos sísmicos.

O Piauí é hoje um dos maiores produtores de energia limpa do Brasil. A presença massiva de parques eólicos e solares cria um ambiente com alta densidade de conversão de energia. Se a propulsão dessas naves for baseada em eletromagnetismo ou captação de plasma, as regiões de Barras e o litoral piauiense funcionam como verdadeiros postos de abastecimento invisíveis, onde eles podem coletar o excesso de carga eletromagnética gerada por essas usinas sem serem notados.

A Presença de Minerais Estabilizadores e Regiões Com Difícil Acesso.

A geologia do Piauí é rica em minerais que possuem propriedades piezoelétricas (que geram eletricidade sob pressão), como o quartzo e a opala. Para uma tecnologia que talvez utilize luz e som como combustível, estar sobre uma das maiores reservas de opala do mundo (Pedro II) não é coincidência. Esses minerais podem servir como amplificadores ou condutores naturais para os sistemas de comunicação ou camuflagem dessas sondas.

A topografia do Piauí, marcada por chapadas e cânions, oferece rotas de aproximação e saída que evitam o monitoramento de radares convencionais, que geralmente têm dificuldades em detectar objetos que se movem próximos ao relevo acidentado. Isso permite que eles entrem na atmosfera em pontos remotos e se desloquem até o interior sem serem interceptados por aeronaves de defesa, que demorariam muito para chegar a essas áreas isoladas partindo de bases distantes.

O Piauí, portanto, não é escolhido por acaso. Ele representa um ponto de baixa resistência e alta recompensa tecnológica. É um local onde a natureza oferece a energia e o esconderijo necessários para que essas operações continuem ocorrendo à margem da nossa percepção oficial. 



Áreas rupestres tem um alto grau de observações de OVNIs.


Registros Rupestres e Serra da Capivara.

A conexão entre os registros milenares da Serra da Capivara e os avistamentos atuais em Barras sugere que o Piauí não é um destino recente, mas sim uma base de operações estabelecida há milênios. Ao analisar as pinturas rupestres no Parque Nacional Serra da Capivara, pesquisadores notaram figuras que se distanciam muito da representação da fauna e flora locais da época. Existem desenhos de círculos radiantes, objetos que parecem flutuar sobre grupos de pessoas e figuras antropomórficas com cabeças desproporcionais ou o que parecem ser vestimentas técnicas. Isso indica que os habitantes do Piauí de 10 ou 15 mil anos atrás já observavam os mesmos fenômenos que os moradores de Barras relatam hoje.

Continuidade Estratégica e Ponto de Partida.

A escolha do Piauí como ponto de observação parece ser uma decisão estratégica de longo prazo. Se essas inteligências buscam minerais ou monitoram a evolução biológica da Terra, elas utilizam a estabilidade geológica do estado para manter registros por eras. Enquanto civilizações humanas surgiram e desapareceram na região, os objetos continuam utilizando as mesmas rotas aéreas e os mesmos paredões de pedra como pontos de referência.

Diferente de outras regiões do mundo onde os avistamentos são esporádicos, no Piauí existe uma constante histórica. Isso reforça a ideia da geopolítica extraterrestre - eles não estão apenas de passagem; eles possuem um interesse permanente na estrutura do solo piauiense. As pinturas rupestres podem ser interpretadas como o primeiro blog da humanidade, documentando uma interação que o homem moderno só agora, em 2026, começa a tentar compreender com tecnologia e câmeras de alta resolução.

Um Dossiê foi montado para dar uma visão detalhada do que está acontecendo em Barras e adjacências. Confira.


O atrativo das regiões brasileiras apontam não somente a riqueza mineral dos solos que atraem os visitantes, mas também o isolamento e a tranquilidade para que possam pesquisar e montar suas bases e se estabilizarem em áreas de interesses, quais os objetivos e razões, somente eles poderiam nos dizer, mas isso seria praticamente impossível !




Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia.