Governo dos EUA Publica Sexto Lote de Arquivos do Programa PURSUE com Relatórios Financeiros Militares e Filmagens Históricas.
O Departamento de Guerra dos Estados Unidos disponibilizou nesta sexta-feira (18/09/2026) o sexto lote de documentos e registros desclassificados sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados através do portal oficial do programa PURSUE.
A iniciativa, impulsionada por determinação da administração presidencial para a abertura de acervos governamentais, adiciona novos arquivos multimídia e relatórios administrativos ao acervo público mantido na plataforma federal.
Entre os destaques da publicação do sexto lote está a liberação da filmagem histórica do caso registrado em julho de 1952 na cidade de Tremonton, no estado de Utah. As imagens, capturadas na época pelo suboficial da Marinha Delbert C. Newhouse, mostram um grupo de dez a quatorze objetos brilhantes cruzando o céu em formação circular.
O acervo do Projeto Blue Book, também integrado nesta remessa, inclui apresentações do Capitão Edward J. Ruppelt e arquivos da Força Aérea reconhecendo que cerca de vinte por cento das centenas de casos analisados no período permaneceram sem explicação conclusiva das autoridades.
A liberação traz também relatórios de despesas do programa AAWSAP, conduzido entre 2008 e 2012 sob contrato com a empresa do empresário Robert Bigelow. Os relatórios detalham a alocação de aproximadamente vinte e dois milhões de dólares pela Agência de Inteligência de Defesa para a investigação de tecnologias aeroespaciais avançadas e avistamentos relatados por tripulações militares e civis.
O porta-voz do Pentágono e assistente para Assuntos Públicos, Sean Parnell, confirmou em nota oficial que o programa PURSUE continuará recebendo novas atualizações em fluxo contínuo. As equipes técnicas e agências parceiras seguem trabalhando no processamento e na triagem dos próximos lotes de documentos que serão incorporados ao portal oficial.
O processo de desclassificação massiva de documentos sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados conduzido pelo governo norte-americano alcançou uma nova etapa com a liberação do sexto lote no portal do programa PURSUE.
O movimento, apresentado sob a bandeira de uma transparência histórica sem precedentes impulsionada pela administração federal, disponibiliza dezenas de relatórios em formato digital, arquivos de áudio e gravações de vídeo desclassificados.
No entanto, a análise fria e independente do acervo liberado nesta sexta-feira revela que, longe de entregar respostas conceituais ou dados de alta fidelidade sobre a real natureza do fenômeno, a estratégia de divulgação continua operando sob o modelo de sobrecarga burocrática e pulverização de arquivos históricos.
"A rotina de processamento no arquivo federal expõe a estratégia de transparência controlada, onde montanhas de caixas físicas e interfaces digitais retro-alimentam o público com dados brutos, enquanto os arquivos de alta resolução permanecem retidos".
A anatomia do sexto pacote publicado no portal -- demonstra como o aparato institucional lida com a pressão pública e com a exigência de abertura de dados. O lote atual traz como um de seus principais pilares visuais a inclusão das gravações do caso ocorrido em 'Tremonton', no estado de Utah, no ano de 1952.
O registro em filme, realizado pelo suboficial da Marinha Delbert C. Newhouse, mostra pequenos pontos luminosos cortando o céu em formações atípicas. Embora a inclusão de registros do clássico Projeto Blue Book possua valor histórico para a preservação documental da casuística moderna, a decisão de colocar o foco principal em filmagens de mais de sete décadas atrás expõe uma evasiva evidente quanto às capacidades tecnológicas de monitoramento atual do governo dos Estados Unidos.
Ao lado dos registros das décadas de 1950 e 1960, o sexto lote traz relatórios de auditoria financeira referentes ao Programa de Aplicação do Sistema Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais, o AAWSAP, conduzido sob contrato pela "Bigelow Aerospace" entre os anos de 2008 e 2012.
Os papéis detalham a alocação de vinte e dois milhões de dólares pela Agência de Inteligência de Defesa para a investigação de tecnologias exóticas e assinaturas de propulsão. Contudo, a divulgação limita-se quase exclusivamente a planilhas de gastos, memórias de cálculo contratuais, sumários executivos autorizados por tarjas pretas e transcrições de reuniões burocráticas, desprovidas de anexo técnico com análises de engenharia reversa ou amostras físicas conclusivas.
Essa contradição técnica entre a sofisticação dos sistemas de defesa e a mediocridade do material publicado é o ponto central da crítica investigativa. O governo americano opera uma infraestrutura de inteligência global que inclui satélites de detecção óptica avançada, sensores de infravermelho de alta resolução e matrizes de radar de fase capazes de mapear objetos minúsculos em órbitas baixas e na superfície oceânica.
Apesar disso, o público e a comunidade científica recebem novamente vídeos de sensores militares e converte dados brutos em imagens pinceladas e documentos administrativos sem contextualização científica.
A narrativa oficial defende que a disponibilização do acervo bruto sem filtros ou interpretações prévias permite que pesquisadores civis trabalhem de forma autônoma na análise das ocorrências. No entanto, o envio constante de centenas de arquivos desconexos, onde o joio da burocracia cobre o trigo da evidência física, funciona na prática como uma barreira de fumaça.
A profusão de relatórios inconclusivos sobrecarrega o debate e dilui o impacto de casos reais, mantendo os episódios de interação direta com tecnologia não humana sob o manto do sigilo das agências de defesa.
Declarações oficiais vinculadas ao lançamento do sexto lote confirmam que o processamento de novas remessas de arquivos segue de forma contínua no âmbito da diretiva de 'unsealing' do sistema PURSUE. As equipes operacionais e os organismos de inteligência parceiros trabalham no gerenciamento dos lotes subsequentes que alimentarão a plataforma federal.
Enquanto as liberações mantiverem o foco na reciclagem de casos históricos e na exposição de planilhas administrativas, a política de transparência controlada continuará a ser questionada por quem busca dados científicos reais e a verdadeira extensão da presença e do conhecimento governamental sobre o fenômeno.
*Governo Trump disponibiliza novo acesso - Arquivos sobre UAPs.
Fonte Integrada : War.Gov.
GBUcast.
Lote UAP's Sexto OVNI's Burocracia Governo
Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia (2026).







