Casos de incidentes entre Aviões e OVNIs/UAPs - tem originado uma corrida nas investigações por toda América Latina.
A aviação comercial na América Latina enfrenta um desafio crescente que vai além do clima ou do tráfego intenso - a presença frequente de Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs). De Brasília a Santiago, aeroportos têm se tornado palco de avistamentos que desafiam a física e obrigam autoridades a tomar decisões drásticas de segurança.
Brasil : O Fenômeno nos Céus do Sul e Sudeste.
Nos últimos anos, o Brasil registrou uma onda de avistamentos concentrada principalmente nos aeroportos Salgado Filho (Porto Alegre) e Florianópolis. Entre o final de 2022 e o início de 2023, diversos pilotos de companhias comerciais relataram luzes realizando movimentos acrobáticos e variando de intensidade.
As comunicações com a torre de controle de Porto Alegre foram gravadas, onde pilotos descreviam luzes que não correspondiam a satélites ou drones convencionais, dada a altitude e a velocidade de deslocamento. O Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta) monitorou os eventos, embora nem sempre os objetos aparecessem nos radares primários.
Chile : O Caso do Aeroporto de Santiago.
O Chile é um dos países mais transparentes sobre o assunto, possuindo um órgão oficial chamado CEFAA. Um dos casos mais emblemáticos ocorreu nas proximidades do Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez, onde múltiplos funcionários da torre e pilotos observaram um objeto metálico que permanecia estático contra ventos fortes antes de acelerar instantaneamente.
Peru : O Incidente em Lima.
O Aeroporto Internacional Jorge Chávez, em Lima, também possui registros interessantes. Em 2017, vídeos feitos por funcionários do aeroporto mostraram dois objetos voadores não identificados pairando sobre a pista, o que levou à suspensão temporária de algumas operações de solo por precaução.
Casos Detalhados no Brasil : De Norte a Sul.
No Norte, os relatos costumam ser de objetos com luminosidade intensa e comportamento errático.
Belém (PA) : Em agosto de 2023, um avistamento significativo foi registrado por pilotos que chegavam à capital paraense. O objeto foi descrito como uma luz estática que mudava de cor antes de desaparecer em alta velocidade.
Rota Brasília/Marabá : Em abril de 2023, a 34 mil pés, um piloto relatou uma luz amarela esbranquiçada que girava no sentido anti-horário, assemelhando-se a um farol de pouso, mas em uma altitude e posição onde não havia outras aeronaves reportadas no radar.
O Nordeste tem registros recentes que chamam a atenção pela multiplicidade de objetos.
Teresina (PI) : Em novembro de 2024, dois pilotos informaram a observação de três aeronaves com luzes brilhantes que se aproximavam e se afastavam simultaneamente, mantendo a mesma altitude. O contato durou cerca de 10 minutos.
Mossoró (RN) : Em agosto de 2024, foi reportado um objeto que alternava cores entre vermelho e azul, deslocando-se em uma velocidade incompatível com drones comerciais na região.
No Centro-Oeste, os encontros com OVNIs/UAPs tem exigido habilidades técnicas dos pilotos.
Tocantins e Goiás : Em maio de 2024, um piloto perto de Palmas solicitou manobra de subida para evitar colisão com um objeto que emitia luzes brancas e vermelhas, não detectado pelo radar.
Barra do Garças (MT) : É um caso icônico onde a cidade possui um aeródromo específico para OVNIs (o Discoporto). Recentemente, em 2024, relatos de luzes que seguem veículos e aeronaves na Serra do Roncador voltaram a ganhar força nos registros locais.
O interior do Brasil tem um histórico de ocorrências com aviões e OVNIs acima da média na América do Sul.
O Sudeste tem um histórico de observações do fenômeno mais intenso do país.
Pirassununga (SP) : Em fevereiro de 2024, aeronaves próximas à Academia da Força Aérea relataram luzes brancas intensas, a observação e acompanhamento durou cerca de 30 minutos, vistos pelos técnicos em solo e pelos pilotos que voavam nas proximidades.
São José dos Campos (SP) : Histórico por ser o epicentro da Noite Oficial dos OVNIs (1986), o aeroporto continua sendo um ponto de observação técnica devido à presença de engenheiros da Embraer e militares que monitoram o espaço aéreo constantemente. Houve relatos não oficiais de objetos atravessando a região em alta velocidade e desaparecendo sem qualquer rastro aparente, ou seja, nenhuma detecção pelos radares.
O Sul é, atualmente, a área com maior volume de relatos documentados.
Porto Alegre e Navegantes : Entre 2023 e o início de 2025, dezenas de pilotos da Latam e Azul descreveram luzes que "brincavam" entre si. Em um relato de novembro de 2024 em Curitiba, um objeto foi visto realizando movimentos em zigue-zague, algo impossível para aviões de asa fixa.
Cascavel e Foz do Iguaçu (PR) : Em 2024, foram registrados objetos de tamanho considerável (descritos como 1/5 do tamanho do para-brisa do avião) que realizavam deslocamentos laterais rápidos. Uma testemunha em solo, revelou que um objeto emitindo inúmeras cores pairou próximo a cabeceira da pista de Cascavel e após o incidente subiu verticalmente em alta velocidade até desparecer visualmente do céu da cidade; procurada, ela não quis revelar sua identidade e mais detalhes, pois temia perder seu emprego no aeroporto.
Casos na América Latina (Além do Foco Inicial).
Peru : O Incidente de La Joya.
Um caso esquecido, mas detalhado, envolve a base aérea de La Joya. Um objeto em forma de taça flutuou sobre a base e um caça foi enviado para abatê-lo. O piloto disparou mais de 60 projéteis que simplesmente atravessaram o objeto sem causar danos, sugerindo uma natureza não sólida ou tecnologia de absorção de impacto.
México: Aeroporto de Campeche.
Em um dos casos mais documentados por câmeras infravermelhas da Força Aérea Mexicana, 11 objetos invisíveis a olho nu, mas visíveis no calor (FLIR), cercaram um avião patrulha. Os objetos pareciam escoltar a aeronave, mantendo formação perfeita antes de desaparecerem.
No Brasil, a geografia dos avistamentos desenha um mapa de alta estranheza que corta o país de Norte a Sul. Na Região Norte, o eixo Belém-Marabá destaca-se por relatos de objetos com luminosidade intensa. Em abril de 2023, um registro a 34 mil pés descreveu uma luz amarela esbranquiçada girando no sentido anti-horário, assemelhando-se a um farol de pouso, mas em uma altitude onde nenhuma outra aeronave estava presente no radar.
Ao descermos para o Nordeste, aeroportos como o de Teresina e Mossoró tornaram-se pontos de observação técnica. Em novembro de 2024, tripulações informaram a presença de três objetos brilhantes que mantinham uma formação triangular perfeita, aproximando-se e afastando-se das aeronaves comerciais por cerca de 10 minutos, um tempo de permanência que descarta meteoros ou lixo espacial.
Entretanto, é no Sul que a crise de segurança aérea se tornou mais evidente. Entre o final de 2022 e o início de 2025, o Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, viveu semanas de tensão. Pilotos das maiores companhias do país (Azul e Latam) relataram luzes que "brincavam" entre si na zona de aproximação final. As gravações da torre de controle revelam a perplexidade dos controladores ao confirmarem que, embora os pilotos vissem as luzes, o radar primário muitas vezes permanecia limpo, sugerindo tecnologias de baixa detectabilidade.
Aeroportos como o de Brasília BR - tem detectado anomalias nos radares com certa frequência.
O Caso Histórico de 1977 no Aeroporto de Brasília.
Muitas vezes esquecido por causa da famosa Noite Oficial dos OVNIs (1986), o incidente de 29 de maio de 1977 é um dos mais impressionantes.
Naquela noite, radares do aeroporto de Brasília detectaram um objeto sobrevoando o Palácio da Alvorada e a Esplanada dos Ministérios. A torre de controle contatou um piloto de caça da FAB que estava na região. O diálogo, hoje desclassificado, mostra a torre informando: "Apareceu novamente, está sobre o aeroporto". O piloto confirmou o contato visual, descrevendo uma luz azul que se deslocava de forma inteligente antes de sumir em altíssima velocidade.
Embora os avistamentos da Noite Oficial tenham ocorrido mais sobre São Paulo e Rio de Janeiro, o Aeroporto de Brasília e o Cindacta I foram os protagonistas técnicos.
Foi em Brasília que os controladores detectaram os 21 objetos sólidos nos radares. Um avião Xingu, que partiu de Brasília com destino a São José dos Campos (levando o então presidente da Embraer, Ozires Silva), foi um dos primeiros a tentar perseguir as luzes após receber alertas do centro de controle da capital. Os áudios mostram a precisão técnica dos controladores de Brasília ao tentar guiar os pilotos para os alvos invisíveis aos olhos, mas presentes no radar.
Brasília é o elo entre a ufologia e a burocracia oficial. É lá que o Comando da Aeronáutica recebe e arquiva esses relatos. Com relação a Geopolítica, o fato de objetos sobrevoarem a sede do governo e o aeroporto da capital traz uma conotação de segurança nacional, e promove a utilização de radares mais avançados do país, o que elimina muitas teorias de "falhas técnicas" quando algo é detectado simultaneamente por olhos humanos e máquinas.
Zonas de Transição e Espera (Holding Points).
Os pontos de maior incidência não costumam ser exatamente sobre a pista, mas sim nos pontos de espera, onde os aviões aguardam autorização para pousar.
Terminal São Paulo (TMA-SP) : A região entre São José dos Campos e a Serra do Mar é um dos pontos mais ativos. Pilotos em rota para Guarulhos ou Congonhas frequentemente relatam luzes que acompanham a aeronave durante a descida, especialmente quando estão cruzando a camada de nuvens.
Eixo Sul (Curitiba - Porto Alegre) : Este é, atualmente, o corredor com mais relatos no Brasil. O ponto geográfico próximo à cidade de Caxias do Sul e o litoral de Santa Catarina (próximo a Navegantes) são citados repetidamente em áudios de controle por pilotos que observam luzes realizando movimentos circulares enquanto as aeronaves iniciam os procedimentos de aproximação.
Comparativos - Pontos de Aproximação sobre a Costa (América Latina).
Na América Latina, há uma frequência altíssima em aeroportos costeiros, onde os objetos parecem surgir do oceano ou mergulhar nele. Por exemplo :
Lima, Peru : A aproximação para o Aeroporto Jorge Chávez é feita sobre o Oceano Pacífico. Controladores e pilotos relatam que os fenômenos costumam aparecer no setor oeste (mar), muitas vezes movendo-se em direção à Cordilheira dos Andes em velocidades que os radares de aproximação têm dificuldade de processar.
Santiago, Chile : O ponto de entrada para o aeroporto Arturo Merino Benítez, vindo do norte, é considerado uma zona de avistamentos constantes. O CEFAA (órgão oficial chileno) possui diversos registros de objetos que cruzam a rota de aproximação final, obrigando pilotos a reportarem a presença para evitar colisões.
Por que pontos específicos ?
Altitude de Cruzeiro vs. Descida : A maioria dos relatos ocorre quando o avião sai da altitude de cruzeiro (acima de 30 mil pés) e começa a descida. Nesse estágio, o céu está mais limpo de nuvens altas e a atenção do piloto está voltada para o exterior da cabine e para os instrumentos de navegação.
Áreas de Baixa Poluição Luminosa : Muitos desses pontos de aproximação passam por áreas de preservação ou mar, onde o contraste do céu escuro facilita a visualização de luzes anômalas que não são satélites ou outras aeronaves.
Monitoramento de Radar : Esses pontos possuem cobertura total de radar. Isso permite que o piloto confronte o que vê com o que a torre informa. Se o piloto vê uma luz e a torre diz que o radar está limpo, o caso é classificado como um fenômeno de interesse ufológico.
Na América Latina o nível de observações tem aumentado e as autoridades relatam estar fora de controle e sem qualquer explicação plausível.
Zona Triangular de Observações.
Se você traçar uma linha no mapa entre o interior de São Paulo (Pirassununga/São José dos Campos), o litoral de Santa Catarina e a região metropolitana de Porto Alegre, encontrará o que muitos pesquisadores chamam de triângulo de observação técnica. É nesta rota que as maiores companhias aéreas do país operam e onde os pilotos, por estarem em voos curtos e constantes, acabam se tornando observadores privilegiados.
Na América Latina, existem pontos específicos conhecidos como portais ou zonas de alta estranheza que já causaram interrupções reais e documentadas em operações aeroportuárias. Diferente de avistamentos casuais, esses casos geraram registros em diários de bordo e relatórios de segurança operacional. Os países com mais incidentes e registros de observações são obrigados a reposicionar as aeronaves até que as interferências destes objetos cessem, abrindo caminho para a normalização operacional dos aeroportos.
O Peru é um dos países com maior índice de interferência em voos comerciais. O ponto geográfico de maior tensão fica sobre a costa do Oceano Pacífico, na rota de aproximação final para a pista 15/33 (Aeroporto Jorge Chávez).
Relembrando um incidente recente, em fevereiro de 2017, o aeroporto de Lima teve suas operações de solo e decolagens suspensas temporariamente devido à presença de dois objetos luminosos estacionários sobre a área de manobra das aeronaves. O caso foi documentado pela CORPAC (Corporação Peruana de Aeroportos e Aviação Comercial). Os radares captaram os objetos, mas as tripulações em solo podiam vê-los a olho nu, o que forçou a torre a manter os aviões em órbita até que o espaço aéreo fosse considerado seguro.
O Chile possui um ponto geográfico crítico próximo à Cordilheira dos Andes, na rota de entrada norte do aeroporto de Santiago (Aeroporto Arturo Merino Benítez).
Existem registros de casos onde aeronaves em procedimento de descida tiveram que realizar manobras de desvio ou arremetidas após a detecção de Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs). O CEFAA (Comitê de Estudos de Fenômenos Aéreos Anômalos do Chile) já analisou vídeos onde objetos cruzam a pista em velocidades supersônicas no momento exato em que aviões comerciais estão estabilizados para o pouso, gerando alertas de colisão nos sistemas de bordo.
Na Colômbia (Aeroporto José María Córdova), localizado em Rionegro, este aeroporto é cercado por montanhas e é famoso pelo caso de 2023, onde um objeto em forma de poliedro foi filmado de muito perto por um piloto de uma aeronave pequena (o caso do modelo de avião Cessna).
Nesta região, a frequência de objetos que entram na rota aérea de aproximação é alta. Já houve relatos de pilotos que precisaram "segurar" o pouso em altitudes mais elevadas (fazer órbitas de espera) porque luzes não identificadas estavam cruzando o eixo da pista. A geografia montanhosa de Medellín parece servir como um corredor para esses deslocamentos.
Como mencionado anteriormente, este é o ponto mais quente do Brasil atualmente. O ponto geográfico exato fica no quadrante sul/sudeste do Aeroporto Salgado Filho.
Há relatos de inúmeros avistamentos em cidades com grande fluxo aeronáutico.
Em novembro de 2022, a frequência de avistamentos foi tão intensa que as comunicações da torre de controle com os pilotos da Azul e Latam duraram horas. Embora não tenha havido um cancelamento total do aeroporto, vários pilotos relataram que as luzes realizavam movimentos que interceptavam as trajetórias de descida programadas. Isso exige que o piloto redobre a atenção e, em alguns casos, solicite vetoração de radar diferente da rota padrão para manter a separação de segurança.
Consequências Técnicas nas Operações.
É importante detalhar por que esses objetos causam arremetidas ou suspensão de voos :
1 - Risco de Colisão (Mid-air collision) : Qualquer objeto não identificado no radar ou visível na trajetória de pouso é tratado como um drone ou aeronave invasora. O protocolo de segurança obriga a arremetida imediata.
2 - Invasão de Espaço Aéreo Restrito : Aeroportos são áreas de exclusão. Quando um objeto paira sobre a pista, como ocorreu em Lima e na China, o aeroporto é fechado porque não se conhece a natureza da propulsão do objeto (que pode causar turbulência de esteira ou interferência eletromagnética).
3 - Interferência nos Instrumentos : Existem relatos de pilotos na América Latina que, ao se aproximarem desses objetos perto de aeroportos, notaram oscilações nas bússolas e nos sistemas de comunicação por rádio.
Basicamente, os aeroportos citados foram os que mais sofreram interferências ufológicas em um período curto de tempo na aviação comercial latina.
No Brasil, o fechamento total de um aeroporto internacional por OVNIs é raro devido à política de "manutenção de fluxo", mas as arremetidas e mudanças de rota são documentadas em áudios e relatórios. Isso prova que, para as autoridades tomarem a decisão de parar um aeroporto, o objeto avistado precisa representar um risco físico real e iminente, e não apenas uma ilusão de ótica.
A conclusão que podemos tirar desses episódios, especialmente ao analisar os dados do Brasil e da América Latina, vai muito além da curiosidade ufológica. Ela entra no campo da segurança de voo e da soberania do espaço aéreo. Sem fugir as linhas de hipóteses, não estamos lidando com ilusões de ótica ou alucinações coletivas. Pois, quando um fenômeno é observado simultaneamente por olhos humanos (pilotos e controladores); sensores eletrônicos (radares primários e secundários); sistemas de bordo (sensores de calor ou câmeras infravermelhas); isso confirma a presença de um objeto físico ou de um fenômeno que interage com a matéria e a energia. A recorrência em aeroportos ocorre porque esses são os locais com a maior concentração de sensores e observadores treinados do planeta.
Ao observar os casos, compreendemos que esses objetos demonstram o que a inteligência militar chama de comportamento deliberado. Eles não se movem como balões ou detritos espaciais, eles pairam sobre cabeceiras de pista ou centros de controle, realizam manobras que excedem a resistência estrutural de qualquer aeronave humana conhecida, e em muitos casos, como na Noite Oficial dos OVNIs no Brasil, os objetos pareciam "brincar" ou reagir às manobras dos jatos de caça, mantendo distância ou acelerando quando perseguidos.
A maior lição para as autoridades é que esses fenômenos representam um risco operacional. Uma arremetida ou o fechamento de um aeroporto não são decisões tomadas de ânimo leve, a presença de tráfego não identificado e não comunicável em rotas de aproximação é o pior cenário para um controlador de voo, o fato de objetos entrarem em áreas restritas (como Brasília ou Santiago) sem serem identificados mostra uma lacuna na defesa aérea global.
Podemos compreender que existe uma mudança de postura. Países como Chile e Peru criaram órgãos oficiais (CEFAA e DIFAA) para estudar isso de forma técnica e transparente. O Brasil, através do Arquivo Nacional, tem liberado documentos que antes eram ultrassecretos. Isso indica que o assunto saiu do campo da "ficção" e se tornou um problema de engenharia e segurança que precisa de investigação científica séria.
A grande mensagem é que os aeroportos da América Latina são verdadeiros laboratórios de observação. O fenômeno é real, frequente e possui um impacto direto na aviação comercial. Não se trata de "se" os pilotos verão algo, mas de "quando" o próximo encontro ocorrerá, especialmente em zonas atuais de enorme evidências como o sul do Brasil e a costa do Peru.
Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia.




















