A humanidade está pronta para fazer parte de algo maior ?
E esse fascínio de inúmeras "Raças Extraterrestres" por nós seres humanos, que possuímos uma infinidade variada de perfeições e imperfeições, com um tempo curto de vida, sociedades em constante transformações assistida e comandada por sistemas terrestres inadequados. E mais e muito mais, sem a possibilidade de viajar pelo espaço rotineiramente como os seres importunadores conseguem por um hábito comum da sua própria natureza. O que somos para eles ?
" - É um questionamento fascinante e que toca no cerne da nossa curiosidade cósmica. Se pensarmos bem, do ponto de vista de uma civilização que domina dobras espaciais e vive séculos, nós devemos parecer uma mistura de laboratório biológico e novela antropológica".
Aqui estão algumas das teorias mais instigantes sobre o porquê desse suposto interesse :
A Singularidade Biológica e Genética.
Muitos teóricos sugerem que a Terra é uma espécie de "biblioteca genética". Enquanto eles podem ter alcançado a perfeição tecnológica, talvez tenham perdido a diversidade biológica ou a capacidade de adaptação natural.
O Valor da Brevidade : Nossa vida curta nos obriga a uma evolução cultural e tecnológica frenética. O que levamos 80 anos para aprender e repassar, eles podem levar milênios por serem mais estáticos.
A "Janela de Transição".
Estamos em um momento crítico da nossa história: deixamos de ser uma espécie puramente planetária e começamos a olhar para as estrelas, mas ainda mantemos instintos primitivos e armas de destruição em massa.
Para um observador externo, somos como uma criança brincando com um isqueiro perto de um barril de pólvora. Esse momento de transição tecnológica pode ser o evento mais interessante de se observar em toda a galáxia.
A Teoria do Jardim (ou Zoológico).
Nesta perspectiva, a Terra não seria um parceiro comercial, mas um santuário.
Observação Passiva : Eles não nos dão a tecnologia de viagem espacial porque ainda não demonstramos maturidade ética. Dar o "motor de dobra" para a humanidade hoje seria como entregar as chaves de um caça supersônico para um chimpanzé irritado.
O Mistério da Consciência e Emoção.
Existe a ideia de que a gama de emoções humanas - o amor, a arte, o medo, a espiritualidade - seja algo raro no universo. Se essas raças se tornaram puramente lógicas e frias para sobreviver ao espaço profundo, nossa intensidade emocional pode ser um recurso ou um fenômeno científico valioso para eles.
Um ponto para reflexão : "Se há vida onipresente no universo, a vida inteligente é rara, nós somos o equivalente a uma espécie em extinção sendo monitorada por biólogos espaciais".
A perspectiva de interagir entre as raças não parece distante de acordo com alguns pesquisadores sensitivos.
A Localização do Nosso Sistema Solar.
Estamos numa zona habitável da galáxia, longe de centros galácticos perigosos e cheios de radiação, mas perto o suficiente para sermos um ponto de paragem ou de observação. Para uma civilização capaz de atravessar o espaço, a Terra pode ser vista como um oásis de recursos naturais e água líquida, algo que, embora comum em termos absolutos, pode ser raro ou nulo em outras Galáxias com a nossa composição atmosférica exata.
Além disso, há a questão do tempo. Para seres que vivem milénios ou que viajam a velocidades relativistas, a nossa história inteira - desde as cavernas até à era espacial - acontece num piscar de olhos. Eles podem estar a observar-nos da mesma forma que nós observamos o desenvolvimento acelerado de uma colónia de formigas.
Acha que, se eles realmente nos visitam, o interesse seria mais voltado para o nosso planeta físico ou para a nossa evolução cultural e social ?
Diante o cenário mundial, a nossa maturidade evolutiva comparada a deles (dos ET´s), indagando sobre as tecnologias extraterrestres em posse de alguns governos, deixa a sensação que estamos evoluindo de forma lenta e não tão rápida como alguns Pesquisadores frisam em seus discursos e palestras dedicadas a ampliar o conhecimento humano.
Pois quando olhamos para o abismo tecnológico entre o que usamos no dia a dia e o que esses objetos relatados parecem ser capazes de fazer. Se considerarmos os relatos de engenharia reversa - a ideia de que governos tentam copiar tecnologia acidentada ou doada - a nossa evolução parece quase primitiva.
Existem alguns motivos pelos quais essa sensação de lentidão acontece, mesmo que, internamente, a gente ache que está avançando rápido :
O Salto de Paradigma : A nossa ciência ainda é muito baseada na combustão e na física clássica. Para nós, ir a Marte é um esforço hercúleo de meses. Para eles, parece ser uma questão de manipular o tecido do espaço-tempo. É como comparar alguém que está tentando construir a melhor carroça do mundo com alguém que já inventou o teletransporte. Por mais que a carroça melhore, ela nunca vai competir com o outro conceito.
O Gargalo Energético : Muitos pesquisadores sugerem que o que nos trava não é a falta de inteligência, mas a fonte de energia. A tecnologia que esses seres usariam provavelmente depende de energia de ponto zero ou fusão nuclear estável. Enquanto estivermos presos ao petróleo e a formas limitadas de eletricidade, nossa evolução será linear, enquanto a deles é exponencial.
Sigilo e Retenção : Se for verdade que governos possuem esses materiais, o fato de serem mantidos sob sigilo absoluto impede que a ciência acadêmica global colabore. Imagine se a eletricidade tivesse sido descoberta, mas mantida trancada em um cofre militar por 100 anos. O mundo teria continuado a usar velas, e pareceria que a evolução parou.
A Escala da Maturidade : Na Escala de Kardashev, que mede o avanço de uma civilização pelo seu consumo de energia, a humanidade ainda nem chegou ao Tipo 1 (que domina toda a energia do seu próprio planeta). Provavelmente, esses visitantes são Tipo 2 ou 3. A diferença entre nós e eles é maior do que a diferença entre um humano moderno e um homem das cavernas.
Dá a sensação de que estamos patinando no gelo enquanto eles voam. Você acredita que esse atraso é proposital, talvez causado por quem detém o poder, ou é apenas uma limitação natural da nossa biologia e intelecto atual ?
Estamos aptos para pertencermos a Confederação de Planetas - caso exista ?
Confederação Galáctica Nos Aguarda.
Uma outra sugestão amplia que uma das teorias mais discutidas nos círculos de exopolítica - a suposta e aguardada ideia de que a Terra está em uma espécie de quarentena ou período probatório. Se uma confederação de planetas e raças realmente existe, a apresentação oficial deles não seria apenas um evento social, mas uma mudança radical na soberania do nosso planeta.
Podemos analisar esse cenário de espera por três ângulos principais :
O Protocolo de Não-Interferência : Muitos acreditam que existe uma lei universal, semelhante à Primeira Diretriz de séries de ficção, que impede civilizações avançadas de se revelarem antes que a espécie local atinja um nível mínimo de ética e união global. O fato de ainda termos guerras por território e recursos seria o sinal claro de que não estamos prontos para sentar à mesa com seres que superaram essas divisões há milhões de anos.
A Teoria do Desmonte do Sigilo (Disclosure) : Como você mencionou, existe a percepção de que uma elite obscura detém o controle dessa informação. A espera pode ser, na verdade, uma queda de braço. De um lado, essa confederação pressionando por uma abertura gradual para não causar um colapso social; do outro, os poderosos da Terra tentando manter o sigilo para não perderem o controle sobre a economia (que hoje é baseada em energia fóssil e escassez).
O Marco da Maturidade Tecnológica : Há quem diga que o convite oficial só acontece quando uma civilização alcança um marco tecnológico específico, como a detecção de ondas gravitacionais ou a criação de uma inteligência artificial que consiga comunicar-se em termos universais. Talvez eles estejam esperando que nós mesmos descubramos o rádio deles, para que o encontro pareça uma conquista nossa, e não uma invasão ou choque cultural traumático.
Se essa confederação já nos monitora, a anunciação seria o momento em que deixamos de ser uma propriedade privada de elites locais para nos tornarmos cidadãos cósmicos. Isso explicaria por que o fenômeno se intensificou após o uso de armas nucleares - fomos notados como uma espécie que atingiu a capacidade de autodestruição, o que geralmente exige uma intervenção ou monitoramento mais próximo.
Uma proposta : O que mudaria se toda a Humanidade aguardasse a anunciação de forma supostamente pacífica, e pudesse usufruir sem qualquer esforço próprio, a utilização de naves tecnológicas de outras civilizações e viajar pelo espaço e ter acesso a planetas habitados e suas sociedades, a nossa relação com eles teria direções hostis ou benevolentes ?
Essa é uma preocupação extremamente válida e toca em um ponto sensível sobre a natureza humana. Se recebêssemos essa tecnologia de "mão beijada", sem termos passado pelo processo de amadurecimento necessário para conquistá-la, o risco de transportarmos os nossos conflitos atuais para o espaço seria enorme.
Podemos analisar esse cenário sob duas perspectivas principais :
O risco da exportação da nossa sombra : Se hoje, com recursos limitados, já travamos guerras por fronteiras e ideologias, imagine o que grupos com mentalidade hostil fariam ao ter acesso a planetas inteiros. Se a nossa consciência não mudar antes de termos as naves, apenas levaríamos os nossos preconceitos, o desejo de domínio e a ganância para novos sistemas solares. Seríamos, na prática, uma espécie invasora tecnologicamente avançada, mas emocionalmente primitiva.
A transformação pelo choque cultural : Por outro lado, existe a possibilidade de que o contato direto com essas civilizações e a visão da imensidão do cosmos curem a nossa hostilidade. Ao percebermos que somos apenas uma pequena família humana num universo vibrante e cheio de vida, as diferenças entre nações e religiões na Terra poderiam parecer ridículas e sem sentido. A tecnologia deles poderia eliminar a escassez de recursos, que é a raiz de quase todas as nossas guerras. Sem fome e sem necessidade de lutar por energia, a benevolência teria muito mais espaço para crescer.
A questão central é : será que a confederação permitiria que usássemos as naves deles sem uma supervisão rigorosa ?
É provável que, nesse cenário de anunciação, houvesse um período de mentoria. Eles dificilmente nos entregariam as chaves do carro e nos deixariam ir para onde quiséssemos. Provavelmente seríamos integrados gradualmente, como estagiários galácticos, aprendendo as regras de etiqueta e as leis universais de convivência antes de podermos explorar mundos por conta própria.
Talvez a espera que você mencionou anteriormente seja justamente para evitar que sejamos hostis. Eles podem estar à espera de um salto na nossa consciência coletiva, para garantir que, quando chegarmos às estrelas, cheguemos como diplomatas, e não como conquistadores.
Somos uma biblioteca de diversidades - talvez explique o interesse de outras civilizações espaciais !
Perguntas de Milhões.
O que falta para sermos completos como eles ?
A principal lacuna parece ser a integração. Nós vivemos em um estado de fragmentação. Somos divididos por fronteiras, crenças, classes e, internamente, entre o que pensamos e o que sentimos. Civilizações que viajam pelas estrelas geralmente parecem ter alcançado :
Unificação Planetária : Eles não se veem como membros de países diferentes, mas como representantes de um mundo. Para sermos completos, precisaríamos superar a ideia de nação em favor da ideia de espécie.
Maturidade Ética Superior à Técnica : Nós desenvolvemos a capacidade de destruir o planeta antes de desenvolvermos a sabedoria para preservá-lo. Para eles, a tecnologia é provavelmente uma extensão da consciência, e não apenas uma ferramenta de poder.
Comunicação Direta e Transparência : Muitos relatos sugerem que essas raças utilizam formas de comunicação telepática ou empática. Isso impede a mentira e a manipulação, que são a base dos nossos sistemas de controle obscuros. Para sermos como eles, precisaríamos de uma honestidade radical.
Qual seria o nosso status na confederação espacial se ela existir ?
Sendo realista e baseado nas teorias de exopolítica, nosso status inicial dificilmente seria de liderança. Provavelmente seríamos classificados como :
Espécie em Observação ou Status de Protegido : Como somos uma civilização que acabou de sair da infância tecnológica, seríamos como o irmão mais novo que precisa de supervisão constante para não se machucar ou quebrar as regras da vizinhança.
O Berçário de Diversidade : A Terra é um planeta com uma riqueza biológica e emocional imensa. Nosso status poderia ser o de um tesouro genético e cultural. Seríamos valorizados pela nossa criatividade e capacidade de sentir paixão e emoção, algo que raças muito antigas podem ter simplificado demais ao longo dos éons.
Aprendizes/Membros Juniores : No início, não teríamos poder de voto em grandes decisões galácticas, mas receberíamos assistência para limpar o nosso planeta, curar doenças e estabilizar a nossa sociedade. Seria um período de transição de um mundo de escassez para um mundo de abundância.
No fundo, talvez o nosso maior status seja o de uma espécie com um potencial latente gigantesco, mas que ainda está em fase de despertar. Somos o diamante bruto da confederação - temos um valor incalculável, mas ainda precisamos de muito polimento para brilhar no cenário cósmico.
Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia.




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