F-18 Super Hornet's perseguem OVNIs no Oceano Pacífico
A desclassificação e a divulgação de arquivos oficiais pelo Pentágono trouxeram à tona detalhes operacionais sobre um dos encontros mais impactantes entre a Marinha dos Estados Unidos e Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs). O incidente, ocorrido em novembro de 2004, envolveu o grupo de batalha do porta-aviões USS Nimitz e o cruzador de mísseis guiados USS Princeton, equipados com o sofisticado sistema de radar AN/SPY-1B, alterando em definitivo o entendimento militar sobre alvos de alta performance.
Vetores de Interceptação no Pacífico.
Durante uma missão de treinamento rotineiro a aproximadamente 185 quilômetros da costa de San Diego, duas aeronaves F/A-18F Super Hornet foram desviadas de suas rotas originais pelo controle de interceptação tática do USS Princeton. O vetor de ataque era liderado pelo comandante David Fravor, acompanhado pelo capitão-tenente Jim Slaight.
A gravidade da situação manifestou-se quando o operador de rádio do cruzador inquiriu se os caças portavam armamento real. Fravor confirmou que carregavam apenas mísseis inertes de treinamento, inadequados para um cenário de combate real. A resposta do controle foi direta: "Existem alvos reais para vocês investigarem".

Objeto desconhecido no alvo de um dos caças F-18
Telemetria Avançada e o Fenômeno "Merge Plot".
Os relatórios do USS Princeton indicavam que os contatos vinham sendo monitorados há cerca de duas semanas na região. Os dados de radar apresentavam uma física incompreensível para a engenharia aeroespacial conhecida.
Flutuação de Altitude : Os alvos pairavam estáticos a 80.000 pés (cerca de 24 quilômetros de altitude).
Deslocamento Abrupto : Em frações de segundo, mergulhavam verticalmente para 20.000 pés (6 quilômetros), estabilizando-se logo acima do nível do mar antes de acelerar novamente para altitudes estratosféricas.
À medida que os Super Hornets se aproximavam das coordenadas designadas, os radares de bordo dos caças inicialmente não conseguiam obter o travamento (lock-on) dos alvos. No display do USS Princeton, ocorreu o fenômeno técnico conhecido como merge plot - momento em que as assinaturas de radar das aeronaves interceptadoras e do objeto desconhecido se fundem na tela, convertendo-se em um único ponto concêntrico.
Acompanhe a perseguição dos caças a um dos OVNIs no Oceano Pacífico em 2004
O Confronto Visual e a Perturbação no Ponto CAP.
Ao inspecionar o perímetro oceânico, o comandante Fravor identificou uma perturbação na superfície marítima. Em meio a águas calmas, uma área circular exibia uma agitação violenta, sugerindo a presença de uma grande estrutura submersa. Pairando logo acima da espuma, encontrava-se um objeto esbranquiçado, de formato oval e sem apêndices aerodinâmicos visíveis, medindo cerca de 12 metros de comprimento - comparável ao tamanho de uma bala Tic Tac.
Buscando uma aproximação técnica, Fravor iniciou uma descida em espiral enquanto Slaight mantinha a cobertura de altitude. O UAP reagiu à manobra espelhando o movimento do caça e iniciando uma ascensão vertical em direção ao Super Hornet. Quando Fravor tentou interceptá-lo diretamente, o objeto acelerou de forma instantânea, desaparecendo do campo visual e quebrando o contato de radar.
Momentos depois, o operador de rádio do USS Princeton comunicou uma informação perturbadora - o objeto havia reaparecido e já estava posicionado exatamente no ponto CAP (Combat Air Patrol) - o ponto de encontro pré-determinado e confidencial para onde os caças deveriam retornar. A velocidade necessária para cobrir aquela distância em segundos superava qualquer vetor militar conhecido, sugerindo capacidades de antecipação tática e inteligência operacional.
Objeto em destaque tem formato oval
Implicações para a Segurança Nacional.
Anos após o incidente, em declarações ao jornal The New York Times, o comandante David Fravor reafirmou a ausência de motores, asas ou superfícies de controle visíveis no objeto, destacando sua superioridade em relação aos sistemas do F/A-18. O piloto concluiu seu relato com uma observação memorável: "Eu gostaria de voar em um deles".
O caso Nimitz permanece como o benchmark da ufologia moderna, demonstrando que avistamentos militares não são eventos isolados, mas operações documentadas por sensores múltiplos que, por razões de segurança aeroespacial e defesa estratégica, continuam sob rígidos protocolos de classificação de inteligência.
Fontes Consultada : The New York Times / To The Stars Academy of Arts & Science.
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Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia - Reformulação 2018 (R).
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