sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

"Anomalia em Infravermelho: Como um Helicóptero Militar Registrou Tecnologia Desconhecida no Chile".(R)



OVNI captado por câmera infra-vermelha no Chile.


O Comitê de Estudos de Fenômenos Aéreos Anômalos (CEFAA), órgão oficial da Direção Geral de Aeronáutica Civil (DGAC) do Chile, liderou uma das investigações multidisciplinares mais complexas da aviação militar após a desclassificação de um incidente ocorrido em 11 de novembro de 2014. O caso envolveu a tripulação de um helicóptero Airbus AS 532 Cougar da Marinha do Chile, que obteve registros em infravermelho de um Fenômeno Aéreo Anômano (UAP) de alta estranheza operando na costa entre os setores de Santiago e Valparaíso.

Monitoramento Oculto e Falha de Detecção em Radar.

Por volta das 13h52 (horário local), a aeronave militar cumpria uma missão de patrulhamento costeiro e homologação técnica de sistemas optrônicos, testando uma câmera de alta definição FLIR (Forward Looking Infrared) de visão térmica. Durante o procedimento, o operador de sistemas detectou um alvo desconhecido à frente, estimando a distância do vetor entre 55 e 60 quilômetros da posição do helicóptero.



Objeto deixa rastro entre as nuvens


A dinâmica do incidente apresentou graves anomalias operacionais.

Ausência de Resposta em Radar : A tripulação contatou imediatamente as estações de controle de tráfego aéreo da região (as torres de controle militar e civil de Santiago), que confirmaram não registrar qualquer assinatura ou eco de radar nos sistemas primários e secundários nas coordenadas indicadas.

Silêncio de Rádio : O piloto tentou estabelecer comunicação ativa com o objeto utilizando a frequência internacional de emergência civil (VHF), porém não obteve qualquer retorno ou modulação de sinal.

Comportamento Dirigido : O objeto manteve um vetor de deslocamento constante e programado, demonstrando total indiferença à presença e aproximação da aeronave da Marinha chilena.




Ampliação mostra objeto registrado por câmera noturna instalada em helicóptero militar


Assinatura Térmica e Emissão de Pluma Desconhecida.

O registro obtido pela câmera infravermelha estendeu-se por mais de 9 minutos e capturou um dos fenômenos mais debatidos por peritos, acadêmicos e analistas de inteligência militar. De acordo com os depoimentos formais prestados pela tripulação ao comando naval e aos comissionados do CEFAA, o objeto exibia uma geometria semioval não convencional, desprovida de asas ou cauda.

O sensor FLIR revelou que a estrutura possuía um núcleo térmico de alta intensidade distribuído de ponta a ponta. O detalhe mais impressionante ocorreu em dois momentos distintos do vídeo, quando o UAP ejetou uma pluma massiva de um produto químico ou gás de alta temperatura na atmosfera. Inicialmente confundida com uma esteira de condensação (contrail), a ejeção foi descartada nessa categoria por especialistas devido à baixa altitude e à temperatura ambiente do setor, que inviabilizariam a formação física de gelo por condensação de motores a jato tradicionais.




Objeto terrestre, não terrestre, tripulado ou não tripulado ?


Após mais de dois anos de análises e avaliações técnicas rigorosas por parte de meteorologistas, engenheiros aeroespaciais e analistas de imagem, o comitê chileno foi incapaz de correlacionar o objeto com drones, detritos, aves ou aeronaves secretas conhecidas. O CEFAA concluiu oficialmente o relatório classificando o evento como um Fenômeno Aéreo Não Identificado (UAP).

Mesmo anos após a abertura dos arquivos, o caso do helicóptero Cougar permanece sob constante escrutínio técnico internacional, sendo considerado uma das evidências visuais em espectro térmico mais contundentes de tecnologia aérea não convencional em espaço aéreo sul-americano.






Acompanhe o vídeo original com gravação de 9 minutos feito pelos militares chilenos:






Fonte Consultada : ADN 91.7









Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia - 2017 (R).

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