Capitão Steve (Ex-Piloto) é uma Referência nos EUA Especializado no Setor de Aeroespacial.
Os céus dos Estados Unidos voltaram a ser palco de um intrigante mistério que desafia a aviação comercial tradicional. Durante a aproximação final para o Aeroporto Internacional de San Francisco (SFO), a tripulação do voo United 1389, operando um Boeing 757 vindo de Denver, reportou um encontro com um Fenômeno Anômalo Não Identificado (UAP) movendo-se a velocidades incompatíveis com aeronaves convencionais. O caso reacendeu debates técnicos sobre segurança aérea e a urgência de protocolos claros.
Diálogo entre a Tripulação e a Torre de Controle.
O contato inicial ocorreu quando o Boeing 757 se aproximava da pista 28 Direita, passando por um ponto de checagem conhecido como "Sean". A conversa seguiu de forma padronizada até o momento em que os pilotos detectaram a anomalia através de seus sistemas de bordo.
United 1389 : Torre de São Francisco, aqui é o United 1389, nos aproximando de Sean para a 28 Direita. Podem confirmar as condições do vento ?
Torre de Controle : United 1389, pista 28 Direita liberada para pouso. (Informações de vento fornecidas).
United 1389 : Ciente. Torre, fiquem cientes que o United 1389, logo antes da ponte a cerca de 700 pés (213 mts), observou algo no TCAS cruzando da direita para a esquerda. Passou muito rápido por nós.
Torre de Controle : Recebido. E o sistema indicou altitude ?
United 1389 : Sim, estimamos que estava por volta de 700 pés (213 mts). Passou por baixo de nós, da direita para a esquerda, na marca de 7 milhas (11 Km) da final.
Torre de Controle: Entendido, obrigada. (A controladora passa a emitir alertas de precaução baseados em TCAS para os voos subsequentes, como o United 1870).
United 1389 (já no solo) : Torre, aqui é o United 1389 na taxiway Quebec, aguardando para cruzar a 28 Esquerda. Só para complementar, aquele tráfego que vimos estava voando a pelo menos o dobro da velocidade de um avião normal.
Torre de Controle : Interessante... Muito interessante, United 1389. Cruze a 28 Esquerda e contacte o solo. Eles terão perguntas adicionais ou fornecerão um número de telefone para que vocês entrem em contato direto com a torre para detalhar o ocorrido.
United 1389 : Entendido. Dessa vez não vi nenhum avião passando por cima ou por baixo, estamos livres para cruzar ? (Disse o piloto em tom descontraído).
Torre de Controle : (Risos) Sim, United 1389, livre para cruzar. Contacte o solo.
Avaliação Técnica e Análise Especializada.
A análise do incidente traz pontos fundamentais observados pelo Capitão Steve, experiente piloto com mais de duas décadas de comando em aeronaves Boeing. O fator mais crítico desse caso é que o UAP não foi apenas um avistamento visual fugaz, mas um registro capturado pelo TCAS (Traffic Collision Avoidance System) - o sistema eletrônico de prevenção de colisões que os pilotos costumam chamar de "localizador de peixes" (fish finder).
*Momento Inicial onde Piloto Começa Procedimentos de Pouso e Comunica a Torre Tráfego Registrado pelo Sistema Anti-Colisão.
Isso significa que o objeto possuía um transponder ativo ou gerou um pulso eletrônico captado pelos sensores do Boeing 757 a meros 700 pés de altitude (AGL), uma zona de tráfego extremamente densa e vulnerável. A afirmação do piloto de que o objeto se deslocava ao "dobro da velocidade de uma aeronave convencional" naquela altitude descarta imediatamente drones comerciais comuns ou pássaros, indicando uma assinatura de voo altamente incomum para o perímetro aeroportuário.
O procedimento adotado pela controladora seguiu a norma técnica dos PIREPs (Pilot Reports). Na aviação comercial, relatos de tráfego desconhecido ou perigos atmosféricos (como tesouras de vento) devem ser obrigatoriamente disseminados para os voos que vêm logo atrás até que a condição de risco mude ou seja verificado que o perímetro está limpo. O gerenciamento rigoroso dessas informações é vital para evitar desastres em cadeia.
Histórico de Incidentes e a Pressão no Congresso dos EUA.
Encontros entre aviões comerciais e UAPs não são novidade e acumulam relatos robustos ao longo das últimas décadas. Casos célebres, como o avistamento sobre o Aeroporto de Chicago O'Hare em 2006 - onde funcionários e pilotos viram um objeto discóide pairar sobre o terminal antes de romper as nuvens em alta velocidade - e o histórico encontro do Voo 1628 da Japan Airlines no Alasca em 1986, mostram um padrão de interações em rotas comerciais legítimas.
Atualmente, essa recorrência transformou-se em uma grande preocupação de segurança nacional no Capitólio. Congressistas e parlamentares americanos têm promovido audiências públicas e pressionado o Pentágono por meio do AARO (All-domain Anomaly Resolution Office) para que haja total transparência. O foco principal dos comitês de defesa e aviação mudou o tom do debate e não se trata apenas de curiosidade científica, mas de segurança de voo (Flight Safety). A presença de Objetos Não Identificados operando sem coordenação com os órgãos de controle de tráfego aéreo representa um risco iminente de colisão nos céus americanos.
Piloto e Controlador(a) Mantém Conversação e Procedimentos Técnicos Após Reporte de Tráfego Desconhecido.
Protocolos e Medidas a Tomar em Caso de Avistamentos.
Para pilotos e operadores que enfrentam interações com UAPs ou OVNIs, as diretrizes técnicas atuais reforçam ações integradas para preservar a segurança da navegação.
1 - Priorizar a Segurança de Voo : Manter o controle absoluto da aeronave e a separação de tráfego, evitando manobras evasivas abruptas a menos que o sistema de evasão de colisão (TCAS) emita um alerta compulsório.
2 - Notificação Imediata via PIREP : Informar imediatamente o controle de tráfego aéreo (ATC) sobre a posição, altitude estimada, direção do movimento e se a detecção foi visual ou por instrumentos.
3 - Registro de Dados de Bordo : Solicitar a preservação dos dados de radar, telemetria do voo e registros de imagem das câmeras de bordo, caso disponíveis.
4 - Relatório Pós-Voo Padronizado : Ao pousar, preencher os formulários oficiais exigidos pelas agências reguladoras (como o sistema de segurança da FAA ou o formulário específico de UAPs utilizado pelas companhias aéreas), além de cooperar com as entrevistas técnicas realizadas pelas autoridades de tráfego e inteligência aeroespacial.
Operações de Solo e Protocolos de Alerta Aeroportuários.
Quando um piloto emite um relatório oficial (PIREP) sobre um UAP ou drone não autorizado nas proximidades de um aeroporto, uma cadeia de ações operacionais é imediatamente acionada no solo para garantir a integridade das operações.
O órgão central responsável por coordenar essas ações dentro do perímetro do aeródromo é o Centro de Operações Aeroportuárias (COA) ou o Gerenciamento de Operações de Pista. Assim que a Torre de Controle de Tráfego Aéreo (ATC) recebe o comunicado da aeronave, ela retransmite a informação em caráter de urgência para a administração do aeroporto.
A partir desse momento, são tomadas as seguintes providências.
1 - Emissão de Alerta Interno : O COA emite um sinal de alerta e despacha avisos via rádio e sistemas digitais para todos os subordinados de pista, equipes de fiscalização de pátio (Marshallers) e segurança aeroportuária.
2 - Varredura Visual e Monitoramento : As equipes de solo recebem ordens para inspecionar visualmente o perímetro designado pelo piloto, buscando identificar qualquer movimentação ou objeto fora dos padrões operacionais.
3 - Acionamento de Radares e Câmeras : Operadores de segurança direcionam os sistemas de monitoramento por câmeras de alta definição (CFTV) e sistemas de detecção de intrusão perimetral para varrer as áreas de aproximação e decolagem.
4 - Investigação de Campo : Carros de fiscalização de pista (Follow-Me) realizam rondas rápidas nas faixas laterais das pistas para checar possíveis pousos forçados de equipamentos ou a presença de operadores remotos de drones ilegais nas cercanias do sítio aeroportuário.
*Após o Pouso e Taxiando na Pista - Piloto Informa a Torre de Controle que a Velocidade do UAP era Duas Vezes a Velocidade de um Avião.
A Realidade dos Céus - Um Desafio Global na Aviação.
A proliferação de relatórios de Fenômenos Aéreos Não Identificados nos aeroportos de todo o mundo transformou o que antes era tratado com ceticismo em uma realidade incontornável para a gestão aeroespacial contemporânea.
Terminais ao redor do globo enfrentam, com frequência crescente, interrupções logísticas severas causadas por intrusões visuais ou por radar que desafiam as explicações convencionais da engenharia aeronáutica. Esse cenário não reflete apenas um aumento na presença física de anomalias nos céus, mas uma mudança profunda nas causas estruturais que cercam o registro desses fenômenos nos últimos anos.
A principal força motriz para o aumento expressivo de reportes é a desmistificação gradual e institucional do tema. A transição terminológica de "OVNI" para "UAP" ajudou a remover o estigma profissional que historicamente silenciava comandantes e tripulações com medo de sanções ou avaliações psiquiátricas.
Paralelamente, a modernização tecnológica dos sistemas de navegação desempenha um papel crucial. Os cockpits atuais e as estações de solo contam com sensores eletrópticos avançados, sistemas de radar de varredura eletrônica ativa e recursos TCAS altamente sensíveis, capazes de registrar assinaturas térmicas e mecânicas que antes passavam despercebidas pelo olho humano.
Além disso, a saturação do espaço aéreo e interações por novas tecnologias civis e militares - como drones comerciais de longo alcance, balões meteorológicos avançados e frotas de satélites em órbita baixa - criou um ambiente propício para avistamentos múltiplos. Embora parte considerável desses registros possa ser atribuída a essa nova infraestrutura tecnológica humana, o resíduo estatístico de objetos que realizam manobras impossíveis e exibem acelerações hipersônicas sem propulsão visível continua desafiando as autoridades.
Essa convergência entre uma postura técnica mais aberta e ferramentas de detecção refinadas expõe uma vulnerabilidade urgente na segurança de voo internacional, forçando agências globais a encarar o desconhecido não como uma fantasia, mas como um fator de risco real e diário na aviação moderna.
(Ative legendas/ tradução conforme seu idioma/Activate subtitles/ translation according to your language)
Fonte Consultada : YouTube (Captain Steeeve).
GBUcast.
United 1389 Piloto Torre UAP Invisível
Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia.
*A simulação do Canal Captain Steeeve - usa uma aeronave modelo Boeing 737 - mas a ocorrência real aconteceu com o modelo Boeing 757.




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