Ex-Oficiais e Senadores estão a fazer pressão sobre o Governo Americano para que aja transparência na divulgação de arquivos secretos de OVNIs.
O denunciante de OVNIs Luis Elizondo emitiu um alerta contundente direcionado às agências governamentais, que agora enfrentam um escrutínio sem precedentes após a ordem do presidente Donald Trump para que o Pentágono libere arquivos confidenciais sobre o tema.
Ressaltando que Luis Lue Elizondo é um ex-oficial de inteligência militar dos Estados Unidos que ganhou destaque global ao revelar a existência de programas secretos do Pentágono dedicados ao estudo de fenômenos anômalos. Com uma carreira de mais de duas décadas, ele atuou em operações de contra-inteligência e contraterrorismo em diversas regiões, incluindo o Afeganistão e o Oriente Médio, antes de assumir a liderança do Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais, conhecido pela sigla AATIP.
Em 2017, Elizondo tomou a decisão de renunciar ao seu cargo no Departamento de Defesa como forma de protesto contra o excesso de sigilo e a falta de recursos destinados à investigação de objetos voadores não identificados. Sua saída foi um marco fundamental para o movimento de transparência ufológica, pois ele ajudou a trazer a público vídeos oficiais da Marinha dos Estados Unidos que mostravam encontros de pilotos com tecnologias que pareciam desafiar as leis da física conhecidas.
Desde então, ele tem trabalhado como um dos principais articuladores do processo de divulgação, colaborando com o Congresso americano na elaboração de legislações que protegem denunciantes e exigem maior clareza do governo sobre o tema. Recentemente, ele consolidou sua trajetória e revelações no livro de memórias Iminente, que se tornou um sucesso de vendas ao detalhar os bastidores das investigações governamentais e os riscos que o sigilo excessivo pode representar para a segurança nacional.
Quais os próximos passos para pressionar o Governo Americano a divulgar os arquivos sigilosos de OVNIs/UAPs ?
Semanas atrás, o presidente americano utilizou sua plataforma Truth Social para anunciar o início do processo de identificação e divulgação de documentos relacionados à vida extraterrestre. Embora a comunidade ufológica tenha recebido a notícia com entusiasmo, Elizondo, uma das figuras mais influentes do movimento de transparência, optou por uma postura de cautela e advertência.
Em entrevista a Matt Ford no programa The Good Trouble Show, Elizondo enviou uma mensagem direta a funcionários civis, militares e contratados da iniciativa privada que possam estar retendo materiais classificados sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs). Ele afirmou que esses indivíduos estão agora na mira e aconselhou que confessem a posse de tais informações.
A declaração de Elizondo sugere que a era do acesso seletivo e do controle rígido de informações por intermediários pode estar chegando ao fim. Segundo ele, será cada vez mais difícil para as autoridades alegarem desconhecimento sobre o assunto. O cenário atual contrasta com manifestações de outras figuras políticas, como o ex-presidente Obama, que recentemente chegou a mencionar a realidade dos extraterrestres antes de recuar em postagens nas redes sociais.
Diferente de abordagens anteriores, a diretriz de Trump foca na identificação e exposição de dossiês ocultos em programas secretos de monitoramento do Pentágono. Por vir diretamente do Executivo, o decreto tem o potencial de alterar a dinâmica de envolvimento do Congresso com a legislação de UAPs, transferindo o ônus da ação inteiramente para as agências federais.
Elizondo ressaltou, entretanto, que o anúncio precisa ser formalizado por meio de uma ordem executiva para ter validade técnica e jurídica. Ele também destacou o desafio de equilibrar a segurança nacional com o direito à informação, defendendo que dados não devem permanecer sob sigilo apenas por serem considerados constrangedores pelas instituições.
A resistência burocrática é apontada como o principal obstáculo para que a ordem presidencial seja efetivamente cumprida. Para o denunciante, o teste real não está na emissão da diretiva, mas na execução por parte das agências, que devem enfrentar consequências caso não obedeçam ao comando presidencial.
Luis 'Lue' Elizondo revela segredos dos bastidores de inteligência americana em produção literária.
Apesar do otimismo moderado, o especialista acredita que o sucesso dessa iniciativa depende de uma convergência de fatores, alertando que existe apenas uma oportunidade de conduzir esse processo de forma correta, sob o risco de comprometer décadas de busca pela verdade absoluta.
Atualmente a obra o "Livro Iminente", escrito por Elizondo, oferece um relato detalhado e impactante sobre os bastidores das investigações do governo dos Estados Unidos a respeito de "Fenômenos Aéreos Não Identificados".
Na obra, o ex-oficial de inteligência narra sua experiência na liderança do AATIP e descreve os desafios enfrentados para romper o estigma e o sigilo que cercam o tema dentro do Pentágono. Elizondo vai além dos relatos técnicos, discutindo as implicações dessas descobertas para a segurança global e para a compreensão da humanidade sobre seu lugar no universo. A publicação rapidamente se tornou uma peça central no debate ufológico moderno, servindo tanto como um manifesto pela transparência governamental quanto como um guia para entender a nova era de divulgação que estamos presenciando.
A postura de Luis Elizondo e alguns senadores de peso na política americana, estão pressionando fortemente diante as promessas de transparência do governo reivindicando o caminho para a verdade sobre os OVNIs, exigindo mais do que apenas declarações públicas; demandando uma mudança profunda na cultura de sigilo das instituições.
Enquanto aguardamos para ver se as agências federais responderão à pressão presidencial com conformidade ou com os habituais entraves burocráticos, fica claro que o fenômeno deixou de ser apenas uma curiosidade para se tornar uma questão de prestação de contas e soberania. O desfecho dessa queda de braço entre o poder executivo e o chamado estado profundo poderá definir não apenas o que sabemos sobre nossos céus, mas também o nível de confiança que podemos depositar naqueles que juraram proteger a sociedade e a informação. Se não funcionar, "Obama que nos acuda !".
Fonte Consultada : CyberNews.
Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia.

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