sábado, 14 de fevereiro de 2026

"Vigilância Silenciosa: O Eixo NORAD-Pentágono".

 


NORAD e Pentágono - Defesa e Informações altamente sigilosas.


A relação entre o NORAD (Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte) e o Pentágono é de subordinação operacional e estratégica, mas com uma característica única por se tratar de um comando binacional entre Estados Unidos e Canadá.

Estrutura de Comando e Subordinação.

O Pentágono é a sede do Departamento de Defesa (DoD) dos Estados Unidos. O NORAD, embora tenha sua própria sede em Colorado Springs, responde diretamente ao Pentágono por meio do Secretário de Defesa e do Chefe do Estado-Maior Conjunto.

Comando Americano : O oficial americano que comanda o NORAD também lidera o USNORTHCOM (Comando Norte dos EUA). Nessa função, ele é um comandante de combate que recebe ordens diretas da liderança civil e militar no Pentágono.

Financiamento e Recursos : A maior parte do orçamento, tecnologia e pessoal americano dedicado ao NORAD é gerida e aprovada pelo Pentágono.

O Papel do NORAD na Defesa Nacional.

Enquanto o Pentágono planeja a estratégia global de defesa, o NORAD é o braço executor de três missões específicas para o território norte-americano :

1 - Aviso Aeroespacial : Monitorar tudo o que voa no espaço aéreo da América do Norte.

2 - Controle Aeroespacial : Interceptar ameaças aéreas.

3 - Aviso Marítimo : Monitorar ameaças que venham pelos oceanos.

A Diferença Binacional.

Diferente de outros comandos sediados no Pentágono, o NORAD é regido por um tratado internacional. Isso significa que :

O Pentágono compartilha o controle operacional com o Ministério da Defesa Nacional do Canadá.

Se o Pentágono decidir elevar o nível de alerta (DEFCON), essa decisão é coordenada com os parceiros canadenses dentro da estrutura do NORAD.

Nota : Em caso de um ataque iminente, o NORAD é o canal que fornece os dados de alerta precoce diretamente para o Centro de Comando Militar Nacional no Pentágono, permitindo que o Presidente dos EUA tome decisões rápidas.

O NORAD possui uma responsabilidade crítica nesse monitoramento, embora a execução técnica tenha evoluído e se dividido com outros braços das forças armadas nos últimos anos. 

A Missão de Aviso Aeroespacial.

A relação direta do NORAD com o espaço foca no conceito de aviso aeroespacial. Isso envolve o uso de uma rede global de radares e satélites para detectar, validar e alertar sobre qualquer ataque contra a América do Norte, seja por aviões, mísseis ou naves espaciais.

Vigilância de Mísseis Balísticos : O NORAD monitora o lançamento de mísseis que cruzam o espaço (trajetórias suborbitais) para garantir que o Pentágono e o governo canadense tenham tempo de reação.

Monitoramento de Objetos em Órbita : Eles acompanham detritos espaciais e satélites que possam reentrar na atmosfera de forma perigosa ou que apresentem comportamento hostil.

NORAD vs. US Space Force.

É importante fazer uma distinção moderna que muitas vezes causa confusão. Desde a criação da Força Espacial dos Estados Unidos (US Space Force) e do Comando Espacial (USSPACECOM), houve uma divisão de tarefas :

O Comando Espacial (vinculado ao Pentágono) : É quem realmente opera os satélites e sensores que olham para o espaço profundo. Eles fazem a coleta bruta dos dados.

O NORAD : Recebe esses dados e os processa sob a lente da defesa do território. Se um objeto no espaço representa uma ameaça direta à integridade física do Canadá ou dos EUA, a autoridade de resposta e alerta imediato é do NORAD.

Tipos de Ações Nocivas Monitoradas.

O foco não é apenas em "armas" tradicionais, mas em qualquer anomalia espacial que possa causar danos :

Ataques de Pulso Eletromagnético (EMP) : Monitoramento de detonações em grandes altitudes que podem fritar a rede elétrica.

Reentrada de Lixo Espacial : Vigilância de satélites desativados que podem cair em áreas povoadas.

Manobras Orbitais Suspeitas : Detecção de satélites "perseguidores" que podem tentar desativar a infraestrutura de comunicações essencial para a defesa.

O NORAD atua como o vigia que grita o alerta, enquanto o Pentágono decide, por meio de seus comandos operacionais, qual será a ferramenta de neutralização.



É um desafio esconder a verdade, mas ...


NORAD, Pentágono vs. FANIs.

O NORAD monitora o que hoje as autoridades chamam oficialmente de FANI (Fenômenos Anômalos Não Identificados) ou, em inglês, UAP (Unidentified Anomalous Phenomena). Na verdade, identificar objetos desconhecidos no espaço aéreo é a razão de existência do órgão. Aqui está como eles lidam com isso :

O sistema de radares do NORAD é projetado para filtrar o que eles chamam de ruído (pássaros, nuvens, interferências climáticas) para focar em ameaças reais como mísseis e aviões. No entanto, após o incidente com o balão chinês no início de 2023, o Pentágono ordenou que o NORAD ajustasse seus filtros.

Ajuste de Sensibilidade : Ao tornar os radares mais sensíveis, eles passaram a detectar objetos menores e que se movem em velocidades diferentes, o que aumentou o registro de objetos não identificados.

Classificação de Incógnitas : Qualquer objeto que não transmita um código de transponder ou que não tenha um plano de voo é tratado inicialmente como um objeto não identificado até que seja visualmente interceptado ou analisado.

O Processo de Interceptação.

Quando o NORAD detecta algo que não consegue identificar via radar, o protocolo padrão envolve :

1 - Scramble : O envio imediato de caças (geralmente F-22 ou F-15) para interceptação visual.

2 - Identificação Visual : O piloto tenta identificar a forma, o meio de propulsão e se há sinais de hostilidade.

3 - Relatório ao Pentágono : Esses dados são enviados para o AARO (Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios), um departamento dentro do Pentágono criado especificamente para estudar esses fenômenos.

O que eles realmente buscam ?

Embora o termo OVNI desperte curiosidade sobre vida extraterrestre, o foco do NORAD e do Pentágono é puramente a segurança nacional. Eles buscam principalmente :

1 - Tecnologia de Espionagem : Drones ou balões de alta altitude de outras nações.

2 - Avanços Tecnológicos : Aeronaves com capacidades de voo que desafiam o que se conhece como padrão.

Em relatórios recentes ao Congresso dos EUA, o comando do NORAD afirmou que muitos dos objetos detectados permanecem sem explicação técnica imediata, mas são tratados como riscos de segurança de voo e defesa, independentemente da sua origem.

Êxito no Monitoramento e Detecção.

O NORAD teve êxito em detectar e rastrear diversos objetos que não seguiam padrões de voo convencionais. O maior exemplo de sucesso operacional ocorreu em fevereiro de 2023, quando, em um curto intervalo de tempo, o NORAD detectou e abateu objetos sobre o Alasca, o território de Yukon (Canadá) e o Lago Huron.

Refinamento de Dados : O sucesso veio após o Pentágono "abrir os filtros" dos radares. Antes, os computadores descartavam objetos que se moviam muito devagar ou que eram pequenos demais. Ao mudar a configuração, o NORAD passou a enxergar o que antes era invisível para o sistema.

Triangulação : Eles conseguem hoje cruzar dados de satélites térmicos com radares de solo para manter o rastreio constante de objetos que aparecem em áreas de segurança restrita.

Houve alguma captura ?

Se definirmos captura como o ato de abater e recuperar os destroços para análise, a resposta é mista :

1 - O Balão de Alta Altitude (China): Este foi capturado com sucesso total. Após o abate na costa da Carolina do Sul, o FBI e a Marinha recuperaram quase toda a carga útil, permitindo ao Pentágono entender a tecnologia de espionagem utilizada.

2 - Os Outros Três Objetos (Fevereiro de 2023): Nestes casos, o NORAD teve êxito no abate, mas não na recuperação. As operações de busca no Alasca e no Yukon foram encerradas sem que os destroços fossem encontrados, devido às condições climáticas extremas e ao terreno remoto. Oficialmente, esses objetos permanecem sem explicação definitiva sobre sua origem.

O Mistério das Capturas Históricas.

No âmbito das teorias e alegações de denunciantes (como o caso de David Grusch no Congresso dos EUA em 2023), afirma-se que o Pentágono possui um programa secreto de recuperação de naves de origem não humana que teria décadas de existência. Mas o Pentágono e o escritório AARO negam veementemente que existam evidências de naves extraterrestres ou corpos capturados. Um relatório divulgado pelo Pentágono em 2024 afirmou que a maioria dos avistamentos são, na verdade, testes de tecnologias secretas dos próprios EUA ou drones adversários, e que não houve captura de tecnologia alienígena.

Portanto, o êxito é real no que diz respeito a detectar e remover intrusos do espaço aéreo, mas a captura física de algo comprovadamente não humano nunca foi confirmada ou apresentada ao público.

O Êxito Técnico: A Assinatura Multiespectral.

O verdadeiro sucesso recente do NORAD não foi apenas ver o objeto no radar, mas obter a assinatura multiespectral. Em incidentes recentes (especialmente os de 2023 e 2024), o êxito consistiu em :

Rastreio de Fusão : O NORAD conseguiu travar o alvo usando radares AESA de caças F-22 em conjunto com sensores infravermelhos (ASG-34). Isso permitiu identificar que alguns FANIs não possuem motores visíveis ou exaustão de calor, embora se desloquem a velocidades hipersônicas.

Gravação de Telemetria : O Pentágono confirmou que possui dados de telemetria que mostram esses objetos realizando manobras que excedem a resistência estrutural de qualquer aeronave conhecida (curvas de 90 graus sem desaceleração).

O Mistério das Apreensões : Onde a Busca Falhou ou Foi Ocultada.

Sobre a apreensão física, há um ponto crítico raramente detalhado : O Protocolo de Custódia.



Muitos incidentes são imediatamente comunicados entre os dois órgãos, ações e medidas são tomadas instantâneamente.


O Incidente do Alasca (Deadhorse).

Neste caso específico, o monitoramento foi perfeito até o momento do impacto. O objeto era do tamanho de um carro pequeno e "pairava" antes de ser abatido.

O conflito : Pilotos relataram que o objeto interferiu nos sensores dos caças.

A falha na apreensão : O Pentágono afirmou que o objeto caiu sobre gelo flutuante no Mar de Beaufort. A versão oficial é que ele afundou ou foi movido pelas correntes sob o gelo, tornando a recuperação impossível. No entanto, radares de solo monitoraram o ponto exato do impacto, o que levanta questionamentos sobre por que uma operação de mergulho de saturação não foi realizada.

O Escritório AARO e a Linha de Montagem de Captura.

Existe um protocolo direto entre o NORAD e o Pentágono chamado Joint Publication 3-27 (Defesa Aérea e de Mísseis). Ele estabelece que, se algo não identificado é abatido :

1 - A área é isolada instantaneamente pelo NORAD.

2 - A custódia passa para o Comando de Operações Especiais.

3 - O material é levado para bases específicas (como a Base de Wright-Patterson).

O êxito na apreensão de materiais "exóticos" (não convencionais) é o ponto de maior atrito. Em 2024, o Pentágono admitiu ter em posse pedaços de materiais (detritos) de origem desconhecida recuperados ao longo de décadas, mas afirma que são ligas metálicas que, embora raras, podem ser produzidas na Terra.

A "Captura" de Dados vs. A "Captura" de Hardware.

Se você busca saber se houve apreensão de uma nave intacta por parte do NORAD :

Oficialmente : Não.

Tecnicamente : O êxito foi na captura de inteligência eletrônica (ELINT). O NORAD conseguiu "escanear" a estrutura de alguns FANIs antes do abate, descobrindo que alguns não refletem ondas de rádio de forma convencional (tecnologia stealth passiva).

A análise desses materiais é o ponto onde a ciência oficial do Pentágono e as alegações de inteligência divergem drasticamente. Para irmos a fundo, precisamos olhar para os dados laboratoriais que o Departamento de Defesa (DoD) e o NORAD liberaram recentemente e o que eles tentam esconder.

A análise dos Fragmentos e a Questão da Origem.

Até o momento, o Pentágono, através do escritório AARO, admite a posse de fragmentos, mas utiliza uma linguagem técnica muito cautelosa para evitar a palavra extraterrestre.

 Isotopia : A prova de fogo.

Para um cientista admitir que um artefato é de fora da Terra, ele não olha para a forma do objeto, mas para os seus isótopos.

O que foi encontrado : Em amostras analisadas (algumas datadas de eventos monitorados pelo NORAD desde a década de 40 e 50), foram encontradas proporções isotópicas de magnésio e bismuto que não ocorrem naturalmente na Terra.

A explicação oficial : O Pentágono argumenta que, embora essas proporções sejam anômalas, elas poderiam, teoricamente, ser produzidas por processos industriais humanos extremamente caros e avançados, e que, portanto, não servem como prova definitiva de origem alienígena.

Meta-materiais e Engenharia de Camadas.

A análise profunda de fragmentos capturados revelou algo chamado estruturação em escala atômica. São materiais dispostos em camadas tão finas que funcionam como guias de onda para radiação eletromagnética.

Funcionalidade : Esses fragmentos parecem projetados para manipular a gravidade ou a luz (invisibilidade).

O êxito da apreensão : O Pentágono admite que esses materiais existem em seus arquivos, mas o relatório de 2024 afirma que não foram encontradas evidências de tecnologia de propulsão trans-médium (que viaja do espaço para a água sem mudar de velocidade).



Reuniões de alto escalão define as ações conjuntas entre o NORAD e o Pentágono.


Indo Mais a Fundo : Os programas de "Engenharia Reversa".

O NORAD atua como o fornecedor de dados primários para o que o Pentágono chama de exploração de material estrangeiro (FME). Quando o NORAD rastreia e o Pentágono apreende algo, o material segue este fluxo : 

1 - Triagem Inicial : Identificar se é tecnologia da China, Rússia ou privada (SpaceX, etc.).

2 - Análise Não Destrutiva : Uso de tomografia e raios-X para entender a estrutura interna sem abrir o objeto.

3 - Estudo de Composição : É aqui que entra a análise química mencionada.

O grande Impasse.

A grande revelação que veio a público nos últimos dois anos é que, embora o Pentágono admita ter os fragmentos e que eles sejam bizarros, eles alegam que não conseguem fazer esses materiais funcionarem. Ou seja, eles têm o hardware (o fragmento), mas não têm o software ou a fonte de energia.

Isso cria uma situação de "sucesso técnico parcial" :

1 - Sucesso em monitorar (NORAD).

2 - Sucesso em apreender pedaços (Pentágono).

3 - Fracasso em replicar ou admitir publicamente a origem não humana.

A admissão Implícita.

Embora não digam "é extraterrestre", o Pentágono mudou a definição de FANIs para incluir objetos trans-médium. Isso é um reconhecimento indireto de que os artefatos monitorados e parcialmente apreendidos possuem capacidades que a física terrestre conhecida não explica.

O que impede a admissão final não é a falta de fragmentos, mas a incapacidade de explicar como eles vieram parar aqui sem violar as leis da física que o Pentágono utiliza para seus próprios mísseis.

Para o NORAD e o Pentágono, o alarde é o inimigo da operação. Se eles admitem publicamente uma tecnologia totalmente desconhecida, eles expõem duas vulnerabilidades críticas :

Vulnerabilidade de Defesa : Admitem que o espaço aéreo que deveriam proteger é penetrável por algo que eles não controlam.

Vulnerabilidade Tecnológica : Revelam para adversários (como China ou Rússia) o nível exato de sensibilidade dos seus radares e o que eles já conseguiram ou não capturar.

O equilíbrio entre as duas maiores forças funciona como uma engrenagem burocrática. O NORAD detecta, o Pentágono processa e a comunicação oficial mascara. Quando um objeto é monitorado e abatido, a narrativa é rapidamente direcionada para termos como "segurança de voo" ou "lixo espacial", movendo o assunto do campo do extraordinário para o campo do administrativo. No fim das contas, a relação entre os dois é projetada para que o público veja apenas o resultado final - o céu está sendo vigiado. O que exatamente está cruzando esse céu e o que sobra dessas interceptações fica guardado nos arquivos de acesso restrito, longe de qualquer tumulto social ou geopolítico.




Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Pesquisadores - Formadores de Teorias e Opiniões Científicas e Formais/Informais