sábado, 21 de julho de 2012

"Análise de Bordo em Minas Gerais: Piloto Registra Dois Vetores Anômalos no Espaço Aéreo de Ipatinga".(R)




Durante voo piloto registra dois supostos objetos voadores não identificados em Minas Gerais



Os relatórios emitidos por profissionais da aviação civil constituem uma das categorias de maior confiabilidade na casuística aeroespacial, em razão do treinamento técnico dos observadores para a identificação de tráfego aéreo regulamentar. No dia 24 de abril de 2012, por volta das 15h30, um piloto que cumpria a rota entre Governador Valadares e Belo Horizonte documentou a presença de dois objetos não identificados sobre o município de Ipatinga, no Leste de Minas Gerais.

O registro foi realizado de forma direta a partir da cabine de comando, sob condições meteorológicas favoráveis e alta visibilidade, com sol intenso no setor de voo.

De acordo com o depoimento prestado pelo aviador em entrevista a uma emissora de televisão e o exame das sequências obtidas, o evento apresentou os seguintes parâmetros operacionais.

Altitude e Posição : A observação ocorreu enquanto a aeronave mantinha nível de voo estabilizado a 8.500 pés de altitude (aproximadamente 2.600 metros). Os dois vetores surgiram na lateral do avião, mantendo acompanhamento paralelo.

Comportamento Evasivo ao Foco Óptico : Ao aplicar o zoom mecânico do equipamento de filmagem para detalhar a superfície de uma das estruturas, o piloto registrou o desaparecimento instantâneo de um dos objetos, enquanto o segundo permaneceu sob observação por um intervalo curto antes de sair do campo de visão.

Encaminhamento para Perícia Institucional : Buscando respaldo técnico para a ocorrência, a própria testemunha enviou o arquivo bruto com as gravações ao Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP), para análise de iluminação, reflexos de cabine e integridade de pixels. Apesar de aguardar laudos formais, o aviador declarou publicamente sua convicção de ter presenciado uma tecnologia de origem não convencional.





Piloto à 17 anos é surpreendido por dois OVNIs a 8.5 km de altura



A verificação de avistamentos obtidos de dentro da cabine de aeronaves exige a aplicação de filtros criteriosos para descartar interferências ópticas ou físicas.

Reflexos Internos do Acrílico (Lens Flare e Iluminação da Cabine) : A presença de luz solar direta sobre o acrílico do para-brisa da aeronave pode projetar reflexos duplos das lâmpadas do painel ou de objetos internos. Contudo, o deslocamento independente e o desaparecimento súbito de apenas um dos pontos colocam essa hipótese sob avaliação rigorosa.

Aeronaves Civis Sem Plano de Voo ou Plataformas Não Tripuladas : A operação de drones ou aeronaves leves na camada de 8.500 pés sem contato transponder com o controle de tráfego aéreo (CINDACTA I) configura grave infração de segurança. A ausência de asas, rotores ou traços de exaustão visíveis afasta o perfil de aviação geral.

Plataforma de Origem Anômala (UAP) : A combinação de altitude comercial, observação qualificada por piloto em condições ideais de visibilidade e o desaparecimento súbito ao foco da câmera mantêm o caso de Ipatinga classificado nos acervos de pesquisa civil como uma ocorrência de tráfego aéreo não identificado na Região Sudeste do Brasil.

O incidente de abril de 2012 no espaço aéreo mineiro destaca a importância do engajamento da aviação civil na documentação de fenômenos desconhecidos, ressaltando o papel do envio de dados a instituições técnicas para a validação científica de registros atmosféricos.









Fonte consultada : TV Alterosa.










Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia - Reformulação 2012 (R).

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