
Documentos divulgados pelo Ministério da Defesa em parceria com os Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha revelaram que o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill determinou o sigilo de cinquenta anos sobre registros de objetos voadores não identificados mantidos pela Força Aérea Real. A medida foi adotada durante o período pós-guerra sob a justificativa de evitar pânico na população e impactos em crenças religiosas locais.
De acordo com as informações presentes no acervo, a decisão sobre o sigilo envolveu a ocultação de um relato documentado pela tripulação de um bombardeiro da Royal Air Force que retornava de uma missão na Europa, evento compartilhado na época com o governo norte-americano.
O Ministério da Defesa chegou a manter um comitê especial de inteligência encarregado de elaborar relatórios semanais sobre o acompanhamento de tráfego aéreo não identificado na região.
As mais de cinco mil páginas liberadas incluem passagens do chamado Livro Vermelho dos serviços de inteligência, com registros de quatro incidentes detectados por radares da aeronáutica para os quais não foram encontradas explicações convencionais.
O acervo reúne ainda o depoimento de um piloto comercial sobre o quase confronto de um Boeing 737 com um objeto desconhecido nas proximidades do aeroporto de Manchester em 1995, além de relatórios de autoridades enviadas para investigar a suposta queda de um artefato nos montes Berwyn, no País de Gales, em 1974.
Os registros oficiais mostram um pico no número de notificações de avistamentos enviadas pela população em 1996, período no qual o departamento responsável do Ministério da Defesa recebeu seiscentas notificações e centenas de cartas de cidadãos e parlamentares.
A disponibilização pública dos arquivos atende ao elevado volume de solicitações de acesso à informação encaminhadas por pesquisadores e historiadores ao governo britânico.
Fonte: EFE e Telegraph.
Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia - Reformulação 2010 (R).
Espero que um dia o governo americano faça a mesma coisa que os outros países divulguem de uma vez os seus arquivos.
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