quinta-feira, 3 de setembro de 2026

"Céus Desprotegidos: Especialista Alerta para a Vulnerabilidade Aérea das Usinas Nucleares dos EUA a Drones e UAP's".

 


"Especialistas e jornalistas debatem publicamente a crescente presença de Fenômenos Aéreos não Identificados e os desafios de segurança nacional que eles representam".


Uma revelação preocupante expõe a fragilidade da infraestrutura crítica de energia nos Estados Unidos. Daryl Johnson, ex-analista sênior de contraterrorismo do Departamento de Segurança Interna (DHS) e ex-gerente de programas de segurança da Comissão Reguladora Nuclear (NRC) dos EUA, alertou que as instalações nucleares comerciais do país estão praticamente indefesas contra incursões de drones e Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs).

Em seu livro mais recente, Unguarded Skies - Safeguarding America's Commercial Nuclear Fleet Against UAPs and Drones of Unknown Origin, Johnson expõe lacunas burocráticas, falhas operacionais e a resistência de gestores federais em enfrentar uma ameaça crescente sobre os céus das centrais nucleares.

Falha de paradigma - Segurança focada no chão, vulnerável no ar.

Desde os atentados de 11 de setembro de 2001, o protocolo de proteção das centrais nucleares norte-americanas foi desenhado quase exclusivamente para deter invasões terrestres. As instalações contam com cercamento ostensivo, torres de guarda reforçadas, veículos blindados e equipes com armamento de alto calibre. Contudo, no espaço aéreo, o cenário é oposto.

Segundo Johnson, que monitorou e analisou relatos de sobrevoos de 2010 a 2025 na NRC.

Ausência de sensores de detecção: A esmagadora maioria das centrais não possui radar passivo ou ativo, sistemas de monitoramento de radiofrequência (RF) ou câmeras térmicas dedicadas a cobrir o espaço aéreo sobre as instalações.

Falta de zonas de restrição de voo : Apenas duas usinas comerciais no país possuem áreas de exclusão aérea oficiais (No-Fly Zones) chanceladas pelas autoridades.

Impossibilidade legal de neutralização : Pela legislação norte-americana, drones são classificados como aeronaves. Como resultado, os guardas de segurança não têm autorização legal para abater, bloquear sinal (jamming) ou interceptar qualquer objeto voador, limitando-se a observar e registrar.

Resolução de casos abaixo de 1% : Em menos de 1% dos centenas de episódios registrados ao longo de mais de uma década, a NRC conseguiu identificar o operador da aeronave ou sua real intenção.

O Perigo da Guerra Assimétrica.

Embora os reatores nucleares sejam protegidos por espessas estruturas de concreto e aço reforçado, Johnson adverte que a infraestrutura periférica é altamente suscetível a ataques assimétricos.

Acontecimentos no cenário internacional -- como o uso massivo de drones civis adaptados com explosivos no conflito da Ucrânia -- demonstraram que equipamentos baratos podem inutilizar ativos estratégicos. 

No caso de uma central nuclear, o comprometimento de tanques de resfriamento, subestações elétricas, geradores a diesel ou depósitos de lixo nuclear (ISFSI) poderia desencadear colapsos no sistema de refrigeração ou liberações radiológicas. Além do impacto físico, o impacto psicológico e o pânico populacional seriam devastadores.




"Sob a vigilância de orbes e tic-tacs, um homem busca cura e revelação através da fé e do mistério transcendental, enquanto a inteligência governamental monitora cada interação nos céus e na terra".


Incursões Anômalas e a Distinção entre Drones e UAP's.

Com o aumento dos relatos desde 2014, grande parte dos eventos foi categorizada genericamente como "drones". No entanto, Johnson destaca que diversos casos exibiam características fora dos padrões de drones comerciais de hobby.

Autonomia prolongada : Objetos permaneceram sobrevoando instalações por horas, superando a capacidade de bateria habitual de dispositivos civis (15 a 30 minutos).

Voo sem iluminação e em alta altitude : Várias incursões ocorreram na escuridão total, sem luzes de navegação e acima do limite estipulado pela FAA para voos civis (400 pés).

Formato triangular sobre a Usina Susquehanna (2022) : Em outubro de 2022, um objeto triangular não identificado pairou sobre a usina de Susquehanna, na Pensilvânia, por mais de duas horas, projetando um facho de luz sobre a área protegida sem gerar ruído perceptível de propulsão.

O Incidente na Usina de Surry (2024) : Em dezembro de 2024, durante uma onda de avistamentos na costa leste dos EUA, testemunhas observaram um objeto de grande porte próximo à Usina de Surry, na Virgínia. Do objeto principal emergiram objetos menores que realizaram manobras síncronas em ziguezague e aceleração instantânea até desaparecerem na alta atmosfera.

Johnson relata que tentou formalizar diretrizes para orientar os guardas a registrar parâmetros dos UAPs -- como ausência de som, ausência de meios visíveis de propulsão e formatos anômalos, além de solicitar integração imediata com o escritório de investigação de UAPs do Pentágono (AARO). Suas propostas, contudo, enfrentaram resistência interna da diretoria da NRC, sob a justificativa de não sobrecarregar as concessionárias de energia com novos custos operacionais.

Comparativo Internacional e o Caminho para a Solução.

Diferente dos Estados Unidos, países como o Japão e a França adotaram medidas severas de monitoramento e proteção aérea após incidentes com drones em suas instalações. No Japão, a instalação de tecnologia de triangulação e detecção de RF tornou-se obrigatória, eliminando praticamente a ocorrência de sobrevoos não autorizados.

Para reverter o quadro de vulnerabilidade nos EUA, Daryl Johnson recomenda.

Obrigatoriedade de sistemas de detecção : Exigir por regulamentação que todas as concessionárias instalem domos de detecção de sinal de RF para identificar a presença de objetos e rastrear a localização dos operadores em tempo real.

Coleta padronizada de dados : Treinar e equipar a força de segurança privada das usinas para distinguir e documentar a diferença entre drones convencionais (UAS) e Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAP).

Atualização legislativa : Aprovação de medidas como o Critical Infrastructure Airspace Defense Act, que estende poderes limitados de mitigação e interceptação de drones para operadores de infraestrutura crítica.



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Fontes Consultada : Aegis I.R. Group/ NewsNation - Ross Coulthart.


GBUcast.



Alerta UAP's Governo Nuclear Drone's Agente




Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia.

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