Afinal os presidentes tem ou não acesso as informações secretas sobre os OVNIs ?
Ao longo das décadas, vários líderes deram declarações que variam entre o humor a expectativa e a confirmação de que existem fenômenos sem explicação.
Aqui está um resumo detalhado sobre o que os principais presidentes relataram ou investigaram :
Barack Obama (2009/2017) : Tem sido um dos mais abertos sobre o assunto nos últimos anos. Em entrevistas recentes, ele confirmou que, ao assumir a presidência, perguntou especificamente se existia um laboratório com espécimes alienígenas ou naves espaciais. A resposta que recebeu foi não. No entanto, ele afirmou categoricamente que existem imagens e registros de objetos nos céus que não sabemos exatamente o que são, que se movem de formas difíceis de explicar e que não possuem um padrão facilmente compreensível. Recentemente, ele brincou dizendo que eles são reais, mas depois esclareceu que se referia à probabilidade estatística de vida no universo e à existência confirmada de fenômenos aéreos não identificados, os chamados UAPs.
Donald Trump (2017/2021 - 2024/...) : Deu declarações ambíguas durante seu mandato. Em entrevistas, ele mencionou ter ouvido coisas muito interessantes sobre Roswell, mas que não pretendia revelá-las tão cedo. Ele também foi o responsável por assinar a legislação que exigia que as agências de inteligência dos Estados Unidos entregassem um relatório detalhado ao Congresso sobre tudo o que sabiam sobre fenômenos aéreos não identificados, o que deu início a uma nova era de transparência sobre o tema.
Bill Clinton (1993/2001) : Demonstrou muito interesse no incidente de Roswell e na Área 51. Ele chegou a ordenar uma revisão de documentos para saber se algo estava sendo escondido. Segundo seus relatos, ele não encontrou evidências de alienígenas mortos ou naves capturadas, mas disse publicamente que não ficaria surpreso se fôssemos visitados algum dia, dada a imensidão do universo.
Jimmy Carter (1977/1981) : É um caso único porque ele mesmo relatou ter visto um OVNI em 1969, antes de se tornar presidente. Ele descreveu uma luz brilhante que mudava de cor e tamanho no céu da Geórgia. Durante sua campanha, ele prometeu liberar todos os documentos do governo sobre o assunto. Contudo, após assumir o cargo, ele recuou, afirmando que certas informações não poderiam ser reveladas por questões de segurança nacional e implicações de defesa.
No Brasil.
Embora os presidentes brasileiros raramente falem abertamente sobre suas crenças pessoais no tema, o governo brasileiro tem um histórico de desclassificação de documentos. O Arquivo Nacional possui centenas de relatos oficiais, incluindo a famosa Noite Oficial dos OVNIs em 1986, quando o então Ministro da Aeronáutica confirmou em rede nacional que jatos da FAB perseguiram objetos não identificados. Mas diferente dos Estados Unidos, onde os presidentes costumam ser mais reservados, o governo brasileiro daquele período permitiu que o comando militar falasse abertamente, o que transformou o Brasil em um dos países pioneiros na abertura de arquivos ufológicos.
Em resumo, o que os presidentes parecem saber é que o fenômeno é real e monitorado pelos militares, mas eles negam ter evidências diretas de corpos ou contatos diplomáticos com seres de outros mundos. A grande questão que paira é se existem níveis de acesso acima do próprio presidente, onde segredos mais profundos poderiam estar guardados.
Porém, quando um presidente recebe informações sobre fenômenos não identificados, a atuação dele costuma seguir um protocolo focado em segurança nacional e estabilidade institucional, mais do que em curiosidade científica. O destino dessas informações geralmente segue três caminhos principais :
Classificação de Segurança.
A primeira reação é determinar se o que foi avistado é uma tecnologia de uma nação adversária. Se os relatórios sugerem que o objeto possui capacidades superiores às defesas atuais, o presidente autoriza o sigilo máximo. Isso acontece porque revelar que o país não consegue interceptar ou identificar algo em seu próprio espaço aéreo demonstraria vulnerabilidade militar. Portanto, o silêncio muitas vezes não é sobre esconder seres de outro mundo, mas sobre esconder a incapacidade de defesa humana.
Comando acima dos presidenciáveis define a melhor forma de sigilo sem atingir questões políticas e econômicas mundiais.
Criação de Forças-Tarefa Específicas.
Em vez de lidar diretamente com os dados, os presidentes costumam delegar a análise para grupos de estudo dentro do Pentágono ou ministérios da defesa. O papel do líder é garantir o financiamento e a base legal para que essas investigações ocorram sem chamar a atenção do público. Recentemente, vimos presidentes assinando ordens para que essas agências apresentem relatórios periódicos ao legislativo, transformando o que era um segredo de gabinete em um processo administrativo de inteligência.
Gestão de Crise e Despiste.
Políticos são treinados para gerir a percepção pública. Se um presidente recebe uma informação confirmada de algo inexplicável, ele avalia o impacto social. Revelar algo que mude a compreensão da humanidade sobre seu lugar no universo poderia causar colapso em mercados financeiros ou crises religiosas. Por isso, a estratégia comum é o uso de termos técnicos vagos, como Fenômenos Anômalos Não Identificados, que desviam o foco do conceito popular de alienígenas e mantêm a discussão em um campo burocrático e menos alarmante.
Uso como Moeda de Troca Política.
Há registros de que presidentes usam o acesso a essas informações como uma forma de exercer autoridade sobre outras agências. Como o presidente é, tecnicamente, o comandante-em-chefe, ele pode exigir briefings de órgãos como a CIA ou a NASA para entender quem realmente detém o conhecimento tecnológico. Muitas vezes, o que eles fazem é tentar centralizar o controle sobre dados que estão espalhados em empresas privadas de defesa, que realizam engenharia reversa longe dos olhos do governo.
Em resumo, a ação presidencial é pragmática - eles transformam o mistério em um problema de fronteira e tecnologia, garantindo que a informação permaneça sob controle estatal até que seja seguro ou politicamente vantajoso revelá-la.
Entretanto, o processo de desclassificação de documentos é uma das ferramentas mais poderosas de um presidente, pois ele detém a autoridade máxima sobre o que deve permanecer em segredo e o que pode ser revelado ao público. No contexto de fenômenos não identificados, esse processo segue um rito jurídico e administrativo rigoroso, onde o presidente atua como o fiel da balança entre a transparência e a segurança do Estado.
Mecanismo Presidencial da Seguinte Forma :
A Autoridade Originária de Classificação.
O presidente é a autoridade máxima de classificação do país. Isso significa que ele tem o poder intrínseco de declarar que qualquer informação, por mais sensível que seja, não representa mais uma ameaça se for revelada. Ele pode emitir ordens executivas que alteram as regras de como as agências, como a CIA ou o Ministério da Defesa, lidam com segredos. Se um presidente decide que o público precisa saber sobre um relatório de inteligência específico, ele pode passar por cima das recomendações de generais e diretores de agências, embora isso raramente ocorra sem uma negociação política prévia.
Ordens Executivas e Prazos de Expiração.
Muitos presidentes utilizam ordens executivas para estabelecer que documentos secretos percam esse status automaticamente após um certo período, como 25 ou 50 anos. Quando o prazo expira, os documentos chegam à mesa do presidente para uma decisão final: ou ele permite a liberação automática, ou assina uma extensão do sigilo alegando que a revelação ainda causaria danos graves à defesa nacional. No caso de temas sensíveis como tecnologias aeroespaciais desconhecidas, os presidentes frequentemente enfrentam pressão do complexo industrial militar para manter o sigilo, sob o argumento de que a tecnologia envolvida ainda é estratégica.
O Papel do Conselho de Segurança Nacional.
Antes de qualquer papel ser liberado, o presidente consulta o seu Conselho de Segurança Nacional. Eles analisam se a informação que o presidente quer desclassificar pode revelar métodos de espionagem ou fontes humanas. Se um presidente recebe um vídeo de um objeto não identificado gravado por um satélite ultra-secreto, o dilema dele não é apenas revelar o objeto, mas sim o fato de que o satélite tem aquela capacidade de resolução. Muitas vezes, o presidente opta por uma desclassificação parcial, onde o objeto é mostrado, mas os dados técnicos do sensor são apagados com tarjas pretas.
Desclassificação por Conveniência Política ou Pressão Legislativa.
O presidente também usa a desclassificação como uma ferramenta de resposta à pressão do Congresso ou da opinião pública. Se o Legislativo cria uma lei exigindo transparência sobre determinado assunto, o presidente instrui seus secretários de defesa a realizar uma revisão sistemática. Ele define as diretrizes de quão profunda será essa busca. Se o presidente for favorável à abertura, ele pode criar uma comissão presidencial independente para revisar os arquivos, garantindo que as agências de inteligência não escondam pastas importantes sob nomes de projetos codificados que o presidente tecnicamente não conhecia.
A Revisão Final e o Risco de Segurança.
No estágio final, o presidente assina o ato de desclassificação. É um momento de grande responsabilidade, pois, se a informação levar a uma instabilidade internacional ou comprometer a segurança de aliados, a culpa recai diretamente sobre a figura do chefe de Estado. Por isso, no tema de inteligência não humana ou tecnologias exóticas, os presidentes tendem a ser extremamente cautelosos, preferindo liberar informações em doses homeopáticas para testar a reação da sociedade e dos outros governos.
Presidentes tem 'sim' o poder de desclassificar arquivos secretos ou manter informações importantes fora da grade pública.
O ato de desclassificar é, portanto, um exercício de poder político onde o presidente decide o que a história deve registrar e o que deve permanecer nas sombras dos arquivos militares.
E a relação entre um presidente e as empresas privadas de defesa no que toca aos OVNIs é um dos pontos mais complexos do poder executivo, pois envolve uma zona cinzenta de legalidade e propriedade intelectual que muitas vezes escapa ao controlo direto do Salão Oval.
Detalhamento Presidencial e Estrutura :
O Desvio de Informação para o Setor Privado.
Durante décadas, para evitar que o Congresso ou o público tivessem acesso a descobertas sensíveis sobre OVNIs através de leis de transparência, o governo transferiu materiais ou dados para empresas privadas de defesa. Uma vez que o material está nas mãos de uma empresa, ele passa a ser considerado propriedade industrial protegida. O presidente, ao assumir o cargo, depara-se com o facto de que tecnologias possivelmente recuperadas não estão em bases militares, mas em hangares de empresas que não respondem diretamente a ele da mesma forma que um general.
Contratos de Acesso Especial de Próxima Geração.
O presidente atua através da assinatura de programas conhecidos como SAPs (Special Access Programs). Alguns destes programas são tão restritos que são chamados de programas não reconhecidos. Nestes casos, o presidente pode saber da existência do projeto, mas a gestão diária e os segredos tecnológicos ficam confinados à empresa privada. O papel do presidente aqui é autorizar o financiamento oculto dentro do orçamento de defesa para que essas empresas continuem as pesquisas de engenharia reversa em objetos que não foram fabricados na Terra.
A Luta pela Requisição de Tecnologia.
Recentemente, tem havido um movimento onde o presidente, pressionado por novos conselheiros, tenta recuperar a custódia desses materiais. O dilema presidencial é que, se uma empresa privada conseguiu avanços científicos a partir de um OVNI capturado, ela alega que essa inovação pertence aos seus acionistas. O presidente precisa então usar ordens executivas ou negociar com o Departamento de Defesa para forçar as empresas a devolverem o conhecimento ao controle governamental, sob o argumento de que se trata de uma descoberta de interesse da humanidade e não de lucro corporativo.
O Mecanismo de Denúncia Protegida.
Para contornar o silêncio das empresas, o presidente sanciona leis de proteção a denunciantes (whistleblowers). Isso permite que funcionários dessas empresas privadas possam ir falar diretamente com o presidente ou com comissões de inteligência sem serem presos por quebra de contrato ou traição. É uma forma de o presidente furar a bolha de segredo das corporações e descobrir o que realmente está escondido nos arquivos privados sem precisar de um confronto direto com os gigantes da indústria de armas.
Imunidade e Anistia.
Outra ferramenta que o presidente possui é a oferta de anistia. Ele pode sinalizar às empresas que, se elas revelarem o que detêm sobre tecnologia de OVNIs num determinado prazo, não serão processadas por terem escondido isso do governo ou por uso indevido de fundos públicos no passado. É uma manobra de diplomacia interna onde o presidente tenta trazer o segredo para dentro da estrutura oficial do Estado antes que ele vaze de forma descontrolada.
Em última análise, o presidente funciona como um mediador de alta cúpula, tentando equilibrar o interesse nacional com o poder imenso dessas corporações que, em muitos casos, podem deter informações que o próprio presidente ainda não recebeu de forma completa.
Vazamentos Sustentáveis Estratégicos.
O processo de preparação da população, muitas vezes chamado de divulgação gradual ou condicionamento, é uma estratégia de comunicação coordenada pelo gabinete da presidência para evitar o choque cultural e a instabilidade social. O presidente não utiliza apenas pronunciamentos oficiais; ele utiliza uma rede de canais para normalizar a ideia de vida extraterrestre e fenômenos inexplicáveis. O presidente permite ou instrui que vídeos e dados de radar reais sejam vazados para jornais de grande prestígio. Ao fazer isso, a informação não chega ao público como um boato de internet, mas como uma notícia séria de segurança nacional. O papel do presidente é, posteriormente, confirmar a veracidade desses vídeos de forma casual, como se fosse algo que o governo já monitora há muito tempo. Isso remove o estigma de ridículo que cercava o tema por décadas.
Mudança na Nomenclatura Oficial.
Uma das ações mais diretas do presidente é a alteração dos termos usados pelo governo. Ao substituir discos voadores ou OVNIs por Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs), o presidente retira a carga emocional e cinematográfica do assunto. Essa nova terminologia técnica permite que cientistas, pilotos e acadêmicos falem sobre o tema em ambientes formais sem medo de prejudicar suas carreiras, criando um ambiente de discussão mais maduro na sociedade.
O Uso de Porta-vozes e Ex-funcionários.
O presidente frequentemente utiliza ex-diretores de inteligência ou antigos conselheiros para darem entrevistas em seu lugar. Esses indivíduos gozam de liberdade por não estarem mais no cargo, mas ainda possuem a confiança do presidente. Quando um ex-diretor da CIA diz na televisão que existem coisas que não entendemos, ele está servindo como um balão de ensaio para o presidente medir a reação do mercado financeiro e das instituições religiosas antes de ele mesmo fazer uma declaração definitiva.
O céu é o limite - quem não gostaria de ter acesso aos casos mais incríveis relacionados aos OVNIs ?
Briefings Públicos no Congresso.
O presidente incentiva que as agências de defesa realizem audiências públicas. Ao permitir que militares prestem depoimento sob juramento diante das câmeras, o presidente transfere a carga da revelação para as instituições técnicas. Isso faz com que a população se acostume com a ideia de que o governo está investigando o assunto de forma transparente e burocrática, reduzindo o potencial de pânico em massa que uma revelação súbita e isolada causaria.
Discursos sobre a Unidade da Humanidade.
Em momentos de crise ou grandes assembleias internacionais, como na ONU, o presidente pode inserir frases sutis sobre como os desafios da humanidade transcendem as fronteiras terrestres. Esses discursos servem para preparar o psicológico coletivo para uma realidade onde a espécie humana não é a única protagonista. É uma forma de diplomacia preventiva que visa unir a população em torno da figura do líder nacional diante de uma descoberta de tamanha magnitude.
Essas táticas garantem que, se um dia o presidente decidir revelar a verdade completa, a sociedade já terá processado a informação em pequenas partes ao longo de anos, tornando o anúncio final um passo lógico em vez de um evento traumático.
Preparação de Impactos Globais.
A preparação de um presidente para o impacto econômico de uma revelação sobre fenômenos não identificados é um dos planos de contingência mais sigilosos de qualquer governo. O foco não é apenas a descoberta em si, mas como evitar o colapso do sistema financeiro global, que é baseado na previsibilidade e na estabilidade das instituições humanas.
O Controle da Narrativa sobre Matriz Energética.
Um dos maiores medos dos mercados é que a confirmação de tecnologia extraterrestre implique a existência de energia livre ou propulsão sem combustíveis fósseis. Isso poderia levar as ações de empresas de petróleo, gás e energia ao valor zero em questão de minutos. Para evitar isso, o presidente trabalha com o Conselho de Assessores Econômicos para garantir que qualquer revelação tecnológica seja apresentada como algo que levará décadas para ser compreendido ou integrado à indústria. O objetivo é dar tempo para que as grandes corporações de energia se adaptem e migrem seus investimentos para as novas fronteiras tecnológicas sem quebrar.
Criação de Fundos de Estabilidade e Circuit Breakers.
O presidente, em coordenação com o Banco Central e a Reserva Federal, estabelece protocolos de emergência para as bolsas de valores. Se uma revelação causar uma venda em massa por pânico, o governo tem autoridade para suspender as negociações por tempo indeterminado. Durante esse fechamento forçado, o presidente realiza reuniões com os CEOs dos maiores bancos e fundos de investimento para assegurar que o governo garantirá a liquidez do sistema, evitando que o medo de uma mudança de paradigma destrua as economias pessoais dos cidadãos.
Investimento em Defesa e Aeroespacial.
Para equilibrar a possível queda em outros setores, o presidente redireciona o entusiasmo do mercado para as indústrias de defesa e aeroespacial. Ao anunciar novos contratos bilionários para o estudo dessas tecnologias, o governo cria um novo motor econômico. O mercado entende que, embora o velho mundo esteja mudando, um novo e lucrativo setor está nascendo, o que atrai o capital especulativo e mantém o fluxo de dinheiro circulando na economia nacional.
Acordos Internacionais de Cooperação Financeira.
Nenhum país sobrevive economicamente a uma revelação dessas sozinho. O presidente utiliza canais diplomáticos para garantir que outros líderes mundiais também sigam protocolos de contenção financeira semelhantes. O medo é que uma moeda se desvalorize violentamente em relação a outra se um país for visto como detentor exclusivo de tecnologia exótica. Portanto, o presidente promove a ideia de uma governança global da informação para manter a paridade e a confiança entre as nações.
Gestão do Consumo e Inflação.
Há também a preocupação com o comportamento do consumidor. Se as pessoas acreditarem que o mundo como o conhecemos vai acabar, elas podem parar de pagar dívidas ou começar a estocar bens essenciais. O presidente utiliza pronunciamentos para reforçar a continuidade do estado de direito e do funcionamento normal da sociedade, enfatizando que as descobertas são científicas e não representam uma ameaça imediata ao quotidiano ou ao valor do trabalho e da moeda.
Este panorama encerra momentaneamente nossa análise sobre o papel do presidente na gestão do maior segredo da história. O líder de uma nação atua como um regulador de realidade, filtrando o que chega ao público para garantir que a estrutura social e econômica permaneça intacta diante do desconhecido.
Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia.




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