domingo, 6 de abril de 2014

"Câmera de Trilha: Captura Anomalia Luminosa e Feixe Laser sobre Floresta nos EUA".(R)




Casal intrigado com imagem misteriosa no Mississipi.



O uso de armadilhas fotográficas e câmeras de monitoramento de fauna com tecnologia infravermelha tem se tornado um recurso involuntário, porém valioso, na detecção de Fenômenos Aéreos Anômalos (UAPs) em áreas rurais isoladas. No dia 16 de fevereiro de 2014, o casal Edith e Rainer Shattles documentou uma sequência contínua de luzes não identificadas sobre a região de Cumbest Bluff, no condado de Jackson - uma zona florestal remota no sudeste do estado do Mississippi, próxima à divisa com o Alabama.




Figura estranha ou OVNI surge à noite próximo aos animais.



O registro óptico, capturado por um equipamento automatizado sensível ao espectro infravermelho, cobriu um intervalo de 32 minutos, estendendo-se das 19h24 às 19h56 (horário local). A análise cronológica dos quadros revela parâmetros de alta estranheza física.

Evolução do Fator Luminoso : A gravação inicia com a presença habitual de cervos em uma clareira densa. Pouco depois, uma fonte luminosa de fraca intensidade surge no horizonte florestal, intensificando sua luminescência de forma progressiva até configurar uma estrutura sólida pairando sobre a copa das árvores.

Feixe de Radiação Direcionada : A emissão de luz vinda do céu projetou-se diretamente sobre o solo e a fauna local. Os quadros do sensor registraram um feixe fino e concentrado - com propriedades ópticas semelhantes às de um marcador laser - atingindo o casco e a estrutura corporal de um dos animais presentes na área de cobertura.




Uma das câmeras infravermelhas instaladas em propriedade.



Ausência de Vias Terrestres : Embora o arranjo inicial das luzes lembrasse os faróis de um veículo automotor, o mapeamento topográfico do Condado de Jackson confirma que o local do registro não possui estradas, vias pavimentadas ou acessos transitáveis por automóveis, descartando a presença de tráfego terrestre naquelas coordenadas.




Local onde ocorreu a aparição durante o dia.



Após o período de pairamento e projeção luminosa sobre a clareira, a estrutura acelerou de forma ascendente e rompeu o campo de visão das lentes infravermelhas.

A divulgação do arquivo bruto gerou debates entre analistas de imagem e pesquisadores de campo, dividindo as interpretações técnicas em duas linhas principais.




O sr. Rainer procura um explicação e abre uma hipótese do que ocorreu.


Testes com Veículos Aéreos Não Tripulados (Drones) : O próprio proprietário da área, Rainer Shattles, sugeriu de forma cautelosa que a emissão luminosa e o feixe concentrado poderiam estar associados a testes de sistemas de navegação ou varredura a laser (LiDAR) por plataformas não tripuladas de agências governamentais.

Plataforma de Origem Anômala (UAPs) : Pesquisadores independentes enfatizam que o comportamento estático do vetor por mais de meia hora, aliado à ausência de ruído relatado por moradores próximos e ao direcionamento de feixes finos sobre a fauna, alinha-se ao padrão de monitoramento biológico documentado em outros casos da casuística norte-americana.




Luzes aparecem sobre floresta.



Em declaração concedida à imprensa local, o casal ressaltou que, até que órgãos de aviação civil ou forças de defesa apresentem uma justificativa oficial para a presença de refletores em área florestal fechada, o evento de Cumbest Bluff permanece categorizado como um registro ufológico de alta solidez material, obtido por sensores automáticos sem intervenção humana.








Fonte Consultada : WLOX 13.




Clique :







Atualização : 15 de Abril de 2014.



Analistas de imagem e pesquisadores independentes parecem ter elucidado o mistério que mobilizou a família Shattles nas últimas semanas, apresentando uma resolução técnica para as luzes capturadas pelo sensor infravermelho. Um estudo detalhado difundido pela comunidade investigativa demonstrou que as assinaturas luminosas observadas acima da fauna não correspondiam a uma estrutura física no céu, mas sim a um artefato óptico de reflexão interna (lens flare). 

A anomalia foi produzida pela intensa reflexão da luz infravermelha nos olhos dos próprios cervos presentes na clareira, que, ao incidir diretamente nas lentes da armadilha fotográfica sob um ângulo específico, geraram projeções espelhadas e invertidas no enquadramento superior do arquivo.



Confira no link abaixo (Matéria em Inglês) :



Fonte Consultada : Breakdown.










Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia - Reformulação 2014 (R).

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