quinta-feira, 21 de março de 2013

"Análise de Bordo: Passageiro do Voo 725 (F.A) Registra Vetor Prateado a 10 Mil Metros de Altitude".(R)




Passageiro registra seu voo para Denver EUA



Os relatórios de avistamentos obtidos por passageiros e tripulantes a bordo de aeronaves comerciais constituem uma das categorias mais relevantes da casuística aeroespacial, em razão da altitude operacional e da velocidade de deslocamento envolvidas. No dia 5 de março de 2013, um passageiro a bordo do Voo 725 da Frontier Airlines, que cumpria a rota entre Washington D.C. e Denver, nos Estados Unidos, registrou em vídeo a presença de um corpo voador não identificado acompanhando a trajetória da aeronave.

O registro foi obtido a partir de uma das janelas do setor direito da cabine, enquanto a aeronave mantinha voo estabilizado a uma altitude aproximada de 10.000 metros (33.000 pés).




Do lado da asa direita do avião surge um suposto OVNI registrado pela testemunha



De acordo com a análise dos quadros do vídeo e o depoimento da testemunha, a ocorrência apresentou os seguintes parâmetros operacionais.

Morfologia e Assinatura Óptica : O vetor exibia uma geometria discoide e superfície com acabamento metálico em tom prata cintilante, destacando-se nitidamente contra a linha do horizonte e a estrutura da asa direita do avião.

Exclusão de Reflexos Internos : A testemunha descartou a hipótese de um reflexo de lente ou da luz de navegação (strobe light) projetada no acrílico da janela, sustentando que o objeto mantinha distância física em relação à aeronave e profundidade de campo no horizonte.

Correlação Cinemática e Turbulência : Durante o acompanhamento paralelo, a aeronave comercial foi atingida por uma turbulência repentina. No mesmo instante em que a instabilidade abalou o voo, o vetor intensificou sua emissão fotônica e executou uma aceleração em alta velocidade rumo ao horizonte, saindo do campo de visão da câmera.





Zoom do objeto voador cintilante



A altitude de 10 mil metros elimina imediatamente a interferência de aeronaves civis leves, helicópteros ou artefatos recreativos convencionais. A filtragem técnica para este incidente envolve três linhas de análise.

Plataformas Militares Não Tripuladas (Drones de Reconhecimento) : Dada a rota partir da capital Washington D.C., avalia-se a possibilidade de cruzamento com testes de veículos aéreos não tripulados (UAVs) de alta altitude. Contudo, a taxa de aceleração instantânea registrada após a turbulência supera o envelope de desempenho de plataformas conhecidas.

Reentrada Orbital ou Deterioração de Satélites : A hipótese de um fragmento de satélite em órbita baixa foi considerada devido ao brilho metálico. No entanto, o deslocamento paralelo estabilizado na mesma altitude do voo comercial por vários segundos diverge do ângulo e velocidade de reentradas atmosféricas.

Plataforma de Origem Anômala (UAP) : A combinação de formato discoide, voo de cruzeiro pareado em altitude comercial e a repentina aceleração associada à perturbação aerodinâmica local mantêm o evento catalogado nos arquivos de tráfego aéreo não identificado.

O incidente do Voo 725 permanece sob monitoramento de pesquisadores civis como um registro de alta visibilidade, levantando questionamentos técnicos sobre a interação direta entre anomalias atmosféricas e a física do ar ao redor de aeronaves comerciais.








Fontes Consultada : Gather e Examiner.




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Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia - Reformulação 2013 (R).

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