Após mais de cinco décadas dedicadas à investigação do fenômeno ufológico, o ex-físico nuclear Stanton Friedman manifestou ao longo de sua trajetória a convicção de que parte dos objetos voadores não identificados possui origem extraterrestre e controle inteligente.
O pesquisador, que faleceu em maio de 2019 aos 84 anos, atuou por catorze anos em projetos corporativos focados em sistemas de propulsão, fusão nuclear e aviação avançada para empresas como Westinghouse e General Aerojet Nucleonics, passando a dedicar-se integralmente à difusão do tema após ter contato com relatórios e documentos na década de cinquenta.
Ao longo de sua vida, Friedman realizou centenas de palestras em instituições de ensino superior e fóruns científicos nos Estados Unidos e no exterior, abordando a hipótese de um encobrimento sistemático mantido por órgãos governamentais desde a década de quarenta.
Em sua publicação intitulada Science Was Wrong, escrita em parceria com Kathleen Marden, o autor apontou a postura refratária de segmentos acadêmicos e de iniciativas como o Instituto SETI diante da análise de evidências físicas e documentais associadas aos avistamentos.
A pesquisa conduzida por Friedman envolveu entrevistas diretas com militares e testemunhas ligadas aos acontecimentos de 1947 na região de Roswell, no Novo México.
O físico sustentou que os interesses estratégicos de defesa e o desenvolvimento de tecnologia bélica constituíam os principais fatores para o sigilo mantido pelas autoridades ao longo dos anos, associando os dados levantados ao debate contínuo sobre a existência de vida inteligente no universo e às declarações de astrônomos do Observatório do Vaticano a respeito do tema.
Fontes Consultada : AOL News/ Weird News.
Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia - Reformulação 2010 (R).


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