
O desenvolvimento de plataformas aéreas não tripuladas de assinatura furtiva (stealth) representa um dos fatores mais significativos na geração de falsos positivos para avistamentos de UAPs (Fenômenos Anômalos Não Identificados). Um exemplo emblemático dessa transição tecnológica foi o anúncio, pela divisão Phantom Works da Boeing, do Phantom Ray, um veículo aéreo não tripulado de combate (VANT) projetado para operações de alta complexidade em espaços aéreos contestados.
O design do Phantom Ray baseia-se no conceito de "asa voadora", uma geometria que elimina a cauda convencional e superfícies verticais, reduzindo drasticamente a sua seção reta de radar (RCS). Dotado de capacidades autônomas, os dados técnicos da plataforma demonstram sua vocação tática.
Velocidade de Cruzeiro : 614 mph (aproximadamente 980 km/h, equivalente a Mach 0.93).
Teto de Serviço : Projetado para operar em altitudes estabilizadas de 40.000 pés (cerca de 12.190 metros).
Gerenciamento Térmico : Para mitigar a vulnerabilidade contra sistemas de varredura infravermelha (IRFS) e mísseis guiados por calor, o motor General Electric F404-GE-102D foi completamente encapsulado no interior da fuselagem, exaustando gases resfriados por dutos blindados.
Capacidade de Carga : Configurado com compartimentos internos de armas para manter a aerodinâmica e o perfil furtivo, com capacidade para carregar até 2.040 kg de armamentos ou sensores avançados.
De acordo com comunicados oficiais emitidos pela fabricante durante a fase de testes - cujo voo inaugural ocorreu com sucesso em 27 de abril de 2011, na Base Aérea de Edwards, o Phantom Ray atua diretamente na supressão de defesas aéreas inimigas (SEAD), além de cumprir missões de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR).

O formato exótico de asa voadora do Phantom Ray, somado à ausência de luzes de navegação comerciais padrão durante missões experimentais noturnas e à capacidade de realizar curvas coordenadas sem a limitação fisiológica de um piloto humano, contextualiza diretamente o aumento expressivo de relatos de OVNIs em áreas adjacentes a campos de testes como o Dryden Flight Research Center da NASA e Edwards.
Para o observador civil, ou mesmo para sistemas de radares de gerações anteriores, uma aeronave com reflexividade de radar quase nula, que se desloca de forma silenciosa e possui o contorno de um disco ou triângulo perfeito, preenche todos os requisitos visuais de um objeto de origem desconhecida.
Esse cenário confirma uma realidade há muito debatida na comunidade de análise de inteligência - uma parcela substancial dos relatos de fenômenos anômalos ao redor do planeta reflete, na verdade, o desdobramento operacional de projetos aeroespaciais altamente classificados das superpotências globais.
Fontes Consultada : Boeing/ NASA.
Fonte : Grupo Brasileiro de Ufologia - Reformulação 2010 (R).

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