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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Caso Antônio Villas Boas

O famosíssimo caso ufológico Antônio Villas-Boas é muito especial para os estudantes gnósticos porque ele é relatado pelo próprio V.M. Samael em suas conferências e textos sobre Vida Extraterrestre e Origem Extraterrestre da Humanidade. Com este caso, o VM Samael afirma que estão ocorrendo fantásticos experimentos genéticos e experiências sexuais entre seres de nosso planeta Terra com extraterrestres... Qual a finalidade dessas experiências? Segundo o gnosticismo moderno, tais experiências se devem à necessidade de um aperfeiçoamento genético e espiritual de nossa humanidade, para que a futura Raça que povoará o planeta seja melhor, mais resistente e mais espiritualizada. A próxima Raça, chamada de Khoradi, nascerá da mistura entre o que há de melhor dos terrícolas com os extraterrestres.

Um dos mais espantosos relatos sobre seqüestro de seres humanos por criaturas extraterrestres; contato imediato de quinto grau, ou CE5 - foi mantido em segredo por muito tempo: aproximadamente oito anos. Isso aconteceu porque os pesquisadores que entrevistaram o seqüestrado pela primeira vez consideraram desaconselhável a divulgação do fato. Os relatórios iniciais foram cuidadosamente redigidos, de modo a manter o anonimato da pessoa envolvida. Assim, durante muito tempo, o seqüestrado ficou conhecido apenas pelas inicias A.V.B. As primeiras informações sobre esse surpreendente caso surgiram em fins de 1957. Na época, o jornalista brasileiro João Martins publicava, na revista O Cruzeiro, uma série de matérias sobre discos voadores. Tendo convidado seus leitores a lhe enviarem narrativas de casos que tivessem testemunhado, João Martins recebeu, entre inúmeras outras, a carta de um jovem agricultor que morava próximo à pequena cidade de São Francisco de Sales, em Minas Gerais. O agricultor narrava uma história tão extraordinária que João Martins resolveu enviar-lhe ajuda financeira para que fizesse a longa viagem até o Rio de Janeiro, onde poderia relatar com mais detalhes o ocorrido. Assim, em 22 de fevereiro de 1958, no consultório do médico Olavo T. Fontes, conhecido do jornalista, teve início uma longa investigação científica, que surpreenderia os círculos especializados em ufologia. A história revelada mostrou-se tão espantosa que os investigadores decidiram conservá-la em segredo. Estavam preocupados em evitar que narrativas semelhantes surgissem por influência do caso de A.V.B., se o relato fosse amplamente divulgado. Se isso ocorresse, a própria experiência do jovem agricultor poderia ficar invalidada. Apesar de todas as precauções, no entanto, parte do relato veio a ser comentada.

A pessoa que tomou conhecimento do caso era um competente ufologista, o dr. Walter Bühler, que em 1961 começou a fazer pormenorizadas investigações por conta própria. O relatório Bühler apareceu depois como simples boletim informativo. Mas, traduzido por Gordon Creighton e enriquecido com comentários do editor, foi publicado na Flying Saucer Review (Revista dos Discos Voadores), em janeiro de 1965. Pouco depois, o jornalista João Martins publicou sua própria versão do fato na edição em espanhol (não na edição em português, como seria de esperar) da revista brasileira O Cruzeiro. Por fim, a história completa do caso, incluindo os resultados de vários relatórios clínicos, surgiu no livro Os humanóides, uma coletânea de relatos de contatos de seres humanos com tripulantes de objetos voadores não identificados (Ovnis), publicado em 1969. com isso, esclareceu-se de uma vez por todas a história, que havia sido considerada muito ousada para ser conhecida pelo grande público. Revelou-se também que A.V.B. era Antônio Villas-Boas, um lavrador mineiro de 23 anos.

Este caso ocorreu em outubro de 1957 e envolveu o jovem Antônio Villas-Boas, na fazenda de sua família, situada em São Francisco de Salles, Minas Gerais. A fazenda abrange campos extensos e muitas plantações. Para lavrar as terras, a família de Villas-Boas usa um trator com o qual trabalham em duas turmas, uma diurna e outra noturna. De dia, trabalham os empregados da fazenda e à noite, por sua vez, o próprio Antônio Villas-Boas, sozinho ou acompanhado de seus irmãos, lavra as terras com o trator.
Tudo começou na noite de 5 de outubro de 1957. Naquela noite, a família de Antônio se recolheu para dormir por volta das 23 horas. Fazia bastante calor naquela noite e, por isso, Villas-Boas abriu a janela, que dá para o terreiro. Nesse momento, ele avistou uma luz brilhante, que iluminava todo a área. Era uma luz bem mais clara do que a do luar e Villas-Boas não conseguiu distinguir sua procedência - apenas que vinha do alto como se um poderoso holofote estivesse direcionado para o chão. Diante disso, Villas-Boas chamou seu irmão para mostrar o estranho fenômeno. Apesar do quadro inusitado, ambos não deram muita importância e fecharam a janela para dormir. No entanto, aquela luz não saía da cabeça de Villas-Boas e, sentindo uma curiosidade imensa, tornou a levantar-se e abriu a janela para ver o que se passava lá fora. A luz continuava inalterada, no mesmo lugar. Villas-Boas ficou com o olhar fixo naquela luz quando, de repente, a mesma se deslocou para perto de sua janela. Assustado, Villas-Boas fechou a janela com tanta força que acordou seu irmão e, dentro do quarto escuro, ambos acompanhavam a luz que entrava pelas venezianas da janela. Logo em seguida, a luz se deslocou para o alto do telhado da casa, onde penetrou pelas frestas entre as telhas. Finalmente, depois de alguns minutos, a luz desapareceu e não retornou mais.

Em 14 de outubro houve um segundo incidente que ocorreu por volta de 21h30 ou 22 horas. Naquela ocasião, Villas-Boas trabalhava com o trator em companhia de outro irmão. De repente, eles avistaram uma luz muito clara, penetrante, a ponto de fazer doer suas vistas. Segundo o depoimento de Villas-Boas, a luz era grande e redonda, como uma roda de carroça, e estava na ponta norte do campo. Ela era de um vermelho claro e iluminou uma grande área. Ao observarem melhor, distinguiram alguma coisa dentro daquela luz, mas não conseguiram precisar o que era, pois suas vistas ficavam totalmente ofuscada. Curioso, Villas-Boas foi em direção da luz para ver o que era, porém, assim que se aproximou, ela se deslocou repentinamente e velozmente para a ponta sul do campo, onde ficou novamente parada. Villas-Boas correu atrás da luz, que então, tornou a voltar para onde estava antes. Finalmente, Villas-Boas desiste de tentar chegar na luz e volta para junto de seu irmão. Por uns poucos minutos, a luz ficou imóvel, à distância; ela parecia emitir raios intermitentes, em todas as direções. Em seguida, desapareceu tão repentinamente, que deu a impressão que ela simplesmente "se apagou".
Na noite do dia seguinte, 15 de outubro, Villas-Boas trabalhou sozinho com o trator. Era uma noite fria e o céu noturno estava claro e estrelado. Por volta da 1 hora da madrugada, Villas-Boas viu uma estrela vermelha. No entanto, logo percebeu que não se tratava de uma estrela, pois aumentava progressivamente de tamanho e parecia se aproximar velozmente dele. Dentro de alguns poucos instantes, a estrela se revelou um objeto brilhante, com o formato de um ovo, que se dirigia na direção de Villas-Boas com uma velocidade incrível. Sua aproximação era tão veloz que já estava sobre o trator antes de Villas-Boas ter qualquer reação. De repente, o objeto parou a uma altura estimada pelo protagonista como em torno de uns 50 metros, e bem acima de sua cabeça. O trator e o campo ficaram iluminados como se fosse de dia.
Essa situação durou uns dois minutos e Villas-Boas, hesitante, sem saber o que fazer, ficou paralisado. Finalmente, a luz tornou a se deslocar e parou a uns 10 a 15 metros à frente de seu trator, para então, lentamente, pousar no solo. Nesse momento, já era possível distinguir nitidamente os contornos da máquina: era parecida com um ovo alongado, apresentando três picos, um no meio e um de cada lado; eram picos metálicos, de ponta fina e base larga. Villas-Boas não pôde distinguir sua cor por causa da forte luz vermelha que o objeto emitia. Em cima havia algo girando a alta velocidade que, por sua vez, emitia uma luz vermelha fluorescente.

De repente, a parte debaixo do objeto se abriu e deles saíram três suportes metálicos... e isso aterrorizou totalmente Villas-Boas, que via que algo iminente iria acontecer com ele. Não disposto a esperar para ver do que se tratava, Villas-Boas pôs o pé no acelerador, desviou-o do objeto voador e tentou escapar; porém, após avançar alguns metros, o motor parou e os faróis se apagaram. Aterrorizado, ele tentou dar a partida, mas o motor não pegou mais. Em vista disso, Villas-Boas pulou do trator, que estava atrás do objeto, e correu desesperadamente. Porém, um minúsculo ser estranho, que mal chegava a altura dos seus ombros, pegou em seu braço. Chocado, Villas-Boas aplicou-lhe um golpe que o fez perder o equilíbrio, largar o seu braço e cair para trás. Novamente, tentou correr quando, instantaneamente, três outros seres alienígenas pegaram-me por trás e pelos lados, segurando seus braços e pernas. Villas-Boas perdeu o equilíbrio e acabou ficando totalmente dominado pelas criaturas. Os seres o levantaram do solo, sem que ele pudesse esboçar sequer o menor gesto. Tomado pelo mais completo desespero, Villas-Boas tentou se livrar dos alienígenas, mas os seres o seguravam firme e não deixaram que ele conseguisse escapar. Nesse momento, Villas-Boas gritou por socorro e xingou as criaturas exigindo que o soltassem - mas nada adiantou. Os alienígenas levaram, então, para sua nave que estava pousada sobre suportes metálicos. Na parte traseira do objeto voador havia uma porta, que se abria de cima para baixo, e, assim, servia de rampa. Na sua ponta havia uma escada de metal, do mesmo metal prateado das paredes da máquina, e que descia até o solo. Os alienígenas estavam com a situação completamente dominada e só tiveram dificuldade em fazer Villas-Boas subir pela escada, que só dava para duas pessoas, uma ao lado da outra - e não era firme, mas móvel, balançando fortemente a cada uma das tentativas de Villas-Boas se livrar dos seus raptores. De cada lado havia um corrimão, com a espessura de um cabo de vassoura, no qual Villas-Boas agarrou para não ser levado para cima - o que fez com que os alienígenas tivessem de parar, a fim de desprender à força as suas mãos do corrimão.

Por fim, os alienígenas conseguiram arrancar as mãos de Villas-Boas do corrimão e levá-lo para o interior da nave. Logo em seguida, deixaram Villas-Boas em um pequeno recinto quadrado. A luz brilhante do teto metálico refletia-se nas paredes de metal polido - era emitida por numerosas lâmpadas quadradas, embutidas debaixo do teto, ao redor da sala. Logo em seguida, a porta de entrada, junto com a escada recolhida, levantou-se e se fechou. O que impressionou Villas-Boas é que, uma vez a porta fechada, ela se integrava à parede de tal forma que era impossível percebê-la. Um dos cinco seres presentes apontou com a mão para uma porta aberta e fez Villas-Boas compreender que deveria segui-lo para aquele recinto. Cansado, estressado e vendo que não tinha qualquer outra alternativa, Villas-Boas obedeceu à criatura. Dentro desse recinto, os únicos móveis existentes eram uma mesa de desenho esquisita e várias cadeiras giratórias, parecidas com as nossas cadeiras de balcão de bar. Todos os objetos eram de metal. A mesa e as cadeiras tinham um só pé no centro.

Os seres alienígenas continuavam segurando firmemente Villas-Boas e pareciam conversar entre si numa linguagem completamente estranha e incompreensível - pareciam estar discutindo. Quando finalmente deu a entender que os alienígenas tinham chegado a uma decisão, os cinco pararam de falar entre si e começaram a tirar as roupas de Villas-Boas. Claro que Villas-Boas não gostou nada da idéia de ficar nu e, então, reagindo, começou a tentar se defender de todas as formas, inclusive debatendo-se, gritando e xingando os seres. Não adiantou: Villas-Boas ficou completamente nu. Um dos alienígenas se aproxima de Villas-Boas segurando algo que parecia ser uma espécie de esponja, com a qual passou um líquido em todo o seu corpo. Era uma esponja bem macia e o líquido era bem claro e inodoro, porém mais viscoso do que a água. Primeiro, Villas-Boas pensou que fosse um óleo, mas chegou à conclusão que não era porque a sua pele não ficou oleosa, nem gordurosa. Quando passaram aquele líquido no corpo de Villas-Boas, ele sentiu um frio intenso, e tremeu muito; no entanto, logo o líquido secou e Villas-Boas já não sentia mais nada. Então, três dos alienígenas levaram Villas-Boas para a porta, do lado oposto daquela pela qual eles haviam entrado no interior da nave. Um deles tocou em algo bem no centro da porta, que, em seguida, se abriu para os dois lados, como uma porta de encaixar, de bar, feita de uma só folha, do piso ao teto. Em cima, havia uma espécie de inscrição com letreiros luminosos, vermelhos; os efeitos da luz deixaram aqueles letreiros salientes, destacados da porta em um ou dois centímetros. Eram totalmente diferentes de quaisquer dos símbolos ou caracteres conhecidos. Villas-Boas tentou gravá-los em sua memória, mas não conseguiu.

Em companhia de dois seres alienígenas, Antônio Villas-Boas ingressou em uma pequena sala quadrada, iluminada como os demais recintos, e a porta foi fechada atrás deles. De repente, a parede tornou a se abrir e pela porta entraram mais dois seres; levavam nas mãos dois tubos de borracha vermelha, bastante grossos, cada um medindo mais de um metro. Uma das pontas do tubo estava ligada a um recipiente de vidro em forma de taça; na outra ponta havia uma peça de embocadura, parecida com uma ventosa, que colocaram sobre a pele, debaixo do queixo. Antes do alienígena iniciar sua operação, comprimiu o tubo de borracha fortemente com a mão, como se dele quisesse expelir todo o ar. Logo no início, Villas-Boas não sentiu dores, nem comichão, mas notou apenas que sua pele estava sendo sugada. Em seguida, Villas-Boas sentiu uma ardência e teve vontade de coçar no local. Neste momento a taça se encheu lentamente de sangue até a metade. Logo em seguida, retiraram o tubo de borracha e substituíram-no por outro. Novamente Villas-Boas sofre nova sangria, só que desta vez no outro lado do queixo. Nessa segunda sangria, os alienígenas encheram a taça de sangue. Terminada a operação de retirada de sangue, os alienígenas se retiraram do recinto e deixaram Villas-Boas sozinho.
Por mais de meia hora, Antônio Villas-Boas ficou a sós na sala. Segundo seus depoimentos, não havia móveis, exceto uma espécie de cama, sem cabeceira nem moldura. Como estava se sentido cansado, Villas-Boas sentou-se naquela cama. No mesmo instante, começou a sentir um odor forte, estranho e que lhe causou náuseas. Villas-Boas teve a impressão de estar inalando uma fumaça grossa, cortante, que o deixou quase asfixiado. Talvez fosse isso mesmo que estivesse acontecendo, pois, quando examinou a parede da sala com mais atenção, notou uma quantidade de pequenos tubos metálicos embutidos na parede, à altura da sua cabeça. Semelhantes a um chuveiro, os tubos apresentavam múltiplos furinhos, pelos quais saía uma fumaça cinzenta, que se dissolveu no ar. Villas-Boas estava preso na sala e os alienígenas estavam aplicando um gás lá. Sentindo-se bastante mal e com ânsias de vômito, Villas-Boas foi para um canto da sala e acabou vomitando. Em seguida, pôde respirar sem dificuldades, porém continuava a se sentir mal com aquele cheiro.

Até aquele momento, Antônio Villas-Boas não fazia a menor idéia de qual era a aparência dos alienígenas que o haviam raptado. Os cinco usavam macacões bem colantes, de um tecido grosso, cinzento, muito macio, e, em alguns pontos, colado com tiras pretas. Cobrindo a cabeça e o pescoço, usavam um capacete de mesma cor, mas de material mais consistente, reforçado atrás, com estreitas tiras de metal. Esse capacete cobria toda a cabeça deixando à mostra somente os olhos que Villas-Boas pôde distinguir através de algo parecido com um par de óculos redondos. Acima dos olhos, o capacete tinha duas vezes a altura de uma testa normal. A partir do meio da cabeça, descendo pelas costas e entrando no macacão, à altura das costelas, Villas-Boas notou três tubos redondos de prata, dos quais não soube dizer se eram de borracha ou metal. O tubo central descia pela coluna vertebral; à esquerda e à direita desciam os dois outros tubos, até uns 10 centímetros abaixo das axilas. As mangas do macacão eram estreitas e compridas; os punhos continuavam em luvas grossas, de cinco dedos, da mesma cor. Nenhum dos macacões tinha bolsos ou botões. As calças eram compridas e colantes e continuavam numa espécie de botas. Todavia, a sola dos sapatos deles era de quatro a sete centímetros de espessura. Eram bem diferente dos nossos sapatos. Nas pontas, os sapatos eram levemente encurvados para cima.

Depois de passado um longo tempo que Villas-Boas não soube precisar, começou um ruído na direção da porta. Villas-Boas virou-se naquela direção e deparou-se com uma moça aproximando-se lentamente. Estava totalmente nua e descalça. Seus cabelos eram macios e louros, quase cor de platina - como que esbranquiçados - e lhe caíam na nuca, com as pontas viradas para dentro. Usava o cabelo repartido ao meio e tinha grandes olhos azuis, amendoados. Seu nariz era reto. Os ossos da face, muitos altos, conferiam às suas feições uma aparência heterogênea, deixando o rosto bem largo e com o queixo pontudo, que ficava quase triangular. Tinha os lábios finos, pouco marcados, e suas orelhas eram exatamente como a de nossas mulheres terrestres. Tinha um corpo lindo, segundo Villas-Boas, e com os seios bem formados, firmes e altos. Sua cintura era fina. Os seus quadris eram largos, as coxas compridas, os pés pequenos, as mãos finas e as unhas normais. Ela era de estatura bem baixa - mal chegava nos ombros de Villas-Boas.
Essa alienígena se aproximou de Villas-Boas, em silêncio, e fitou-lhe com seus olhos grandes - não deixando dúvidas para com suas intenções. De repente, ela abraçou Villas-Boas e começou a esfregar seu rosto e corpo contra o dele. A porta tornou a se fechar e Villas-Boas ficou a sós com aquela alienígena. Considerando a situação em que se encontrava, isso parece um tanto improvável. Mas Villas-Boas acredita que a excitação pode ter sido resultado do líquido que passaram por todo o seu corpo. De qualquer forma, Villas-Boas não conseguiu mais refrear seu apetite sexual - acabaram tendo várias relações sexuais. Depois, a alienígena ficou cansada e começou a respirar ofegantemente. Segundo Villas-Boas, ele ainda estava excitadíssimo - o que demonstra que não era um estado de excitação sexual comum e natural. Antônio até tentou transar mais, mas ela recusou continuar com o sexo. No momento da recusa, Villas-Boas se sentiu mal: ele percebeu que queriam ele apenas como um reprodutor para algum tipo de experiência. Apesar disso, segundo seu próprio depoimento, ele tomou o cuidado para não deixar que percebessem a sua irritação; afinal, ele se encontrava nu, num lugar estranho, com seres estranhos, completamente sem chance de fuga e, sendo assim, não seria muito prudente e inteligente demonstrar qualquer tipo de hostilidade.

Pouco depois de seus corpos terem se separado, a porta se abriu e um dos alienígenas chamou a moça. Antes de sair da sala, ela virou-se para Antônio Villas-Boas e apontou, primeiro, para sua barriga, depois, com uma espécie de sorriso, para o próprio Villas-Boas e, por último, para o alto - como se quisesse dizer que Villas-Boas iria ser pai de uma criança que irá viver no espaço.
Logo em seguida, um dos alienígenas voltou com a roupa de Villas-Boas e ele, por sua vez, se vestiu imediatamente. Segundo Villas-Boas, os alienígenas lhe devolveram tudo, menos um isqueiro que tinha em um dos bolsos - apesar de cogitar a possibilidade de que ele possa ter caído no chão no momento da luta na hora que o estavam capturando. Quando Villas-Boas terminou de se vestir, os alienígenas o levaram de volta para o mesmo recinto que estava antes de ter entrado naquela sala. Chegando lá, três dos tripulantes estavam sentados nas cadeiras giratórias, conversando um com o outro. Aquele que veio buscar Villas-Boas juntou-se a eles e deixaram-no sozinho. Enquanto eles falavam entre si, Villas-Boas tentou gravar na memória todos os detalhes ao seu redor e observava minuciosamente tudo quanto ali se passava. Assim, reparou que dentro de uma caixa com tampa de vidro que estava sobre uma mesa havia um disco parecido com um mostrador de relógio; havia um ponteiro e, no lugar dos números 3, 6 e 9, uma marcação negra. Somente no lugar em que normalmente está o número 12, havia quatro pequenos símbolos negros, um do lado do outro.
Naquele momento, já bem mais calmo, Antônio Villas-Boas teve a idéia de pegar aquela coisa e levá-la consigo - a título de ter uma prova concreta de sua inacreditável aventura de abdução. Imaginando que se os extraterrestres percebessem seu interesse por aquele objeto, talvez acabassem presenteando-o com o mesmo, tratou de se aproximar dele, aos poucos, e, quando os seres não olhavam, puxou-o da mesa com as duas mãos. Villas-Boas estimou que aquele objeto pesava, pelo menos, uns dois quilos. Porém, os alienígenas não deram tempo para que Villas-Boas olhasse o objeto de mais perto; pois, com a rapidez de um raio, um dos seres acabou empurrando Villas-Boas para o lado, tirou a caixa de suas mãos e, aparentemente ríspido, tornou a colocá-la no lugar. Intimidado com a ação do alienígena, Villas-Boas recuou até a parede mais próxima e ficou parado, imóvel.
Enfim, depois de vários minutos, um dos alienígenas se levantou e fez um sinal para que Villas-Boas o seguisse. Assim, atravessaram a pequena ante-sala até a porta de entrada, já aberta e com a escada descida. No entanto, ainda não desceram, mas o ser fez Villas-Boas compreender que devia acompanhá-lo até a rampa que havia em ambos os lados da porta. Ela era estreita, mas permitiu dar uma volta completa ao redor da nave. Primeiro foram para a frente e lá Villas-Boas viu uma protuberância metálica sobressaindo da nave. Na parte oposta havia essa mesma protuberância.
Em frente, o alienígena apontou para os picos de metal. Os três estavam firmemente ligados à nave, a do meio, diretamente com a parte dianteira. As três esporas tinham a mesma forma, base larga, diminuindo para uma ponta fina e sobressaindo horizontalmente. Elas brilhavam como metal incandescente, mas não irradiavam nenhum calor. Um pouco acima das esporas metálicas havia luzes vermelhas; as duas laterais eram pequenas e redondas, ao passo que a da parte dianteira era enorme. Eram os possantes faróis. Acima da rampa, ao redor da nave, estavam dispostas inúmeras lâmpadas quadradas, embutidas no casco. Seu brilho vermelho refletiu-se na rampa, a qual, por sua vez, terminava em uma grande placa de vidro grosso, que entrava fundo no revestimento de metal. Como não havia janelas em parte alguma, Villas-Boas julgou que aquela vidraça serviria para olhar para fora, mesmo que não desse boa visão, pois, visto de fora, o vidro parecia bastante turvo.
Após a vistoria da parte frontal da máquina, o alienígena levou Villas-Boas para a parte traseira (que apresentava uma curvatura bem mais pronunciada do que a da dianteira), mas, antes disso, pararam mais uma vez, quando o alienígena apontou para cima, onde estava girando a imensa cúpula em forma de prato. Ao girar lentamente, mergulhava numa luz esverdeada, cuja fonte não era possível detectar; simultaneamente, emitia um som parecido com assobio. Quando, mais tarde, a máquina decolou, as rotações da cúpula se aceleraram progressivamente, até desaparecer por completo, e, em seu lugar, permanecer apenas um brilho de luz vermelho clara. Ao mesmo tempo, o ruído cresceu para um estrondoso uivar. Depois de ter mostrado toda a parte externa da nave para Villas-Boas, o alienígena o levou para a escada metálica e deu a entender que ele estava livre para ir embora. Ele apontou primeiro para si próprio, depois para Villas-Boas e, finalmente, para o quadrante sul no céu. Em seguida, fez sinal de que ia recuar e desapareceu no interior da nave.
A escada metálica foi se recolhendo e a porta da nave se fecha. As luzes das esporas metálica do farol principal e da cúpula ficaram progressivamente mais intensas com o aumento das rotações. Lentamente, a máquina subiu, em uma linha vertical, recolhendo, ao mesmo tempo, seu trem de pouso. O ovni subiu devagar, até uns 30 a 50 metros de altura; lá parou por alguns segundos, enquanto sua luminosidade se tornava mais intensa. O ruído de uivar tornou-se mais forte, a cúpula começou a girar com uma velocidade enorme, ao passo que sua luz foi se transformando progressivamente, até ficar vermelho clara. Naquele instante, a nave inclinou-se ligeiramente para o lado, ouviu-se uma batida rítmica e, repentinamente, desviou-se para o sul, desaparecendo de vista uns poucos segundos depois. Finalmente, Villas-Boas voltou para o seu trator.
À 01h15 foi levado para o interior da nave alienígena e retornou somente às 5h30 da madrugada - por mais de quatro horas ficou sob tutela dos seres alienígenas. Com o passar do tempo, Villas-Boas formou-se em Direito, casou-se e teve quatro filhos.


Villas Boas e sua esposa





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